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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

NASA detecta manchas escuras no Sol


A sonda do Observatório de Dinâmica Solar (SDO), da Nasa, encontrou manchas escuras gigantes que se formaram sobre o Sol nas últimas 48 horas.  É provável que o fenômeno provoque novas tempestades solares.
As tempestades são causadas por essas manchas solares, regiões onde há uma redução de temperatura e pressão das massas gasosas no Sol, relacionadas ao seu campo magnético. O Sol tem ciclos de atividade de aproximadamente 11 anos, com períodos mais intensos. O auge desse ciclo acontece agora, em 2013.
A sonda do SDO estuda, desde 2010, os fenômenos que acontecem no Sol e, de alguma forma, interferem na Terra. A imagem divulgada pela Nasa combina dois instrumentos do SDO. Um deles tira fotos em luz visível. Já o outro faz imagens com um comprimento de onda que capta a baixa atmosfera do Sol.
Juntas, as manchas pretas têm um diâmetro equivalente a mais de seis Terras. Segundo a Nasa, elas evoluíram rapidamente para o que se chama de "região delta". Isso significa que as áreas mais claras apresentam campos magnéticos que apontam na direção contrária dos campos do centro.
Por ser considerada uma configuração instável, ela pode causar erupções de radiação no Sol. Dependendo da intensidade, o fenômeno pode alcançar a Terra em forma de tempestades solares. Isso pode prejudicar sinais de comunicação, mas não coloca o ser humano em perigo. [Fonte: Info.Abril]


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Telescópio faz imagem de "berçário" de estrelas a 8 mil anos-luz da Terra


Imagem em luz visível da Nebulosa da Lagosta foi obtida anteriormente por um telescópio dinamarquês localizado em La Silla (Foto: ESO/IDA/Danish 1.5 m/ R. Gendler, U.G. Jørgensen, J. Skottfelt, K. Har


Nebulosa da Lagosta ou NGC 6357 fica na constelação do Escorpião.

Instrumento europeu estuda estrutura, origem e vida inicial da Via Láctea.



Um telescópio do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), que mapeia a Via Láctea, captou uma nova imagem da Nebulosa da Lagosta, uma "maternidade" de estrelas localizada a 8 mil anos-luz da Terra, na Constelação do Escorpião.



O registro do instrumento Vista, situado no Observatório de Paranal, no norte do Chile, foi obtido por meio de raios infravermelhos e mostra nuvens brilhantes de gás e filamentos de poeira escura em volta de astros quentes e jovens. Esses aglomerados são onde nascem as estrelas, incluindo aquelas de grande massa, que brilham em tons azuis-esbranquiçados em luz visível.



Além de obter uma nova imagem da Nebulosa da Lagosta, também chamada de Nebulosa Guerra e Paz ou NGC 6357, esse telescópio terrestre observa toda a região central da nossa galáxia, para determinar sua estrutura, origem e vida inicial.



O novo retrato feito pelo Vista revela detalhes diferentes dos identificados por um telescópio dinamarquês em La Silla, também no Chile, que flagrou o objeto apenas em luz visível, com muita interferência da poeira cósmica em volta dele.



Partes da NGC 6357 também já foram registradas em luz visível pelo telescópio Hubble, da agência espacial americana Nasa, e pelo Very Large Telescope (VLT) do ESO.



Uma das estrelas jovens que habitam essa nebulosa é a Pismis 24-1, que já foi considerada o maior astro conhecido - até os astrônomos descobrirem que ela se trata, na verdade, de pelo menos três estrelas enormes, cada uma com massa de até 100 sóis. [Fonte: G1]

Nasa anuncia tempestade solar mais forte até agora em 2013


A Nasa anunciou que o domingo (17/02/2013) foi marcado pela tempestade solar mais forte até agora em 2013. O incremento nas atividades solares, porém, não causou maiores transtornos à Terra.
A tempestade foi classificada como do tipo M, que é de intensidade média.

As erupções solares são classificadas pelos cientistas conforme seu brilho em raios-X um um determinado intervalo de comprimento de onda. As de classe X são grandes erupções, que podem desencadear a suspensão de diversas atividades eletromagnéticas e afetar a comunicação da Terra. As de classe M são erupções de média intensidade e afetam sobretudo os polos, podendo haver rápidos bloqueios nas emissões de rádio. Já as de classe C são pequenas erupções e não afetam a Terra.

