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terça-feira, 31 de maio de 2011

Foto da Nasa mostra limite entre atmosfera da Terra e o Espaço

A Nasa divulgou nesta terça-feira (31) uma foto do que seria o limite da atmosfera da Terra, tirada por astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). A imagem mostra exatamente onde termina a atmosfera do planeta Terra e onde começa o espaço.

A foto foi captada quando o ônibus espacial Endeavour estava acoplado à ISS.

A nave Endeavour deve chegar de seu retorno à Terra nesta quarta-feira (1º), no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, às 14h35 (horário local) e 13h35 (horário de Brasília). [Fonte: R7]

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Climatologistas consideram exoplaneta potencialmente habitável


Simulação mostra o planeta 581d em órbita ao redor da estrela anã e um mapa de calor onde o vermelho seriam áreas quentes e o azul áreas mais frias



Um dos planetas que gira ao redor da estrela-anã Gliese 581 poderia ser "habitável", com clima propício para a existência de água em estado líquido e vida, segundo um estudo que uma equipe de climatologistas acaba de publicar.

Os astrônomos querem determinar se alguns dos 500 exoplanetas descobertos são aptos para abrigar a vida.

Sete vezes mais maciço que a Terra e aparentemente rochoso, o Gliese 581d "poderia ser o primeiro planeta potencialmente habitável" descoberto até hoje, anunciou esta segunda-feira o francês Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNRS) em um comunicado.

Detectado em 2007 a 20 anos-luz (1 ano-luz = 9,5 trilhões de quilômetros) do Sistema Solar, o Gliese 581d foi considerado na ocasião frio demais para ser "habitável", ou seja, não teria temperaturas compatíveis com a presença de água em estado líquido em sua superfície.

Este exoplaneta, que orbita ao redor de uma estrela pouco quente, uma anã-vermelha, recebe três vezes menos energia em comparação com a que a Terra recebe do Sol. Também é possível que tenha sempre a mesma face voltada para a sua estrela, enquanto a outra permanece em eterna escuridão.

Apesar das desvantagens, o Gliese 581d poderia se beneficiar de um efeito estufa, que lhe dá um clima "quente a ponto de permitir a formação de oceanos, nuvens e chuva", segundo uma modelização que ilustra "a grande variedade de climas possíveis para os planetas da galáxia", acrescentou o CNRS.

Nesta simulação, a equipe de Robin Wordworth e François Forget, do Laboratório de Meteorologia Dinâmica (LMD) do Instituto Pierre Simon Laplace de Paris, se inspirou nos modelos usados para o estudo do clima terrestre, ampliando a gama de condições possíveis.

Se tiver uma atmosfera densa em dióxido de carbono (CO2), o que é considerado muito provável pelos cientistas, o exoplaneta pode evitar a condensação de sua atmosfera na face noturna e inclusive ter um clima quente.

Após um fenômeno denominado "difusão Rayleigh", que dá a tonalidade azul ao nosso céu, a atmosfera terrestre reflete para o espaço uma fração importante do resplendor azul, limitando o aquecimento do nosso planeta. Um efeito que é pouco sensível com o vermelho, segundo os cientistas, cujos trabalhos foram publicados na revista científica "The Astrophysical Journal Letters".

O Gliese 581d, terceiro planeta que orbita ao redor da anã-vermelha, poderia estar em uma penumbra avermelhada, com uma atmosfera densa e uma espessa camada nebulosa. [Fonte: UOL]

Astrônomos anunciam planeta que poderia ser habitável fora do Sistema Solar


Cientistas mostram que condições de temperatura e pressão permitem a existência de água em estado líquido, além de nuvens e chuva.

Astrônomos franceses anunciaram nesta terça-feira (17/05/11) que um planeta fora do nosso Sistema Solar apresenta condições favoráveis para abrigar formas de vida.

Pelo menos quatro planetas giram em torno da estrela Gliese 581.

Os cientistas simularam, em computador, como seria a atmosfera de um deles, que tem o dobro do tamanho da Terra, e concluíram que as condições de temperatura e pressão permitem a existência de água em estado líquido, além de nuvens e chuva.

