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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Garota de 13 anos treina para viajar a Marte


Garota quer se tornar a primeira pessoa a pisar no Planeta Vermelho.

Há muito tempo os homens sonham em chegar a Marte. Um projeto, inclusive, da Mars One, visa habitar o Planeta Vermelho nos próximos anos, e  criar uma colônia. Em uma viagem sem volta, várias pessoas já se candidataram a uma vaga para o novo lar.

Porém, o que está chamando a atenção no mundo todo atualmente é a determinação de uma garota de apenas 13 anos, ela está treinando duramente para se tornar a primeira pessoa a pisar em Marte.

 Garota de 13 anos treina pesado para pisar na Lua em 2033.
 
Alyssa Carson, de Baton Rouge, no Estado americano de Louisiana, está se preparando para desembarcar em Marte em uma missão espacial que deverá acontecer em 2033.

A menina está treinando no centro de visitantes da agência espacial americana, a Nasa, onde simula um pouso interplanetário após viajar na sonda exploradora Curiosity.

"Quero ir a Marte porque é um lugar aonde ninguém nunca foi. Completamente deserto", disse Alyssa à BBC. "Quero ser a primeira a dar esse passo."

Alyssa acredita que possui  "altas chances" de ser selecionada para o projeto,  já que está treinando há nove anos. Assim, no futuro, suas habilidades e o currículo só aumentarão, conclui a determinada garota.

Bert, o pai da menina, diz ter "certeza absoluta" de que a filha irá conquistar o seu objetivo, motivada por sua paixão e ainda trabalho duro.

O pai revelou também que já conversou muito sobre os perigos das missões espaciais.  Porém, a garota está disposta a correr todos os riscos para alcançar os seus objetivos, diz o pai.

 "Já pensei em fazer outras coisas, mas astronauta sempre foi a primeira. O fracasso não é uma opção”, diz a decidida garota.[Fonte: Oficinadanet]

domingo, 2 de março de 2014

Projeto Mars One resume a 1000, os candidatos para a viagem à Marte

A missão Mars One quer levar o primeiro grupo de humanos até Marte em 2025. Para isso, abriu candidaturas para toda e qualquer pessoa que quisesse tentar ir nessa grande aventura. 200 mil foi o número de candidatos inscritos inicialmente, contudo, só passaram para a segunda fase 1058 pessoas, anunciaram os organizadores da missão.
A missão é só de ida, os astronautas terão de viver em pequenos cubículos e, para sobreviver, serão obrigados a procurar água, a produzir o seu próprio oxigénio e alimentos. Estas dificuldades serão mais complicadas num planeta como Marte, que é um grande deserto, tem uma temperatura média de 63 graus negativos, e uma atmosfera fina constituída sobretudo por dióxido de carbono.
O projeto Mars One, já estuda formas de aterrizagem no planeta vermelho. Será que os astronautas aventureiros, conseguirão chegar a Marte e viver lá? Essa é a pergunta que muitos indagam.[Fonte: CaririNoticia]

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Projeto da Mars One para colonizar Marte ganha reforço de peso

O projeto de um empresário holandês para colonizar Marte ganhou um apoio de peso nesta terça-feira, com a entrada da gigante aeroespacial americana Lockheed Martin na iniciativa, embora o tempo para levar humanos ao planeta vermelho tenha sido atrasado em dois anos.
O diretor executivo da Mars One, Bas Lansdorp, afirmou que a Lockheed Martin produziria ao custo de US$ 250.000 um "estudo do conceito da missão" para uma sonda marciana não tripulada que precederia a missão tripulada, estimada em US$ 6 bilhões.
Enquanto isso, a empresa britânica Surrey Satellite Technology realizará um estudo similar, ao custo de EUR 60.000 euros (US$ 80.000), para desenvolver um satélite que permaneceria em órbita sobre a sonda e enviaria dados e imagens para a Terra.
Os planos são de que a sonda chegue a Marte em 2018. Mas no que diz respeito ao objetivo final de levar seres humanos a Marte, Lansdorp disse a jornalistas em Washington que "os primeiros humanos pousarão em 2025", dois anos depois do anunciado no início do ano. 
Os primeiros terráqueos-marcianos se unirão a cada dois anos a grupos adicionais de quatro ou mais novos astronautas, todos com viagem só de ida para a próxima fronteira espacial, afirmou.
Cerca de 200 mil pessoas já se candidataram para ir a Marte, disse Lansdorp, e no final deste ano elas saberão se passaram na primeira fase do processo seletivo.
A Lockheed Martin, que registrou um lucro de US$ 2,65 bilhões no ano fiscal de 2011, a maioria devido a contratos com o setor da Defesa, construiu a nave-robô Phoenix, da Nasa, que pousou em 2008 em Marte para buscar vestígios de água.
Além de fazer experimentos, incluindo a busca por formas possíveis de produzir água na superfície marciana, a sonda levará cartas de jovens da Terra para saudar os primeiros colonos de Marte, disse Lansdorp.
Ele estimou em US$ 6 bilhões o custo de levar os primeiros humanos a Marte, onde espera lançar o primeiro 'reality show' interplanetário da História, contando em que grande parte do financiamento venha de "patrocinadores e parceiros", como universidades com experimentos que esperam ser transportadas na missão.
O projeto enfrenta muito ceticismo, mas entre seus apoiadores está o Nobel holandês Gerard 't Hooft, ganhador do prêmio de Física em 1999, que aparece em um vídeo promovendo a Mars One no site de financiamento coletivo Indiegogo.
Até agora, as agências espaciais ao redor do mundo só conseguiram enviar sondas robóticas a Marte, sendo a última a Curiosity, da Nasa, estimada em US$ 2,5 bilhões, e que pousou no planeta vermelho em agosto de 2012.
Se for bem sucedida, a Mars One será a primeira iniciativa, tripulada ou não tripulada, a explorar outro planeta. [Fonte: Estado de Minas]