Equipamentos de monitoramento da atividade solar já indicaram que não houve ejeção de material coronal.

Apesar disso, houve alguns efeitos na Terra. A radiação UV da explosão provocou uma onda de ionização na alta atmosfera terrestre, que pode ser percebida por algumas pessoas que escutavam rádio na Europa e na América do Norte.

ATIVIDADE INTENSA

O Sol tem ciclos de atividade de 11 anos, em que se alternam períodos mais intensos e outros de calmaria. O pico de atividade do ciclo atual está previsto para este ano.

"Em 1989, uma tempestade solar causou a queda na rede elétrica no Canadá. A consequência mais comum, porém, é a intensificação dos fenômenos luminosos conhecidos como auroras austrais e boreais, que ficam visíveis mais longe dos polos. Fonte: FOLHA.COM

NASA CAPTA IMAGENS ESPECTACULARES DE EXPLOSÃO SOLAR

A NASA revelou esta quarta-feira (20/02/2013) um novo vídeo do Sol, concretamente sobre a criação de curvas magnéticas na superfície solar, o «Flux Rope» («Tubo de fluxo»), como é conhecido pelos especialistas. Tirada em 19 de Julho de 2012, só agora a NASA revelou as imagens e as fotos, já que tiveram de ser editadas para clarificar a estrutura de cada curva. Agora, os cientistas conseguem perceber quanto tempo demora a formação de um tubo de fluxo. O fenômeno ocorre através da formação de várias erupções no sol, conhecidas como ejeções de massa coronal.

Tempestade Solar Catastrófica Pode Atingir a Terra


A Academia Real de Engenharia do Reino Unido alertou sobre os riscos de uma supertempestade solar que pode atingir a Terra em breve. Em relatório, os cientistas destacam que o evento é inevitável e pedem medidas preventivas.
Essas tempestades são causadas por manchas solares, regiões onde há uma redução de temperatura e pressão das massas gasosas no Sol, relacionadas ao seu campo magnético.
O Sol tem ciclos de atividade de aproximadamente 11 anos, com períodos mais intensos. O auge desse ciclo acontece agora, em 2013. Por isso, muitos países já começam a buscar maneiras de se preparar para uma grande tempestade solar.
Segundo o jornal Huffington Post, os pesquisadores britânicos anunciaram que essa supertempestade é um evento de proporções raras. Isso porque erupções solares responsáveis por causar tempestades na Terra são muito comuns. Mas essa que se aproxima deve ser parecida com o Evento de Carrington, que aconteceu em 1 de setembro de 1859. Na ocasião, postos de telégrafo pegaram fogo e as redes tiveram grandes interrupções. Também foram registrados distúrbios no campo magnético da Terra.
É provável que a próxima tempestade seja intensa como a ocorrida há mais de 150 anos. Porém, os cientistas alertam que os efeitos na Terra podem ser mais impactantes agora por causa da grande dependência tecnológica atual. A próxima tempestade solar traria consequências para equipamentos eletrônicos, como satélites, comunicações por rádio, GPS, transformadores e linhas de transmissão de alta tensão.
Tudo isso é causado pelas partículas carregadas pelas tempestades solares, que afetam os equipamentos eletrônicos. Isso causa picos de correntes capazes de danificar aparelhos ou queimar transformadores. Como consequência, pode acontecer um colapso nos sistemas de comunicação, nos automóveis e na aviação.
Somente nos EUA, o dano econômico de uma tempestade nessas proporções pode ser entre 1 e 2 trilhões de dólares no primeiro ano. A recuperação completa de todas os perdas causadas pode demorar de 4 a 10 anos, de acordo com um relatório de 2008 do Conselho Nacional de Pesquisa dos Estados Unidos.
Segundo Adriana Valio, astrofísica e presidente da Sociedade Astronômica Brasileira, vale lembrar que essas tempestades não causam riscos imediatos para a saúde de quem está na Terra. Apenas os astronautas fora da estação espacial e pilotos de aviões de caça ou de voos com rota transpolar podem ser prejudicados.[Fonte: Info.Abril]


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Asteróide de 45 m passa perto da Terra; assista à transmissão ao vivo


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Tamanho impediu que meteoro fosse detectado antes de cair, dizem especialistas



