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segunda-feira, 26 de maio de 2008

Sonda Phoenix pousa em Marte e envia fotos do planeta

A sonda espacial Phoenix Mars Lander pousou em Marte no fim da noite de domingo depois de uma viagem de mais de 10 meses e já enviou as primeiras imagens do pólo norte do Planeta Vermelho. As imagens enviadas pela Phoenix chegaram à Terra apenas algumas horas depois do pouso nas planícies árticas marcianas, deslumbrando os cientistas com as primeiras fotografias das mais altas latitudes do planeta vizinho.
As dezenas de imagens enviadas pela sonda revelam um cenário parecido com o das regiões de gelo permanente da Terra - padrões geométricos no solo provavelmente relacionados ao congelamento e posterior degelo da superfície. Acredita-se que exista um reservatório de gelo sob essa região. "É o sonho de todo cientista, (realizado) bem ali naquele local de pouso", disse o chefe de pesquisa Peter Smith, da Universidade de Arizona, numa entrevista coletiva concedida depois da chegada da sonda.
A Phoenix levou 10 meses para percorrer 679 milhões de quilômetros na viagem entre a Terra e Marte. Depois de uma semana de checagem de instrumentos, a sonda iniciará uma missão de 90 dias de escavação para estudar o solo e determinar se a região polar de Marte possui os ingredientes necessários para o surgimento de vida. (fonte: Yahoo Notícias)

Fotos:

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Descoberta a mais jovem supernova da Via Láctea


A descoberta da mais jovem supernova conhecida em nossa galáxia, a Via Láctea, poderá fazer avançar os conhecimentos sobre as explosões das estrelas no final da vida - que parecem desempenhar um papel importante na dinâmica galáctica, segundo trabalhos de cientistas publicados durante a semana.

A idade desta supernova, com existência estimada em cerca de 140 anos, seria de cerca de 200 anos menos que a supernova considerada até então a mais jovem desta categoria de objetos celestes da Via Láctea.

Batizada Cassiopeia, teria se produzido por volta de 1680, segundo as estimativas baseadas nos restos da explosão luminosa.
Uma supernova descreve o conjunto de fenômenos diretamente ligados à explosão de uma estrela, acompanhada de um aumento breve mas extremamente intenso de sua luminosidade.
O astrofísico Stephen Reynolds da Universidade do Estado da Carolina do Norte (sudeste), principal autor desta descoberta, supõe que este objeto, batizado G1.9+0.3, é uma supernova muito recente estudada por astrônomos há mais de 50 anos.

Ele examinou imagens do objeto tomadas pelo telescópio espacial americano "Chandra X-Ray Observatory" em 2007 e as comparou às obtidas em 1985 pelo telescópio "National radio astronomy observatory's very large array" da Nasa.

As imagens provenientes do telescópio Chandra não apenas confirmaram que se tratava de um fenômeno de supernova recente, mas mostraram também que esta supernova aumentou seu tamanho em 16% em apenas 22 anos.

Ficou estabelecido que esta estrela explodiu há 140 anos, ou ainda mais tarde se a velocidade da explosão diminuiu, explica Stephen Reynolds.

As supernovas parecem desempenhar um papel essencial na história do universo porque, a explosão de uma estrela que chega ao final da vida, após ter esgotado seu combustível nuclear, libera elementos químicos. Além disso, a onda de choque da supernova favorece a formação de novas estrelas, explicam os astrônomos.

As supernovas são acontecimentos raros na dimensão humana, com uma freqüência de três por século na nossa Via Láctea. (Fonte: Yahoo Notícias)

terça-feira, 13 de maio de 2008

Astronautas do Endeavour estão convencidos de que há vida extraterrestre

O homem descobrirá novas formas de vida no universo se mantiver a exploração do espaço, consideraram nesta segunda-feira os astronautas da missão espacial Endeavour em uma coletiva de imprensa em Tóquio. Na foto, tripulantes da última missão americana ao espaço participam de coletiva em Tóquio. À direita, o capitão Dominic Gorie (D) responde a pergunta de um jornalista. Foto:Toru Yamanaka/AFP

O homem descobrirá novas formas de vida no universo se mantiver a exploração do espaço, disseram nesta segunda-feira os astronautas da missão espacial Endeavour em uma coletiva de imprensa em Tóquio.
"Se nos aventurarmos longe o suficiente, estou seguro de que descobriremos algo lá em cima", disse Mike Foreman, um dos sete membros da tripulação da nave que retornou à Terra em março.
"É difícil acreditar que não haja vida em alguma parte deste imenso universo, mesmo se não for tão evoluída como a nossa", acrescentou.
Os astronautas, que passaram 16 dias a bordo do Endeavour, reconheceram no entanto que nunca viram nada de inexplicável.
"Creio que encontraremos algo que não poderemos explicar", declarou Gregory Johnson, acrescentando que "provavelmente, há algo lá em cima", embora pessoalmente "nunca tenha visto".
Dominic Gorie, comandante da missão que já realizou quatro vôos espaciais, lembrou que os exploradores não sabiam de antemão se descobririam algo quando viajassem pelos oceanos.
"Quando viajamos através do espaço também não sabemos o que encontraremos. Essa é a beleza das missões. Espero que um dia possamos descobrir algo que não entendemos", assegurou.
No entanto, uma descoberta deste tipo de vida extraterrestre poderá estar distante, comentou Richard Linnehan, um astronauta que está convencido de que existe vida fora da Terra.
"Infelizmente só damos passos de bebê na descoberta do espaço", lamentou.
Takao Doi, o astronauta japonês que também viajou no Endeavour, declarou que compartilha as opiniões de seus companheiros e acrescentou que "deve existir uma vida como a nossa" em alguma parte do universo. (Fonte: Yahoo Notícias)

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