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quinta-feira, 21 de maio de 2015

O céu vai sorrir? A partir das 18h a Lua, Vênus e duas estrelas terão uma formação interessante



NÃO É TODO DIA QUE A LUA SORRI PARA VOCÊ ;) (FOTO: FLICKR/ CREATIVE COMMONS)

Hoje, entre as 6 horas da tarde e as 8 da noite, astros vão formar um rosto sorridente no céu do Brasil. O rosto será formado pela Lua, Vênus e duas estrelas. Como a Lua será crescente, ela ficará parecida com um sorriso. O planeta Vênus ficará na posição do nariz e as estrelas Pollux e Castor, que pertencem à constelação de Gêmeos, vão representar os olhos. O fenômeno foi descrito por um professor no site do Climatempo.

ENCONTRO

Logo depois do anoitecer, Vênus vai surgir muito brilhante. As estrelas vão aparecer em seguida e também com um brilho intenso, o que tornará possível assistir ao espetáculo a olho nu, mesmo em cidades grandes e com poluição luminosa como São Paulo e Rio de Janeiro. [Fonte: Montesclaros.com]

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Astrônomos localizam galáxia mais distante já encontrada

Ela havia sido detectada pelos telescópios Hubble e Spitzer, mas localização era desconhecida.


A Galáxia EGS-zs8-1 está a 13,1 bilhões de anos-luz da terra. Foto: W.M. Keck Observatory / AFP

Astrônomos avistaram a galáxia mais distante já encontrada no universo e ela se parece com uma massa brilhante de estrelas azuis a cerca de 13,1 bilhões de anos-luz da Terra.


A galáxia, chamada EGS-zs8-1, "é um dos objetos mais brilhantes e de maior massa no universo primordial", de acordo com um comunicado da Universidade de Yale.

Os detalhes da descoberta foram publicados na terça-feira pela revista Astrophysical Journal Letters.

Calcular sua distância exata da Terra foi possível graças a um instrumento chamado MOSFIRE no telescópio de 10 metros de diâmetro no Observatório WM Keck no Havaí, disseram os pesquisadores.

A galáxia já havia sido vislumbrada em imagens dos telescópios espaciais Hubble e Spitzer da Nasa, mas sua localização era desconhecida.

Astrônomos de Yale e da Universidade da Califórnia em Santa Cruz disseram que a EGS- zs8-1 ainda está formando estrelas rapidamente, a uma taxa 80 vezes maior que a da nossa galáxia, a Via Láctea. [Fonte: DP]

terça-feira, 5 de maio de 2015

Viagem a Marte pode causar danos no cérebro, indica estudo

Após testes, cientistas concluíram que exposição prolongada a raios cósmicos pode causar inflamações e gerar várias sequelas.

A lista de possíveis problemas a serem enfrentados pelos astronautas pioneiros de missões a Marte ganhou mais um item: o de estragos no cérebro. 

Thinkstock
Uma viagem para Marte teria a duração de pelo menos nove meses


Um estudo da Universidade da Califórnia, divulgado na revista Science Advances, sugere que a longa exposição a raios cósmicos pode causar danos significativos ao sistema nervoso central, resultando em sequelas semelhantes às sofridas por pessoas com demência.
Raios cósmicos são formados por partículas de alta energia originadas no espaço e que viajam quase que na velocidade da luz.
Cientistas acreditam que uma viagem a Marte, distante cerca de 226 milhões de quilômetros da Terra, duraria pelo menos nove meses. E os danos cerebrais poderiam ocorrer já durante a viagem.
"Isso não é uma boa notícia para os astronautas que poderão ser escolhidos uma missão a Marte. Deficits de memória e a diminuição de atividades cerebrais, por exemplo, poderão afetar partes críticas da missão. E a exposição às partículas poderá provocar problemas cognitivos para o resto da vida", afirma Charles Limoli, coordenador do estudo.
Proteção impossível
A equipe de Limoli fez testes com ratos, submetendo-os a sessões de irradiação num laboratório da Agência Espacial Americana (NASA) especializado em estudos com raios cósmicos.
A exposição a determinadas partículas resultou em inflamações no cérebro que dificultaram a transmissão de sinais pelos neurônios. Tomografias computadorizadas mostraram que a rede de comunicação cerebral foi prejudicada por danos a células nervosas chamadas dendritos - alterações que contribuíram para a redução de desempenho dos ratos em atividades ligadas ao conhecimento e à memória.
Tipos semelhantes de disfunções cognitivas são comuns em pacientes com câncer de cérebro que receberam tratamentos à base de radiação de prótons.
Segundo Limoli, defeitos cognitivos nos astronautas demorariam meses para se manifestar, mas o tempo de viagem para Marte seria suficiente para isso. O cientista ressaltou ainda que, embora os astronautas trabalhando na Estação Espacial Internacional por longos períodos também sejam atingidos por raios cósmicos, a intensidade do "bombardeio" é menor e eles ainda contam com um pouco de proteção da magnetosfera terrestre.
O estudo da Universidade da Califórnia faz parte de um programa da Nasa que procura entender os efeitos da radiação espacial em astronautas e possíveis maneiras de mitigá-los. 
Limoli sugere que a cápsula que levará os astronautas à Marte tenha escudos de proteção contra radiação mais reforçados em áreas usadas para descansar e dormir. No entanto, não existe proteção total contra as partículas.
Outra solução podem ser tratamentos preventivos para os astronautas, incluindo o uso de novas drogas. "Mas as pesquisas ainda estão em desenvolvimento", explica o cientista.[Último Segundo IG]
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