Nasa afirma que trajetórias do meteorito que caiu na Rússia e a do asteroide 2012 DA14 são completamente diferentes e que as duas rochas não têm relação alguma



AP
Rastro deixado pelo meteorito é visto no céu de Chelyabinsk, na Rússia

Justamente no dia previsto para a passagem “de raspão” de um asteroide pela Terra, a imagem e os danos causados pela queda de um meteorito na Rússia chocaram o mundo. A passagem do asteroide 2012 DA14 a 27 mil quilômetros da Terra foi anunciada há mais de um mês, já o meteorito pegou todos de surpresa.
A agência espacial russa Roscosmos disse que o meteorito viajava a uma velocidade de 30 quilômetros por segundo e que eventos desse tipo são difíceis de serem previstos.
Especialistas afirmam que o motivo para o evento na Rússia não ter sido detectado deve ter relação com o tamanho do meteoro e também sua cor. “Calcula-se que o asteroide tenha cerca de 50 metros de comprimento, já o meteorito era muito menor. Estes objetos são observados e monitorados por vários centros especializados e agências espaciais. Centenas são observados todos os anos. Porém para ele ser captado pelos telescópios depende do tamanho e de sua cor cor”, disse ao iG Othon Winter, físico do departamento de Matemárica da Faculdade de Engenharia da da Unesp.
Estima-se que a queda de meteoros ocorra cerca de dez vezes ao ano. Porém, é raro um meteorito cair em uma região povoada, afinal 70% do planeta é composto por água e está inabitado por humanos. Porém, na manhã desta sexta-feira (15) a queda de um meteorito nos Montes Urais, na Rússia, deixou centenas de feridos e causou pânico em cidades da região. A explosão do meteoro ao entrar na atmosfera criou uma onda de choque que quebrou vidraças e lançou objetos pelo ar a quilômetros de distância.


Nasa
Ilustração mostra aproximação do asteroide 2012 DA14 com a Terra
















“Queda de meteoritos são eventos relativamente comuns, porém este caiu em uma área populosa e note que os ferimentos das vítimas não foram causados por choques com os fragmentos da rocha, mas por causa da movimentação de ar gerada e suas consequências”, disse ao iGDaniela Lazzaro, pesquisadora em ciências planetárias do Observatório Nacional.
A pesquisadora afirma que objetos como estes não são raros, mas para fazer os estragos que fez, além de cair sobre uma área habitada, é preciso uma série de fatores como tamanho, velocidade que entra na atmosfera e atinge a crosta terrestre. “Além disso, é levado em conta as condições das camadas da atmosfera, condições do vento. É uma conjunção de fatores.”
Em um comunicado, a Nasa afirmou que a trajetória do meteorito que caiu na Rússia e a do asteroide 2012 DA14 são completamente diferentes, o que faz deles dois objetos sem relação nenhuma. “As informações sobre o meteorito russo ainda estão sendo coletadas e as análises preliminares ainda estão sendo concluídas. Em vídeos do meteoro, ele parece passar da esquerda para a direita em frente ao sol nascente. Isto significa que ele estava viajando do Norte para o Sul. A trajetória do asteroide está na direção oposta, do Sul para o Norte”, afirmou o comunicado.
Astrônomos afirmam que não há chance de o asteroide colidir com a Terra, mas caso isto acontecesse, liberaria cerca de 2,5 megatoneladas de energia na atmosfera. “Seria algo comparável ao impacto causado por outro objeto em Tuguska na Sibéria em 1908”, disse Donald Yeomans administrador do Programa de Objetos Próximos a Terra, da Nasa. O choque na Sibéria resultou em grande devastação em uma área de 1.200 quilômetros quadrados.
Vale lembrar que meteoro é o nome dado aos pedaços de rochas do espaço, normalmente provenientes de grandes cometas ou asteroides. Quando eles entram na atmosfera, se fragmentam e se chocam com a Terra, são chamados de meteorito. [Fonte: IG]

Qual a diferença entre asteroide, cometa, meteoro e meteorito?


