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sábado, 25 de julho de 2009

Eclipse Total

O eclipse chegou ao sudoeste da China a partir das 09h00 local (22H00 Brasília), e a província de Sichuan foi a primeira a ter o fenômeno visível, e bem visível, segundo imagens transmitidas pela TV estatal. Foto:Pedro Ugarte/AFP (Fonte: Yahoo Notícias)


O mais longo eclipse solar total do século 21 avançou nesta quarta-feira (22/07/2009) pela Ásia, passando por Índia e China, os dois países mais povoados do planeta.
Até dois bilhões de pessoas podem ter observado diretamente este "enorme" eclipse do Sol, um recorde na história da humanidade, segundo os astrofísicos.
A partir da 00H30 GMT (21H30 Brasília), a escuridão voltava a uma faixa de 15 mil km de comprimento por 258 km de largura, atravessando a Índia de oeste a leste, chegando ao Nepal, Butão, Bangladesh, Myanmar, China e às ilhas meridionais japonesas.
O eclipse chegou ao sudoeste da China a partir das 09h00 local (22H00 Brasília), e a província de Sichuan foi a primeira a ter o fenômeno visível, e bem visível, segundo imagens transmitidas pela TV estatal.
Em Xangai, que recebeu milhares de turistas nos últimos dias, o tempo encoberto não permitiu observar plenamente o eclipse.
Na Índia, a agência Cox and Kings fretou um Boeing 737-700, que decolou de Nova Délhi antes do amanhecer para "interceptar" o eclipse total a uma altitude de 12.500 metros, voando para o leste, em direção ao Estado de Bihar. Os 21 assentos do aparelho no lado do nascente foram vendidos a 1.700 dólares cada.
Milhares de pessoas assistiram ao fenômeno na cidade santa hindu de Varanasi, constatou o fotógrafo da AFP.
O Sol ficou completamente encoberto pela Lua durante seis minutos e 39 segundos em uma região pouco habitada do Pacífico, um recorde que apenas será superado no ano de 2132.
O eclipse é envolto em grande superstição na Índia e na China.
No evento de um eclipse, alguns hindus (80% dos 1,17 bilhão de indianos) acreditam que os demônios Rahu e Ketu "tragam" o Sol, fazendo com que seja impossível comer os alimentos e tornando a água impotável.
As indianas grávidas, que programaram cesariana para esta quarta-feira, decidiram reprogramar a cirurgia devido ao fenômeno, revelou Shivani Sachdev Gour, ginecologista do hospital Fortis de Nova Délhi.
Na China Imperial, os eclipses eram presságio de catástrofes naturais ou da morte de um imperador. Estas crenças e superstições ainda não desapareceram.
Segundo um artigo do portal chinês Baidu.com., "a probabilidade de haver violência ou uma guerra após um eclipse total é de 95%". (Fonte: Yahoo Notícias)

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Fotos Históricas do Homem na Lua

Há exatos 40 anos, o homem chegava à Lua pela 1ª vez
No dia 20 de julho de 1969, os astronautas da "Apollo 11", Neil Armstrong, Michael Collins e Edwin "Buzz" Aldrin, foram os primeiros homens a pisarem na Lua, realizando um dos sonhos mais antigos da Humanidade. Este feito mudou a percepção de nosso lugar no Universo e nosso olhar sobre a Lua, até então um lugar que, por milênios, foi alvo de veneração, sonhos e superstições.
"Quando chegamos lá, desmitificamos de forma a Lua", considerou Roger Launius, chefe do departamento de História Espacial do Smithsonian Institution de Washington. Confira abaixo algumas fotos que relembram este grande marco na nossa história:











quarta-feira, 15 de julho de 2009

Saiba o que aconteceu com os astronautas que foram à Lua

Armstrong, Aldrin e Collins ainda vivem 40 anos após jornada histórica.Biografias oficiais dos aventureiros estão disponíveis em inglês.

Embora a Nasa tivesse um total de 17 voos em seu programa Apollo, somente seis realmente pousaram na Lua. Junto com Neil A. Armstrong, que deu o primeiro passo na superfície, outros onze homens deixaram a segurança relativa de seus módulos lunares para recolher amostras de rochas e poeira e completar os objetivos de cada missão.

Da esquerda para a direita, os astronautas da Apollo 11, Michael Collins, Neil Armstrong e Buzz Aldrin junto com o presidente George W. Bush em 2004 (Foto: Nasa)

Em cada viagem, um dos três astronautas permanecia no módulo de comando e orbitava ao redor da Lua, até que os outros voltassem. Após o fim do programa Apollo, os astronautas buscaram diferentes atividades. Abaixo, uma atualização sobre os astronautas que viajaram à Lua na Apollo 11, em julho de 1969.