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Mais de 200 mil se dizem dispostos a viajar a Marte sem retorno


 Mais de 200 mil pessoas de 140 países pediram para fazer parte do grupo de eventuais primeiros colonizadores de Marte em uma viagem sem retorno, informou nesta segunda-feira a companhia Mars-One, envolvida no projeto.

No total, 202.586 pessoas se registraram para integrar a primeira leva de colonos, informou em um comunicado a empresa sem fins lucrativos holandesa, que em abril de 2013 lançou uma convocação de candidaturas para uma viagem de sete meses de duração e sem retorno a Marte, prevista para 2023.

O maior grupo de interessados provém de Estados Unidos (24%), Índia (10%), China (6%) e Brasil (5%), mas também se inscreveram candidatos de Argentina, Chile, Colômbia, Espanha, México e Peru, bem como de Alemanha, Austrália, Canadá, Filipinas, França, Itália, Polônia, Reino Unido, Rússia, Turquia e Ucrânia.

Três fases de seleção estão previstas nos próximos dois anos, acrescentou a Mars-One.

"Até 2015, entre seis e dez equipes de quatro pessoas receberão treinamento completo" antes de que "algumas dessas equipes se tornem em 2023 os primeiros humanos a pousar em Marte para lá viverem pelo resto de suas vidas", acrescentou.

Este projeto, que tem custo de 6 bilhões de dólares, segundo a Mars-One, encontra alguns céticos, mas recebeu o apoio do ganhador holandês do Prêmio Nobel de Física em 1999, Gerard't Hooft.

Até agora só houve missões com robôs a Marte, todas realizadas com sucesso pela Nasa. No entanto, a agência espacial americana informou em maio que os Estados Unidos estão decididos a enviar astronautas a Marte dentro de duas décadas.

Mas o projeto Mars-One enfrenta vários obstáculos. Os participantes não apenas não poderão retornar à Terra, como também terão que viver em pequenos habitats, encontrar água, produzir oxigênio e cultivar os próprios alimentos.

Além disso, Marte é um grande deserto, a atmosfera é composta principalmente de dióxido de carbono e a temperatura média é de - 63 graus Celsius. Os astronautas também se submeterão à radiação cósmica perigosa durante sua viagem.

Por último, ainda não existe um foguete e uma cápsula que transporte esses voluntários, admitiu a Mars-One.[Fonte: em.com.br]

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Expedição a Marte, viagem sem volta


Imagem da estação que a Mars One planeja construir. EFE/Bryan Versteeg /Imagem cedida pela Mars One.


Marte fascina o homem desde tempos imemoriáveis. A conquista do espaço foi um dos grandes sonhos da humanidade nos tempos da Guerra Fria, mas os dias das expedições à lua, os sputniks e as frases que ficaram para história pareciam ter ficado pra trás desde que a Nasa (agência espacial americana) começou a sofrer os estragos da crise financeira.



Porém, nem tudo está perdido; pelo menos para a empresa holandesa Mars One, que está preparando o primeiro assentamento humano no planeta vermelho. A empresa criada pelo pesquisador Bas Lansdorp pretende vender os direitos de exploração de um reallity show para financiar o projeto e assim fazer com que a utopia possa se transformar em realidade.



Apesar de ser um projeto que conta com a confiança do doutor Gérard't Hooft, vencedor do Prêmio Nobel de Física em 1999, cientistas do Instituto Nacional de Técnica Aroespacial (INTA), da Agência Espacial Europeia (ESA) e do Observatório Astronômico de Almadén de la Plata, em Sevilha, se mostram céticos.


Imagem de Marte feita pela sonda “Curiosity”. EFE/Nasa/Facilitadas pelo Instituto Nacional de Técnica Aeroespa …



MARTE HABITÁVEL EM 2022?



"O único motivo pelo qual esta expedição não aconteceu  antes é a falta de financiamento", explica a porta-voz da Mars One, Aashima Dogra. No entanto, os cientistas encontram mais alguns obstáculos para esta aventura.



Marte é o planeta de nosso sistema solar com condições mais próximas às da Terra, mas mesmo assim um astronauta sem o traje espacial "não duraria mais de 20 segundos sem perder a consciência e morreria depois de um minuto", segundo o diretor do Observatório Astronômico de Almadén de la Plata, Miguel Gilate.