O medo de que um cometa atinja novamente a Terra tem permeado o imaginário da população mundial há séculos. Esse fenômeno astronômico, porém, não é o único que pode afetar nosso planeta. Asteroides, meteoroides, meteoros e meteoritos são outros corpos celestes que podem se chocar com a Terra - o que não é tão raro de acontecer. Cerca de 40 mil toneladas de rochas espaciais descem ao mundo a cada ano, principalmente na forma de poeira e pequenos meteoritos.
A última vez que um grande corpo celeste atingiu a Terra causando grande destruição foi em 1908, quando um asteroide com aproximadamente 50 metros de diâmetro explodiu no ar sobre a região de Tugunska, na Sibéria, destruindo uma floresta de 2 mil quilômetros quadrados. A recente queda de meteorito sobre a região de Montes Urais, na Rússia, representou apenas uma fração de toda essa magnitude. Fenômenos assim ocorrem a cada década, mas costumam atingir áreas despovoadas.
Não há registro de que alguma pessoa tenha sido morta devido à queda de meteoritos vindos do céu. Existem relatos de que um cachorro teria morrido em 1911 e de um garoto que foi atingido em Uganda em 1992, porém não ficou gravemente ferido. A maior parte da superfície terrestre não é habitada por humanos, então essas rochas espaciais tendem a cair sobre áreas desoladas ou nos oceanos.
Asteroides e cometas

Um asteroide é um corpo rochoso composto por minerais e metais que orbita no Sistema Solar. Já o cometa é uma bola de poeira e gelo - embora também contenha rocha em sua composição - que se forma no Cinturão de Kuiper ou na Nuvem de Oort, regiões externas do Sistema Solar. Essas pedras de gelo são atraídas pela gravidade dos maiores planetas.

Normalmente, os asteroides ficam em órbitas bem definidas e estáveis, concentrados entre as órbitas de Marte e Júpiter. Essa região é conhecida como Cinturão de Asteroides. Com formato irregular, a maioria dos asteroides tem cerca de 1 quilômetro de diâmetro - mas alguns podem chegar a centenas de quilômetros. Asteroides de diversos tamanhos já atingiram a Terra.
Há asteroides de tamanhos tão variados quanto 20 metros e 900 quilômetros de diâmetro. Estima-se que o asteroide que teria liquidado os dinossauros possuísse 10 quilômetros de diâmetro. Ao todo, a Nasa - a agência espacial americana - classifica mais de 4,7 mil objetos próximos da Terra como "potencialmente perigosos". Nessa conta, entram todos os bólidos espaciais maiores do que 100 metros de diâmetro, suficientemente grandes para resistir à entrada na atmosfera terrestre e de órbita relativamente próxima à do nosso planeta.
Os cometas também orbitam o Sol, mas têm órbitas muito maior do que a dos asteroides, que são geralmente mais elípticas. Conforme os cometas se aproximam do Sol, a energia solar começa a evaporar o gelo, emitindo gases e poeira e, assim, criando a sua cauda característica. Alguns têm órbitas regulares, mas outros são vistos apenas uma vez.
Um dos cometas mais famosos é o Halley. Ele foi identificado como cometa periódico em 1696 por Edmond Halley. Aproximadamente a cada 76 anos, o cometa Halley orbita em torno do Sol. Sua próxima aparição está prevista para 29 de julho de 2061.
Meteoritos, meteoros e meteoroides
Meteoroides são pequenas pedras ou pedaços de metal que viajam pelo espaço. Os astrônomos os definem como corpos celestes que orbitam o Sol e têm menos de 10 metros. Rochas espaciais de tamanho maior - até mil quilômetros - ficam conhecidas como asteroides.

Meteoros são flashes de luz que ocorrem quando um meteoroide queima e se desintegra na atmosfera da Terra, criando o que é popularmente conhecido como estrela cadente. Os meteoritos são pedras que, diferentemente do meteoro, sobrevivem à entrada na atmosfera da Terra e chegam ao chão. Foi o que atingiu a Rússia no dia 15 de fevereiro de 2013. [Fonte: Terra]