O ar mais denso e a concentração de dióxido de carbono seriam tóxicos para seres humanos. Mas os cientistas esperam que novas gerações de telescópios permitam observar se há sinais de vida de outras espécies no planeta.

Um novo tipo de planeta, escuro e solitário, acaba de ser descoberto por astrônomos americanos, japoneses e neozelandeses. Um estudo liderado por David Bennet, da Universidade de Notre Dame (EUA) e publicado nesta quarta-feira na revista "Nature", revela uma classe inteiramente nova de astros do tamanho de Júpiter - o maior planeta do nosso Sistema Solar, com massa 300 vezes superior à da Terra. Sua principal característica é que eles estão sozinhos no espaço, muito distantes de sua estrela (planetas sempre orbitam estrelas).

Para Bennet e seus colegas, esses planetas solitários são como párias espaciais, ejetados de sistemas solares em desenvolvimento. Para realizar o estudo, os astrônomos analisaram uma região do centro da Via Láctea, a nossa galáxia. Pelo menos 10 planetas do novo tipo foram identificados. Esse tipo de astro, por ser pequeno (para a escala do Universo), distante e não emitir luz própria, não pode ser observado diretamente. Eles são detectados por inferências matemáticas.

- Nosso estudo sugere que sistemas planetários são lugares muito instáveis, com planetas sendo expulsos devido ao choque de astros - disse Bennet.

Em duas décadas o conhecimento sobre planetas aumentou de forma impressionante. Para se ter ideia, não se conhecia nenhum planeta além daqueles que orbitam o Sol. Hoje, mais de 500 dos chamados exoplanetas (fora do nosso Sistema Solar) são conhecidos. [Fonte: Globo/Gazeta]

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Lua de Júpiter está recheada de fogo


Foto: University of Michigan/ University of California at Los Angles

Estrutura interna da lua Io, revelada pela sonda Galileu, é um oceano de magma com mais de 50 km de espessura.

A lua Io, que gira ao redor do planeta Júpiter, talvez seja o corpo celeste que mais se aproxima do conceito de “inferno”. Com a maior atividade vulcânica do sistema solar, seus mais de 400 vulcões ativos jorram lava e conferem a Io um aspecto um tanto quanto peculiar. Uma nova análise dos dados coletados pela sonda espacial Galileu levou os pesquisadores a concluir que, por dentro, a lua está recheada de magma.

Basicamente é um oceano de magma com mais de 50 quilômetros de espessura, sendo que cerca de 20% dele está derretido. “Ficamos muito surpresos com a descoberta. Não porque achamos algo totalmente inesperado, pois ideias teóricas já sugeriam que poderia haver um oceano de magma em Io. A surpresa foi devido ao fato de um modelo de oceano de magma corresponder tão bem às observações que fizemos e também por ela nos fornecer a espessura e a porcentagem derretida do oceano de magma”, explicou ao iG Krishan Khurana, principal autor do artigo, da Universidade da California em Los Angeles, Estados Unidos.

A descoberta põe também fim a duas dúvidas antigas. “Finalmente entendemos, com pequena margem de dúvida, de onde os vulcões de Io pegam todo o magma e também porque o magma é distribuído de maneira tão uniforme na superfície lunar. Agora, temos também uma explicação para a falta de um campo magnético interno em Io. Nosso trabalho sugere que o oceano de magma age como uma barreira ao resfriamento do centro da lua, impedindo que haja convecção [movimento de um fluido que gera um campo magnético]. Sem convecção um núcleo metálico não consegue gerar uma campo magnético”, afirmou Khurana. [Fonte: IG]

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Nasa divulga imagens inéditas do Sol em alta definição

As imagens têm qualidade dez vezes superior ao de uma televisão em alta-definição. Nasa

A agência espacial americana Nasa divulgou novas imagens do sol capturadas pelo seu satélite chamado Observador Dinâmico Solar (SDO, em inglês).







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