Em suma, trata-se de planeta com um ambiente hostil para a espécie humana: "A vida em Marte só pode ser imaginada sob a superfície (como na lua) e com excursões limitadas no tempo", garante o diretor científico da missão Mars Express, da ESA, Agustín Chicarro.



As temperaturas são muito mais baixas que as da Terra (-100 graus centígrados) e os astronautas que aceitassem a missão teriam que suportar, além de uma baixíssima pressão atmosférica, tempestades de vento de até 500 quilômetros por hora e radiações ultravioleta de uma intensidade altíssima. 



Por este motivo, "não podemos imaginar seres iguais a nós em outros planetas, já que as condições serão diferentes", esclarece Gilate.



No entanto, "a Mars One esta pondo todo o conhecimento que se adquiriu ao longo dos anos em uma só missão", indica a porta-voz da empresa, que confia que, transformando de maneira artificial as condições do planeta, os quatro astronautas selecionados para a viagem possam sobreviver.



"Todas estas mudanças não são nem possíveis nem desejáveis (pela mudança ambiental com consequências imprevisíveis que representariam estes transtornos em outro planeta)", acrescenta Chicarro.


Imagem de uma das plantações que a Mars-One levaria a Marte. EFE/Bryan Versteeg/Imagem cedida pela Mars One.



US$ 6 BILHÕES E UMA PASSAGEM SEM VOLTA



Após uma perigosa viagem de seis a setes meses em direção ao planeta vermelho, quatro dos candidatos selecionados aterrissariam muito longe do planeta que lhes viu nascer e jamais poderiam retornar.



Encontrar astronautas que não enlouqueçam diante da ideia de não poder voltar é uma tarefa árdua e difícil e levam Chicarro à conclusão que "ir a Marte para não voltar é algo pouco pensado, uma maneira romântica de suicidar-se".



O motivo dado pela empresa Mars One é que "não existe a tecnologia necessária para trazê-los outra vez". "Existe para poder fazê-lo em uma missão curta", mas a empresa quer criar a primeira colônia humana além da estratosfera.



O custo da missão (US$ 6 bilhões) e o financiamento também surpreendeu os cientistas e, na direção do Centro de Astrobiologia do INTA, Javier Gómez-Elvira lembra que a Nasa tinha planejado missões a Marte para 2017.



"Em 2011 foi apresentado um projeto da Nasa, o Space Launch System, que propunha o desenvolvimento de um novo lançador capaz de enviar uma tripulação a Marte com um orçamento muito maior e que estaria pronto para 2017. Acho que esse projeto não se iniciou por seu alto custo", contou Gómez-Elvira.
Existe uma companhia privada Space X que apoia a Mars One e que pensa que terá pronto um lançador para desenvolver o projeto, mas o certo é que atualmente é extremamente custoso e "não parece que esteja entre as prioridades das nações".


Imagem de Marte, o planeta vermelho. EFE/Nasa/Observatórios de Almadén.



QUERO SER ASTRONAUTA



Há menos de um mês a empresa abriu o processo de seleção para encontrar, após pagamento prévio das despesas de inscrição que vão de US$ 5 a US$ 7 (dependendo do país de residência), os quatro primeiros astronautas.



Os candidatos devem ser inteligentes, criativos, psicologicamente estáveis e com boa forma física, além de estar preparados para solucionar qualquer problema potencial, "alguns deles totalmente imprevisíveis", segundo o site da empresa.



A capacidade de reflexão é a qualidade essencial para os candidatos, embora também precisem ser curiosos, ter "um espírito indomável", crescer perante as dificuldades e manter uma atitude baseada no "posso fazer".



O processo de seleção, segundo explica o site, terá um toque de show, pois a proposta é que duas de suas quatro fases sejam transmitidas pela televisão ou pela internet, em nível nacional ou inclusive mundial, até que restem seis grupos de quatro pessoas que passarão anos treinando.



Já em 2022 e com todos os candidatos devidamente formados, a grande decisão será tomada de maneira "democrática", na qual "os moradores da Terra" poderão votar sobre qual grupo dará o grande salto.



Os futuros aspirantes a astronautas não perdem tempo e no site da Mars-One se amontoam as solicitações - acompanhadas de um vídeo de apresentação - procedentes de todos os cantos do mundo. 
Realidade ou ficção? Será preciso esperar dez anos para descobrir. Embora nenhum dos pesquisadores duvide que algum dia o homem pisará em Marte: "A possibilidade de habitar a Lua ou Marte não parecem impossíveis Quando será factível? Isso é talvez o que não é possível imaginar", considera Chicarro.



Mas o afã explorador dos humanos não deve nos confundir. “A Terra é o planeta mais lindo e complexo que conhecemos" – garante o especialista - "e o certo seria usar nosso tempo para cuidar dela da melhor maneira possível". [Fonte: Yahoo]


O deserto de Marte visto pelos robôs da Nasa. EFE/Nasa/Observatórios de Almadén.

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