Agência Espacial Europeia descarta relação entre meteorito e asteroide


O meteorito que caiu nesta sexta-feira nos montes Urais, na Rússia, e que deixou pelo menos 950 feridos, não tem relação com o asteroide denominado 2012 DA14 que passará hoje a apenas 27 mil quilômetros da Terra, segundo a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).
O engenheiro de instalações de satélites de pesquisa da ESA, Rainer Krefken, disse àAgência EFE que "pode se descartar que o meteorito e o asteroide tenham a ver", já que sua trajetória é diferente.
"Se o meteorito tivesse a ver com o asteroide, teria apresentado outra direção de voo, teria voado do Sul para o Norte e não para o Oeste, como foi o caso", disse Krefken do centro de controle de operações da ESA na cidade alemã de Darmstadt.
Segundo o especialista, a queda do meteorito não poderia ser prevista com a técnica disponível na atualidade.
A queda de meteoritos é um fenômeno que ocorre uma vez ao ano, mas normalmente passa despercebido porque costuma ocorrer no deserto ou em outras áreas não povoadas. O fato registrado hoje na região russa de Cheliabinsk, nos montes Urais, é o acidente de maiores consequências causado por um corpo celeste na Terra nos últimos anos.
Também foi um meteorito o responsável por uma gigantesca explosão que na manhã do dia 30 de junho de 1908 devastou uma superfície de 2.200 quilômetros e arrasou mais de 80 mil árvores perto do rio Tunguska, na Sibéria (Rússia). O chamado "evento de Tunguska" liberou uma energia 300 vezes superior à bomba nuclear de Hiroshima.
O fenômeno de hoje aconteceu no mesmo dia previsto para que o asteroide 2012 DA14, com algo entre 45 e 95 metros de diâmetro, passe a cerca de 27.860 quilômetros da Terra, a maior aproximação registrada de um objeto cósmico de nosso planeta, embora suficientemente longe para que não tenha consequências, segundo os especialistas.
A queda de um meteorito de 10 quilômetros de diâmetro há 65,5 milhões de anos, sobre a península mexicana de Iucatã, pôs fim à era dos dinossauros e afetou quase 70% das espécies. Segundo o especialista da ESA, "isto é algo que poderia voltar a ocorrer". "É algo que poderia ser previsto, dependendo da órbita, mas para isso seria necessário muito tempo de adiantamento, pelo menos um ano. Mas quanto mais tempo melhor", segundo Krefken. [Fonte: Terra]

Meteoro cai na Rússia, causa destruição e deixa mais de 1000 feridos atingindo o solo!!!

Pesquisadores da Academia de Ciências da Rússia estimam que o meteorito que atingiu a região russa de Montes Urais nesta sexta-feira dia 15/02/2013 pesava cerca de 10 toneladas e entrou na atmosfera da Terra a uma velocidade de pelo menos 54 mil quilômetros por hora. O objeto celeste deve ter se fragmentado a cerca de 30 quilômetros acima do solo. As informações são do site do periódico britânico The Guardian.
Para se ter uma ideia de comparação, o asteroide que deve cruzar "raspando" pela Terra na tarde de hoje tem massa de 130 mil toneladas e cerca de 45 metros de diâmetro.
Pelo menos 500 pessoas se feriram após a queda do meteorito, a maioria por estilhaços de vidro. O susto foi provocado após o choque do objeto com a atmosfera, o que provocou uma grande pressão, com deslocamento de ar. 
Veja vídeos publicados no Youtube:


Imagem mostra buraco de 6 metros após queda de meteorito


Autoridades informaram que o meteorito caiu em um lago congelado - Foto: AFP



Meteorito deixa quase mil feridos e causa pânico na Rússia


Moscou - Vários meteoritos caíram na manhã desta sexta-feira na região russa dos Urais, acompanhados por clarões incandescentes e violentas explosões, derrubando paredes e janelas, provocando pânico e ferindo quase 1.000 pessoas, afirmou o governador da região de Cheliabinsk, Mikhail Yurevich, citado pela agência pública Ria Novosti.
"O número de feridos é de 950", declarou o governador. O balanço anterior era de mais de 500 feridos na região, muitos deles por estilhaços devido à quebra das janelas.
O trânsito pela manhã foi detido subitamente na cidade de Cheliabinsk, nos Urais, enquanto o meteorito queimava parcialmente em sua queda ao ingressar na camada inferior da atmosfera sobre a cidade, iluminando o céu, segundo imagens exibidas pela televisão.
Não está claro se este meteorito está vinculado ao asteróide 2012 DA 14, que deve passar a 27.000 km da Terra ainda nesta sexta-feira, em um trajeto próximo ao planeta.
O ministério do Interior havia informado pouco antes que mais de 400 pessoas ficaram feridas, três delas em estado grave, pela onda de choque, em Cheliabinsk e em outras cinco cidades. O ministério das Situações de Emergência apontou que as comunicações dos telefones celulares estavam momentaneamente cortadas.
"Às 09h20 (01h20 de Brasília) foi observado um objeto em Cheliabinsk que voava em grande velocidade e deixava um rastro. Dois minutos depois foram ouvidas duas explosões", afirmou Yuri Burenko, funcionário do Escritório Regional de Situações de Emergência.[Fonte: Exame/Yahoo]
Fábrica de zinco danificada pelos meteoritos em Cheliabinsk, 15 de fevereiro, 2013

