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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Robô Curiosity encontra água em solo marciano

Autorretrato da sonda Curiosity feito enquanto ela realizava suas primeiras atividades de perfuração de rochas (NASA)
A primeira amostra do solo marciano analisada pelo robô Curiosity revelou a existência de água na superfície do planeta. Segundo dados publicados nesta quinta-feira na revista Science, cerca de 2% do material coletado é composto por água. Também foram encontrados dióxido de carbono, oxigênio e compostos de enxofre.
CONHEÇA A PESQUISA


Onde foi divulgada: periódico Science

Quem fez: L. A. Leshin, P. R. Mahaffy, C. R. Webster, M. Cabane, P. Coll, P. G. Conrad, P. D. Archer Jr., S. K. Atreya, A. E. Brunner, C. Szopa, S. Teinturier, M. G. Trainer, J. J. Wray, J. P. Grotzinger e outros

Instituição: Instituto Politécnico Rensselaer, EUA, e outras

Dados de amostragem: amostra do solo de Marte colhida pelo robô Curiosity

Resultado: A primeira amostra analisada pelo robô revelou que cerca de 2% do solo da superfície do planeta é formado por água
O Curiosity pousou em Marte no dia 6 de agosto de 2012, tendo como principal objetivo descobrir se Marte pode ter abrigado vida. É o primeiro robô enviado ao planeta carregando um equipamento para recolher e analisar amostras de solo e de rochas. Na descoberta da água, foi usado o Analisador de Amostras em Marte (Sam, na sigla em inglês).
“Combinando as análises de água e compostos químicos do Sam com dados mineralógicos, químicos e geológicos de outros instrumentos do Curiosity, temos a informação mais abrangente já obtida sobre a superfície de Marte. Esses dados aumentam nosso conhecimento sobre os processos da superfície e a ação da água em Marte”, afirmou Paul Mahaffy, principal pesquisador do Sam.
Experimento — Os cientistas utilizaram uma espécie de pá acoplada ao Curiosity para coletar amostras do solo de uma região arenosa conhecida como Rocknest. Uma parte do material foi colocada dentro do Sam, que fica na “barriga” do robô, onde foi aquecida a 835 graus Celsius.
“Os principais gases liberados durante os testes foram água (cerca de 2% do peso da amostra), gás carbônico, oxigênio e dióxido de enxofre. A água é particularmente interessante: é um recurso para futuros exploradores”, afirma Laurie Leshin, pesquisadora do Instituto Politécnico Rensselaer, nos Estados Unidos, e principal autora do estudo que analisou os dados coletados pelo SAM. A água se encontrava ligada quimicamente às partículas do solo, em estado sólido, e se transformou em vapor ao ser aquecida para o estudo.
O Sam também descobriu isótopos de hidrogênio e carbono semelhantes aos encontrados na atmosfera de Marte, analisada anteriormente pelo Curiosity. Isso indica a existência de uma grande interação entre a superfície do solo e a atmosfera. “Os isótopos tendem a apoiar a ideia de que, ao se mover ao redor do planeta, a poeira reage com alguns dos gases da atmosfera”, diz Laurie.
Matéria orgânica — As análises feitas pelo Sam também revelaram compostos orgânicos, mas os pesquisadores não acreditam que sejam de origem marciana. “Acreditamos que compostos orgânicos não ficam preservados na superfície, pois ela é exposta a radiação e oxidação. De acordo com a pesquisadora, os resultados podem ter implicações para os futuros exploradores de Marte. “Nós sabemos que deve existir água abundante e de fácil acesso em Marte. Quando enviarmos pessoas para lá, elas poderão cavar o solo em qualquer lugar da superfície, aquecê-lo um pouco e obter água”, completa. [Fonte: Veja.com]

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Nasa divulga imagem de dunas formadas por ferro em Marte

