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terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Descarga de um Buraco Negro

Imagem obtida no dia 17 de dezembro de 2007 da NASA mostra a descarga de um buraco negro no centro de uma galáxia golpeando a beirada de uma outra galáxia. Esta é a primeira vez que tal interação foi encontrada.

Nasa-Esa: Composição de imagens mostra as duas galáxias, em vermelho, e o jato defletido, em azul

Buraco negro dispara raio da morte contra galáxia vizinha:
Qualquer planeta com vida que estivesse no caminho do jato acabaria sendo esterilizado, diz cientista.

O mais recente ato de violência irracional capturado por uma câmera tem caráter cósmico: um buraco negro em uma "galáxia estrela da morte", emitindo um jato letal de energia e radiação sobre uma galáxia vizinha.

Uma frota de telescópio,s em terra e no espaço, capturou as imagens dessa violência cósmica, que é testemunhada por olhos humanos pela primeira vez, de acordo com análise divulgada pela Nasa na segunda-feira, 17.

"É como um valentão, um buraco negro acertando um soco no nariz de uma galáxia errante", disse o astrofísico Neil deGrasse Tyson, diretor do planetário Hayden de Nova York, que não tomou parte na pesquisa.

Esse soco pode muito bem ser um golpe mortal.
As imagens de telescópio mostram a galáxia agressora emitindo um feixe de partículas letais na direção da porção inferior da galáxia atingida, que tem cerca de 10% do tamanho da fonte do raios.

Ambas estão a cerca de 8 bilhões de trilhões de quilômetros da Terra, girando uma em torno da outra.

A galáxia maior tem um nome científico de vários dígitos, mas foi apelidada de "galáxia estrela da morte" por um dos pesquisadores que descobriram o ataque cósmico, Daniel Evans, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian.

Dezenas de milhões de estrelas, incluindo aquelas com planetas, provavelmente estão na rota dos raios da morte, disse o co-autor do trabalho, o britânico Martin Hardcastle, da Universidade de Hertfordshire.

Se um planeta como a Terra estiver no caminho do jato, as partículas de alta energia e a radiação arrancariam a atmosfera desse mundo em questão de meses, disse Evans. Quanto à vida que pudesse existir, seria "esterilizada", diz Tyson.

A boa notícia é que a pressão gerada pelo feixe de partículas acabará comprimindo o gás que existe na galáxia atingida. Nos próximos milhões ou bilhões de anos, esse processo levará ao surgimento de novas estrelas. (Fonte: Estadão.com)

Descarga de um Buraco Negro

Imagem obtida no dia 17 de dezembro de 2007 da NASA mostra a descarga de um buraco negro no centro de uma galáxia golpeando a beirada de uma outra galáxia. Esta é a primeira vez que tal interação foi encontrada.


segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Sonda obtém fotos inéditas de nuvens misteriosas


Imagens das nuvens mais altas e mais misteriosas da Terra foram capturadas por uma sonda da Nasa.


Visíveis apenas durante a noite, as nuvens noctilucentes se formam cerca de 80 quilômetros acima da superfície.
Elas fascinam e confundem os especialistas, que não conseguem explicar sua existência em regiões onde a umidade é mínima.
A sonda AIM acaba de enviar as primeiras imagens globais do fenômeno, que parece estar aumentando em freqüência e extensão.
Segundo os cientistas, suas observações mostram que as nuvens se alteram rapidamente, de hora em hora e diariamente.
Eles esperam que novos estudos revelem que fatores desencadeiam a formação das nuvens e por que esses fatores parecem estar sofrendo alterações de longo prazo.
Nuvens Mais Altas
"Essas nuvens estão ficando mais brilhantes com o tempo, são vistas com mais freqüência e também estão sendo vistas em latitudes mais baixas", disse James Russell, da Hampton University, no Estado da Virginia, Estados Unidos.
"São coisas que não entendemos e que indicam uma possível conexão com mudanças globais", disse Russell à BBC. "Precisamos entender esta conexão e o que ela significa para a atmosfera como um todo".
Russell fez suas declarações durante um congresso da American Geophysical Union, em San Francisco, nos Estados Unidos.
Ele é o principal investigador da missão AIM, uma sonda de 195 quilos lançada em abril desse ano.
Posicionada 600 quilômetros acima da superfície da Terra, a sonda está no lugar ideal para estudar as nuvens noctilucentes.