Danos à loja em Cheliabinsk por causa de meteoritos: 
a maioria dos feridos foi vítima de vidros quebrados




quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Grupo da ONU propõe plano para proteger a Terra de asteroides


Pela primeira vez um grupo de trabalho das Nações Unidas propôs um plano de coordenação internacional para detectar asteroides potencialmente perigosos e, em caso de risco para a Terra, preparar uma missão espacial com capacidade para desviar sua trajetória.
"O risco de que um asteroide se choque contra a Terra é extremamente pequeno, mas, em função do tamanho do lugar do impacto, as consequências podem ser catastróficas", indica um relatório entregue esta semana aos Estados-membros por parte do Escritório da ONU para o Espaço Exterior (Unoosa).
O relatório de 15 páginas ao qual a EFE teve acesso, se chama "Recomendações da Equipe de Ação sobre Objetos Próximos à Terra para uma Resposta Internacional à Ameaça de um Impacto", e foi elaborado por um grupo de trabalho criado em 2007 em Viena.
Atualmente são conhecidos cerca de 20 mil asteroides próximos à Terra, dos quais aproximadamente 300 são potencialmente perigosos, explica o diretor do grupo de trabalho que redigiu o documento, o mexicano Sergio Camacho.
Até 2020, o analista prevê que será detectado até meio milhão de asteroides próximos a nosso planeta graças à melhora da tecnologia de localização. "São objetos que estão aí, mas não sabemos onde estão", ressalta.
No caso do asteroide DA14, de cerca de 40 metros de diâmetro, e que passará amanhã muito perto de nosso planeta, "se impactasse em Londres, por exemplo, provavelmente destruiria toda sua região metropolitana", destaca o analista.
"Ao contrário do que ocorre com os terremotos, os furacões e outros perigos naturais, em relação aos asteroides podemos fazer algo, sobretudo se os encontramos com muita antecipação", sustenta.
Assim, o documento considera "prudente e necessário" estabelecer critérios e planos de ação para não perder tempo em "debates prolongados" dado que uma missão espacial para desviar um asteroide requer de muito tempo e "o disponível antes do impacto previsto pode ser pouco".
Recomenda-se estabelecer uma rede internacional para detectar os asteroides com um rumo de colisão com a Terra o mais rápido possível, e fixar claros procedimentos de atuação. O relatório destaca que já existem os recursos financeiros para esta rede, mas que se requer de "um centro de troca de informações reconhecido internacionalmente".
Além disso, recomenda aos Estados com organismos espaciais "criar um grupo assessor para o planejamento de missões espaciais", que receberia o apoio da ONU em nome da comunidade internacional.
O grupo estaria encarregado de estudar fórmulas para "a defesa do planeta" com "uma capacidade de desvio eficaz".
Por último, o relatório recomenda estabelecer um planejamento e coordenação para responder a possíveis desastres no caso de não se poder detectar um impacto de asteroide pelas atuais limitações tecnológicas.
"Talvez não se possam detectar objetos de entre 30 e 300 metros de diâmetro nem de emitir alertas de impacto" a tempo, por isso é preciso contar com planos de resposta semelhantes a outros grandes desastres naturais, adverte.
O documento não menciona nenhum projeto concreto, como a Missão Don Quixote, um plano desenvolvido por empresas espanholas e selecionado pela Agência Espacial Europeia (ESA), que propõe o envio de duas sondas, uma para impactar contra o asteroide e outra para calcular se se conseguiu desviar a trajetória.
Camacho detalha que uma possível missão dependeria do tamanho, da velocidade e da proximidade do objeto espacial. No caso de que o corpo espacial se descubra a tempo se lhe poderia acoplar um satélite artificial que variaria pouco a pouco seu rumo, enquanto outra modalidade seria que um veículo espacial impactasse contra o asteroide.
"E se não houver tempo, deveria se utilizar algum tipo de dispositivo nuclear" que explodisse cerca do asteroide para desviar ou desacelerar sua trajetória, mas sem fragmentá-lo.
Camacho considera que o custo econômico de desenvolver o plano de ação não deveria constituir um problema. "Se se comparar o prejuízo que o impacto de um asteroide em uma zona urbana pode causar com o custo de um lançamento (espacial), não é nada", ressalta.
O documento ainda pode sofrer alterações antes de ser adotado, até o próximo dia 22, por uma subcomissão científica em Viena, e em junho, pela Comissão da ONU sobre a Utilização do Espaço Ultraterrestre com Fins Pacíficos.
Então será submetido a votação, em outubro, na Assembleia Geral das Nações Unidas, segundo detalha o especialista mexicano, que acredita que o documento não sofrerá grandes alterações. [Fonte: Terra]
Simulação da Nasa coloca duas faces de asteroide, iluminada e escura, lado a lado, para dar uma ideia do objeto Foto: NASA / Reprodução