A sonda Mars Reconnaissance Orbiter capturou uma imagem de cânions com dunas escuras formadas por ferro em Marte. A imagem foi registrada em agosto, mas só foi divulgada nesta terça-feira (24/09/2013) pela Nasa (agência espacial norte-americana).
O ferro das dunas marcianas é derivado de minerais contidos em rochas vulcânicas. Para motivo de comparação, as dunas de areia da Terra são feitas de quartzo. A Mars Reconnaissance Orbiter orbita Marte desde 2006 e tem como principal missão buscar evidências de que existiu água no planeta.
O equipamento usado na captação da imagem é operado pela equipe da Universidade do Arizona, em Tucson (EUA). A imagem mostra a interação dos sedimentos trazidos pelo vento na superfície de Marte.
A foto mostra o chamado de “Labirinto da Noite”, que fica na região vulcânica de Tharis Rise. O local tem mais de 4 mil km de extensão, cerca de 200 km de largura e 7 km de profundidade.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Astrônomos obtêm uma das melhores imagens da Nebulosa do Camarão

O Telescópio de Pesquisa VLT, situado no norte do Chile, obteve algumas das fotografias de maior qualidade já feitas da Nebulosa do Camarão, um enorme berçário estelar situado a 6 mil anos-luz da Terra, na constelação de Escorpião. [Clique na Imagem para Assistir]

sábado, 14 de setembro de 2013

Fora do Sistema Solar, sonda explorará ambiente desconhecido


A Nasa anunciou que a sonda Voyager 1 se tornou o primeiro objeto feito pelo homem a cruzar o limite do Sistema Solar. Há 36 anos vagando pelo espaço, a Voyager 1 está hoje a 19 bilhões de quilômetros do Sol. Segundo a agência espacial, a Voyager 1 tem viajado há cerca de um ano através de plasma (gás ionizado), presente no espaço entre as estrelas. Veja a seguir algumas das mais importantes imagens feita pela sonda e sua irmã, a Voyager 2, ao passarem pelos planetas gigantes gasosos do nosso Sistema - Foto: AP
Os Estados Unidos choravam a morte repentina do cantor Elvis Presley em 1977, quando a Nasa lançou as sondas Voyager 1 e 2 em uma missão sem precedentes para explorar planetas do Sistema Solar.
Hoje, 36 anos depois, a Voyager 1 se tornou o primeiro objeto construído pelo homem a se aventurar na solidão do espaço interestelar, segundo informações divulgadas na quinta-feira.
Ela está a 19 bilhões de quilômetros de casa. Assim como sua irmã, a Voyager 2, que também se dirige para a fronteira do Sistema Solar em uma trajetória diferente, a sonda de 722 quilos leva uma cápsula do tempo - um disco folheado a ouro que fornece imagens e sons da vida na Terra em 1977 para qualquer alienígena inteligente que possa encontrar pelo caminho.
A cientista Rosine Lallement, do Observatório de Paris, informou à AFP que a Voyager 1 agora está literalmente empurrando a fronteira do conhecimento. "Pela primeira vez, uma sonda está em um ambiente que nunca foi visitado antes por um objeto feito pelo homem", explicou.
"Será intrigante ver o que acontece a seguir", acrescentou. As Voyagers foram concebidas originalmente para fazer estudos de aproximação de Júpiter e Saturno, dos anéis de Saturno, e das grandes luas.
Em seguida, elas seriam enviadas para fazer sobrevoos adicionais aos dois planetas gigantes mais distantes, Urano e Netuno. Depois desta proeza, a nave foi enviada para sua última viagem: os limites do Sistema Solar e além.
As sondas Voyager 1 e 2 são naves idênticas, dotadas de câmeras de televisão (desligadas para economizar energia e memória de computador), sensores infravermelhos e ultravioleta, magnetômetros, detectores de plasma e sensores de raios cósmicos e de partículas carregadas.
Os sinais de volta são enviados com uma potência de 20 watts, o equivalente a uma lâmpada de refrigerador, tornando-os tão fracos que só podem ser captados pelos grandes "ouvidos" da Nasa, no Deep Space Network.
Um momento chave aconteceu em 2004, quando a Voyager 1, então a cerca de 14 bilhões de quilômetros de distância, cruzou o "choque de terminação", quando as partículas expelidas do sol, denominadas de vento solar, começam a interagir com os raios cósmicos de espaço interestelar.
Em 2010, a sonda atingiu uma espécie de calmaria, onde o vento solar se dissipa. Dois anos depois, uma oscilação de partículas de alta energia detectada por seu sensor de raios cósmicos indicou que a pequena exploradora tinha alcançado a heliopausa, que divide a região solar da influência do espaço interestelar.
A transição desta ampla fronteira levou muito tempo para ser descoberta, mas o cientista do projeto Voyager, Ed Stone, a confirmou. Dados enviados de volta pelas duas sondas já tinham arruinado as descrições nos livros didáticos que mostram o Sistema Solar como sendo esférico. Ao invés disto, a periferia do sol ou heliosfera é ovalada.
O "fundo" do ovo é achatado por uma colisão permanente entre o vento solar e a explosão de partículas de outras estrelas. Lallement disse que os astrofísicos estão ansiosos por saber se a Voyager 1 confirmará suas teorias sobre o espaço entre as estrelas.
"Se algum dia enviarmos sondas para as estrelas vizinhas, que tipo de ambiente podemos esperar delas?", questionou. "Até agora, todas as nossas teorias se baseiam em modelos de computador, não em dados observados", acrescentou.
Os instrumentos da Voyager terão que ser desligados permanentemente em 2025, reportou na quinta-feira a revista científica americana Science. No entanto, especialistas dizem que a nave pode continuar a viajar indefinidamente, avançando a mais de 17 km/s. Pode parecer muito rápido, mas o espaço é grande.
No ano 40.272 - sim, daqui a mais de 38 mil anos -, a Voyager 1 se aproximará da estrela mais próxima em seu atual curso. A sonda estará então dentro de 1,7 ano-luz de uma estrela pequena da constelação de Ursa Menor, chamada AC+79 3888, afirma a Nasa em seu site.[Fonte: Terra]