NEIL A. ARMSTRONG

Comandante. Nascido em 5 de agosto de 1930, em Wapakoneta, Ohio. Armstrong deixou a Nasa em 1971 para se tornar professor de engenharia aeronáutica na Universidade de Cincinnati. Depois, serviu à diretoria de várias empresas privadas. Também trabalhou na Comissão Nacional do Espaço, de 1985 e 1986, e na Comissão Presidencial do Acidente da Challenger, em 1986. Em 2005, a biografia autorizada de Armstrong, "First Man: The Life of Neil A. Armstrong", escrita por James R. Hansen, foi publicada pela Simon & Schuster. Ele hoje mora em Cincinnati.

EDWIN E. ALDRIN JR.

Piloto de módulo lunar. Nascido em 20 de janeiro de 1930, em Montclair, Nova Jersey. Aldrin, conhecido como Buzz, deixou a Nasa em julho de 1971 e Força Aérea em 1972. Ele fundou a Starcraft Boosters, empresa de projetos de foguetes, e a Fundação ShareSpace, uma organização sem fins lucrativos dedicada a promover a educação e a exploração espacial e voos espaciais acessíveis. Aldrin publicou uma autobiografia em 1973, "Return to Earth" (Random House), e outro livro de memórias neste ano, "Magnificent Desolation: The Long Journey Home from the Moon" (Harmony), no qual descreve sua batalha contra o alcoolismo e seu comprometimento contínuo com a exploração espacial. Hoje, ele mora em Los Angeles.

MICHAEL COLLINS

Piloto do módulo de comando. Nascido em 31 de outubro de 1930, em Roma. Collins deixou a Nasa em 1970 e se tornou diretor do Museu Nacional do Ar e do Espaço, do Instituto Smithsonian, em Washington. Depois, abriu sua própria empresa de consultoria. Ele é autor de "Carrying the Fire: An Astronaut’s Journeys" (Farrar, Straus & Giroux) e "Liftoff: The Story of America’s Adventure in Space" (Grove Press), bem como do livro infantil "Flying to the Moon and Other Strange Places" (Farrar, Straus & Giroux). Collins é aposentado e mora no sul da Flórida. (Fonte: G1)

Novo mapa de Vênus sugere que planeta teve continentes e oceano

Concepção artística da nave Venus Express (Foto: ESA)


Dados foram obtidos por sonda com sensores de infravermelho.Hoje planeta é estufa gigante, quente o suficiente para derreter chumbo.


Vênus pode ter sido mais parecido com a Terra, com um oceano e um sistema de placas tectônicas que deu lugar à formação de continentes, segundo o primeiro mapa do hemisfério sul desse planeta elaborado com as câmeras de infravermelho da nave Venus Express. O mapa é o resultado de mais de mil imagens obtidas entre maio de 2006 e dezembro de 2007 por equipamentos com infravermelho que permitem ver através das densas nuvens que cobrem Vênus, segundo a Agência Espacial Europeia (ESA).


Antes, foram utilizados sistemas de radar para obter mapas de alta resolução da superfície de Vênus, mas esta é a primeira vez que se obtém um mapa que indica qual poderia ser a composição química das rochas. Os novos dados são compatíveis com as suspeitas de que os dois planaltos montanhosos de Vênus são antigos continentes produzidos por uma atividade vulcânica, que antes estiveram cercados por um oceano. "Não é uma prova, mas é compatível. Tudo o que podemos dizer, por enquanto, é que as rochas do planalto parecem diferentes das encontradas em outros lugares", afirma, em uma nota da ESA, o cientista alemão Nils Müller, que dirigiu os trabalhos cartográficos. Na opinião do cientista, a única maneira de ter certeza de que os dois planaltos de Vênus são continentes será enviando uma sonda a essas áreas. Embora a água de Vênus tenha desaparecido, ainda pode haver atividade vulcânica, afirma. "Vênus é um planeta grande, aquecido por elementos radioativos em seu interior. Deve ter a mesma atividade vulcânica que a Terra", afirma Müller. O mapa oferece aos astrônomos uma nova ferramenta para entender por que Vênus é tão semelhante em tamanho à Terra e, no entanto, evoluiu de forma tão diferente, afirma a ESA. A nave "Venus Express" foi lançada em 9 de novembro de 2005 e levou 155 dias para chegar à sua órbita operacional. (Fonte: G1)

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