Asteroide passará de raspão pela Terra


2012 DA14: asteroide irá atingir a menor distância da Terra de que se tem notícia desde que os registros começaram nos anos 90

A órbita terrestre receberá nesta sexta-feira (15/02/2013) um ilustre visitante: o asteroide 2012 DA14. Com aproximadamente 45 metros de diâmetro, o corpo rochoso irá passar a cerca 27 mil quilômetros da Terra, sobre a Indonésia. Apesar de ficar marcado como o objeto cuja trajetória registrará a menor distância já alcançada da Terra, a NASA garante que não há qualquer risco de colisão com o planeta ou com satélites no espaço.

Embora sua trajetória chegue muito perto do planeta, não será possível observar o 2012 DA14 a olho nu. Mas, explicou a NASA, quem estiver na região do Leste Europeu, Ásia e Austrália conseguirá enxergá-lo atravessando o céu através de binóculos, por exemplo.
Também não será possível aproveitar os possíveis recursos minerais que compõem o corpo rochoso. “Estimamos que o 2012 DA14 possa valer cerca de 195 bilhões de dólares em metais e combustíveis”, explicou a Deep Space Industries (DSI), uma das empresas pioneiras em mineração espacial. O problema que impede a sua mineração, continuou a DSI, é a sua órbita levemente inclinada em relação à Terra e que torna difícil alcançá-lo.
O 2012 DA14 foi descoberto pelo observatório espanhol La Sagra em fevereiro do ano passado e, segundo a agência espacial americana, a sua passagem será uma oportunidade única para que pesquisadores analisem um objeto próximo da Terra.
Como de costume em situações que podem criar certo alarde no público, como o episódio do calendário Maia, a agência divulgou uma série de explicações sobre o evento espacial que acontecerá amanhã. Confira cinco esclarecimentos importantes da NASA em relação ao 2012 DA14 e um pequeno vídeo explicativo, em inglês, logo em seguida. 
O 2012 DA14 poderá atingir a Terra?
Segundo cálculos dos especialistas da agência, a resposta é não. “A órbita do 2012 DA14 é muito bem conhecida e ele não chegará a menos de 27 mil quilômetros da Terra”, afirma a NASA.
Qual o tamanho do 2012 DA14?
Estima-se que o asteroide tenha cerca de 45 metros de diâmetro e massa em 130 mil toneladas. Ainda segundo a agência, ele irá viajar a uma velocidade de aproximadamente 28 mil quilômetros por hora ou em torno de 7,82 km por segundo. [Fonte: Exame]



segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Curiosity completa 1ª perfuração para recolher amostras rochosas de Marte