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Mais de 200 mil se dizem dispostos a viajar a Marte sem retorno


 Mais de 200 mil pessoas de 140 países pediram para fazer parte do grupo de eventuais primeiros colonizadores de Marte em uma viagem sem retorno, informou nesta segunda-feira a companhia Mars-One, envolvida no projeto.

No total, 202.586 pessoas se registraram para integrar a primeira leva de colonos, informou em um comunicado a empresa sem fins lucrativos holandesa, que em abril de 2013 lançou uma convocação de candidaturas para uma viagem de sete meses de duração e sem retorno a Marte, prevista para 2023.

O maior grupo de interessados provém de Estados Unidos (24%), Índia (10%), China (6%) e Brasil (5%), mas também se inscreveram candidatos de Argentina, Chile, Colômbia, Espanha, México e Peru, bem como de Alemanha, Austrália, Canadá, Filipinas, França, Itália, Polônia, Reino Unido, Rússia, Turquia e Ucrânia.

Três fases de seleção estão previstas nos próximos dois anos, acrescentou a Mars-One.

"Até 2015, entre seis e dez equipes de quatro pessoas receberão treinamento completo" antes de que "algumas dessas equipes se tornem em 2023 os primeiros humanos a pousar em Marte para lá viverem pelo resto de suas vidas", acrescentou.

Este projeto, que tem custo de 6 bilhões de dólares, segundo a Mars-One, encontra alguns céticos, mas recebeu o apoio do ganhador holandês do Prêmio Nobel de Física em 1999, Gerard't Hooft.

Até agora só houve missões com robôs a Marte, todas realizadas com sucesso pela Nasa. No entanto, a agência espacial americana informou em maio que os Estados Unidos estão decididos a enviar astronautas a Marte dentro de duas décadas.

Mas o projeto Mars-One enfrenta vários obstáculos. Os participantes não apenas não poderão retornar à Terra, como também terão que viver em pequenos habitats, encontrar água, produzir oxigênio e cultivar os próprios alimentos.