Nuvens Noctilucentes:
As mudanças em freqüência e brilho vêm sendo observadas por satélites nos últimos 30 anos.
As nuvens são visíveis durante o verão em latitudes altas - entre 50 e 65 graus ao norte e ao sul.
Recentemente, têm sido avistadas em latitudes tão baixas como 40 graus norte e tornaram-se um alvo popular para fotógrafos amadores.
Um estudo sugeriu que a água que sai de exaustores de ônibus espaciais poderia estar contribuindo para as alterações -e a sonda AIM vai investigar essa teoria.


Elas se formam em grandes altitudes durante os meses de verão em um ambiente de temperatura extremamente baixa (-160ºC), baixíssima umidade (cem mil vezes mais seco do que o deserto do Saara) e baixíssima pressão (cem mil vezes menor do que a pressão na superfície da Terra).

Russell disse que os três instrumentos da sonda AIM mostram as nuvens sob uma perspectiva completamente nova.
Ele disse que os cientistas nunca tínham visto uma foto de toda a região polar antes.
Agora, não apenas possuem essas imagens, mas podem observar as nuvens todos os dias.
"Ver essas nuvens diariamente já é em si uma revelação - podemos ver como variam todos os dias, de órbita em órbita", disse Russell.
A partir das imagens enviadas pela sonda AIM, fica claro que a região onde as nuvens se formam parece se deslocar em torno do Ártico em perídos de cinco dias.
A rotação em longitude coincide com variações de temperatura observadas.
"O interessante é que a magnitude das variações de temperatura é de apenas cinco graus Fahrenheit (equivalente a uma variação de 3º Celsius)", disse Scott Bailey, outro pesquisador da missão AIM, trabalhando no Virginia Polytechnic Institute and State University.
"Então, uma mudança muito pequena na temperatura leva a mudanças dramáticas no comportamento das nuvens. Concluímos a partir disso que essas nuvens são um medidor muito sensível de mudanças na temperatura", explicou.
Nuvens noctilucentes precisam de temperaturas baixas, vapor de água e pequenas partículas de poeira em torno das quais a água pode se condensar e se congelar, formando cristais de gelo.
Alguma coisa deve estar alterando esta "receita" para mudar o comportamento das nuvens nos últimos anos.
A equipe da missão AIM disse estar confiante de que a sonda vai permitir um maior entendimento dos fatores em jogo. (Fonte: BBCBrasil)

Anéis de Saturno podem ser mais antigos que se pensava

Novos dados astronômicos indicam que os anéis de Saturnos podem ser muito mais antigos do que os cientistas pensavam.


Dados captados pela sonda Cassini indicam que as finas linhas de partículas que compõem os anéis já existiam há três bilhões de anos e que provavelmente ainda vão existir por muito mais anos.
A revelação também pode significar que a vista do planeta com seus anéis pode ficar muito mais reluzente nos próximos anos.
Dados anteriores haviam levado pesquisadores a acreditar que os anéis foram criados há 100 milhões de anos, quando uma lua gigante ou um cometa se espatifou próximo de Saturno.


Reciclado:
"Apesar de o que se pensou depois da investigação (de 1970) da Voyager em Saturno – de que os anéis de Saturno pudessem ser muito jovens, talvez tão antigos quanto os dinossauros – nós temos resultados que mostram que os anéis poderiam ter a idade do sistema solar e que talvez eles existirão por bilhões de anos", disse o cientista Larry Esposito a respeito dos dados, durante uma reunião da União Americana de Geofísica.
A Cassini vem analisando os anéis de Saturno com espectrógrafos ultravioleta (UVIS, na sigla em inglês). A sonda observa a luz que reflete e que atravessa as partículas do anel.
Os dados indicam que os anéis não podem ter sido criados por um evento recente e isolado, já que há partículas de períodos diversos.
Segundo Esposito, os pesquisadores acreditam que as partículas que compõem o anel estão constantemente se reciclando.
Os cientistas acreditavam que anéis muito antigos deveriam ser mais escuros, devido à poluição provocada por poeira dos meteoros.
Mas a hipótese da reciclagem de partículas explicaria porque os anéis continuam reluzentes quando observados por telescópios e sondas. (Fonte: BBCBrasil)

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Nasa (em inglês)
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