Foto da Nasa mostra o buraco em que o Ciriosity recolheu a primeira amostra de rocha marciana. (Foto: REUTERS/ NASA/JPL-Caltech/MSSS/Handout )
O Curiosity completou a sua primeira perfuração no Planeta Vermelho. Com isso, serão analisados fragmentos do subsolo de Marte, disse a Agência Espacial Americana.
"Esta é a primeira vez que um robô perfura rocha de Marte para recolher uma amostra", anunciou a agência em comunicado.
O jipe-robô é o primeiro da história a conseguir o feito, os seus antecessores haviam apenas limado rochas de Marte. O buraco de 1,6 centímetros de largura e 6,4 centímetros de profundidade pode ser visto nas imagens que o robô transmitiu à Terra.
O local em que o robô atuou foi escolhido em virtude da existência de ambientes úmidos no planeta.  A partir de agora, o Curiosity irá analisar a amostra com os instrumentos de ponta que carrega consigo.
"O robô mais avançado jamais projetado é agora um laboratório de análise em pleno funcionamento em Marte", disse John Grunsfeld, administrador associado da Nasa para o Diretório de Missões Científicas.
Os cientistas, no decorrer dos dias, irão dar instruções ao braço robótico do robô para que ele realize uma série de passos para processar a amostra.
A rocha em que o Curiosity perfurou recebeu o nome de “John Klein”, em homenagem ao subdiretor do projeto que faleceu ainda em 2011.[Fonte: Oficinadanet]

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Asteroide gigante passará muito próximo da Terra


Um asteroide de tamanho semelhante ao que explodiu sobre Tunguska, na Sibéria, em 1908, passará pela Terra no dia 15 de fevereiro à menor distância já registrada para um objeto desse porte. Segundo a NASA, porém, não há risco de colisão com o planeta.
O corpo celeste tem aproximadamente 45 metros de diâmetro e é conhecido como 2012 DA14. Passará a 27.650 km da Terra, um nada em termos astronômicos: mais perto do que a órbita de alguns satélites artificiais. O astro foi detectado em fevereiro do ano passado, quando estava a cerca de 4,3 milhões de quilômetros.
Em 30 de junho de 1908, a Sibéria Oriental foi atingida por um asteroide semelhante ao 2012 DA14. A explosão causado pelo impacto foi duas mil vezes maior do que a da bomba nuclear que destruiu a cidade japonesa de Hiroshima em 1945. Dois mil e duzentos quilômetros quadrados de floresta foram destruídos. Se o impacto tivesse ocorrido quatro horas mais tarde, a cidade de São Petersburgo teria sido varrida da face da Terra. [Diário da Rússia]

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Sonda da Nasa captura imagem do 'cometa do século'


A imagem foi capturada pela sonda Deep Impact, da Nasa - Foto: Nasa / Divulgação

A sonda Deep Impact da Nasa capturou imagens do cometa Ison, que deve iluminar o céu da Terra até 2014 e poderá ser, devido ao seu brilho, o "cometa do século", de acordo com estudiosos.
A Deep Impact fez as imagens ao se concentrar no cometa em um período de 36 horas nos dias 17 e 18 de janeiro, quando o cometa ainda estava a cerca de 763 milhões de quilômetros do Sol.
O corpo celeste deve passar muito perto do Sol em novembro e, acredita-se, poderá ser visto a olho nu com um brilho intenso na Terra, quem sabe até mesmo durante o dia.
O Ison já tem uma cauda de 64 mil quilômetros de extensão, formada por poeira e gases, que ficará visível ao olho nu ainda neste ano, e os cientistas pretendem aproveitar isso para estudar o cometa.
"Esta parece ser a primeira viagem deste cometa para dentro do Sistema Solar, e ele deve passar muito mais perto do Sol do que a maioria dos cometas", afirmou o cientista Tony Farnham, da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos.
"Por isso, nos oferece uma nova oportunidade de ver como a poeira e o gás congelados neste cometa desde o início de nosso Sistema Solar vão mudar e evoluir quando for muito aquecido durante sua primeira passagem perto do Sol."
A sonda Deep Impact foi lançada em 2005 e já conseguiu um feito no estudo de cometas: em sua primeira missão, disparou um projétil que atingiu o cometa Tempel-1 para estudar os destroços liberados com o impacto.
Descoberta
O Ison foi descoberto pelos astrônomos russos Vitali Nevski e Artyom Novichonok em setembro de 2012. O nome dado foi o da instituição na qual os dois trabalham, a International Scientific Optical Network.

No dia 28 de novembro, ele deve chegar a uma distância não muito maior do que um milhão de quilômetros da superfície da estrela.
Se o cometa sobreviver a esta passagem, deve se afastar do Sol ainda mais brilhante do que antes e poderá iluminar os céus da Terra em janeiro de 2014.
No entanto, cometas são imprevisíveis, e o Ison poderá se desintegrar durante a passagem nas proximidades do Sol.[Fonte: Terra]
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