Além disso, Marte é um grande deserto, a atmosfera é composta principalmente de dióxido de carbono e a temperatura média é de - 63 graus Celsius. Os astronautas também se submeterão à radiação cósmica perigosa durante sua viagem.

Por último, ainda não existe um foguete e uma cápsula que transporte esses voluntários, admitiu a Mars-One.[Fonte: em.com.br]

NASA: Voyager 1 faz história e vai até onde nenhum dispositivo tinha ido, no espaço interestelar!

A sonda espacial Voyager 1, da NASA, deixou o sistema solar, sendo o primeiro objeto feito pelos seres humanos a entrar no espaço interestelar.
Esclarecendo os debates recentes sobre a localização da sonda lançada há cerca de 36 anos, a Agência Espacial dos EUA anunciou nesta quinta-feira, 12/9, que a Voyager 1 viajou 19,3 bilhões de quilômetros do sol e no último ano tem voado pelo plasma encontrado entre as estrelas.
“Agora que temos novos dados essenciais, acreditamos que esse é o passo da humanidade para o espaço interestelar”, afirmou o cientista do projeto, Ed Stone. “A equipe da Voyager precisava de tempo para analisar essas observações e fazer com que fizessem sentido. Mas agora podemos responder à perguntar que todos estávamos fazendo – ‘Já estamos lá?’ Sim, nós estamos.”
O administrador associado para ciência da NASA, John Grunsfeld, disse nesta quinta que essa jornada histórica é resultado de 40 anos de trabalho duro das pessoas que previram inicialmente a Voyager até as pessoas que a construíram e agora as pessoas que analisam os dados que a sonda envia direto do espaço.
“A Voyager, asism como navegadores antigos, está entrando em novos territórios”, afirmou Grunsfeld. “Algum dia os humanos vão deixar o casulo do nosso sistema solar para explorar o que há além. A Voyager terá liderado o caminho. Isso é uma história de ciência, exploração e uma narrativa de mais de 40 anos de trabalho duro... Essa é quase toda a história da era espacial.”


A gerente de projeto da Voyager, Suzanne Dodd, nota que a sonda foi capaz de fazer essa jornada histórica usando tecnologia de 36 anos atrás. Ela ressaltou ainda que seu smartphone atual tem 240 mil vezes mais memória do que a sonda.

A Voyager 1 foi lançada em 1977 juntamente com sua sonda gêmea Voyager 2. As duas passaram por Júpiter, Saturno, Urânio e Neptuno. Em 1990, elas embarcaram em uma missão para entrar na região interestelar.[Fonte: IDGNOW]

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Nasa lança perfil no Instagram

A Nasa, agência espacial americana, lançou um perfil oficial no Instagram para se aproximar do público e compartilhas imagens da Terra e além. Entre as fotos, está uma imagem da Terra feita da Apolo 11 em 1969.
"Estamos constantemente tentando expandir nosso portfólio e mídias sociais para incluir ferramentas que possam contar melhor a história de exploração e descobertas da Nasa", disse a assessora de imprensa da agência, Lauren Worley.
As primeiras atualizações da Nasa no Instagram ressaltaram o lançamento do programa de exploração espacial Lunar Atmosphere and Dust Environment Explorer (LADEE), que irá orbitar a Lua para coletar informações detalhadas sobre a estrutura e a composição da atmosfera lunar.
Mais imagens podem ser vistas no perfil da Nasa: instagram.com/nasa

domingo, 8 de setembro de 2013

De olho no céu: Lua ocultará planeta Vênus neste domingo

Vênus, o planeta mais brilhante avistado da Terra e que desde meados de julho vem iluminando os fins de tarde em algumas regiões, será completamente encoberto pela Lua neste domingo, dia 8. O evento deve ocorrer por volta das 19h em muitas cidades do Sul situadas abaixo de Florianópolis, ou seja, em latitudes Sul maiores que 27 graus. Quem mora em outras regiões do País não deverá ver a ocultação.
O fenômeno astronômico promete ser de fácil observação. Segundo Jair Barroso, do Observatório Nacional, a sugestão é que se olhe na direção da Lua minutos antes para que se localize o corpo celeste a tempo de sentir como evolui o fenômeno. Depois de encoberto, o astro poderá ser visto reaparecendo no lado mais brilhante da Lua. "Valerá a pena olhar a beleza do quadro que se formará com a passagem da Lua 'muito próxima' a Vênus", ressalta.
O astrônomo João Batista Garcia Canalle, coordenador da Olimpíada Brasileira de Astronomia Astronáutica (OBA), lembra também que há outro astro sendo observado no céu noturno. "Desde o mês passado, temos visto Saturno transitar pelo nosso céu. E no domingo, ele estará a cerca de 10 graus acima de Vênus e da Lua, quase em linha com Spica", diz.A ocultação ocorrerá no lado poente após o pôr-do-Sol. "A Lua terá um tom acinzentado na ocasião. Um pouco abaixo dela (cerca de 3 graus ou 6 vezes o diâmetro aparente da Lua), estará a estrela Espiga (ou Spica), que é um astro de primeira magnitude, pertencente à constelação da Virgem. Ela tem importância histórica, pois é mostrada na bandeira brasileira acima da faixa Ordem e Progresso, representando o estado do Pará", explica Barroso.
Os professores orientam os curiosos a olharem novamente para a mesma região ao anoitecer do dia seguinte. De baixo para cima, será possível observar a estrela Espiga, Vênus, a Lua e, finalmente, o planeta Saturno. "Veja quanto ela 'caminhou' no céu por causa de sua translação em torno da Terra", sugere Canalle.[Fonte: Terra]

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Robô falante japonês manda a primeira mensagem no espaço


A cidade de Tóquio vem lutando em uma campanha para sediar a Olimpíada de 2020, buscando diferentes formas de chamar a atenção do mundo. O exemplo mais recente foi enviar para o espaço um simpático robô falante que, agora, enviou a sua mensagem para a Terra.
O Kirobo (uma união das palavras "kibo", que significa esperança, e "robô") foi enviado para a Estação Espacial Internacional no dia 04 de agosto de 2013 e mandou uma mensagem no dia 21, mas o vídeo foi divulgado apenas hoje.
O robô foi projetado por diversas empresas e cientistas, reconhece fala e rostos, grava vídeos e tem como tarefa auxiliar o astronauta Koichi Wakata, assim como entreter os outros integrantes da missão espacial.
A ideia de diversos cientistas é testar robôs como o Kirobo em missões espaciais, sendo que eles são projetados para interagir com os astronautas e auxiliá-los em tarefas simples. Enquanto isso é apenas um projeto, o simpático autômato serve como uma forma de ajudar Tóquio ser notada pelo Comitê Olímpico. [Fonte: Tecnomundo]

Museu Dica oferece curso gratuito de Astronomia

Em meio aos avanços da ciência e da tecnologia está a intervenção do homem caracterizada pela curiosidade e pela busca por desvendar a natureza, com o intuito de entender o que acontece ou poderá acontecer à sua volta. A busca pelas respostas a essas observações tem sua gênese na Astronomia, ciência considerada a mais antiga do mundo e que trata de questões relacionadas ao tempo e ao espaço ocupados pelo ser humano no planeta.


De acordo com pesquisas, no cenário atual, o conhecimento da Astronomia se apresenta permeado por várias concepções e equívocos conceituais.

Com o objetivo de contribuir com a formação de professores de Ciências do ensino fundamental, o Museu Diversão com Ciência e Arte (DICA), do Instituto de Física (INFIS), da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), oferece curso gratuito de Astronomia. São disponibilizadas 15 vagas. As inscrições estão abertas e vão até o próximo dia 11 de setembro. Os interessados em participar deverão preencher o formulário de inscrição pelo site www.dica.ufu.br.

Mais informações com a coordenadora do Museu Dica, professora Sílvia Martins, pelos telefones (34) 3230-9517 e (34) 9998-7398.

Museu Diversão com Ciência e Arte
Instituto de Física
Universidade Federal de Uberlândia
Telefone:  (34) 3230-9517 
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