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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Passado do universo revelado em foto

NASA, ESA, R. Windhorst, S. Cohen, and M. Mechtley (Arizona State University, Tempe), R. O´Connell (University of Virginia), P. McCarthy (Carnegie Observatories), N. Hathi (University of California, R


Imagem do telescópio Espacial Hubble, da NASA, revela mais de 12 bilhões de anos da história do universo.
A imagem panorâmica é composta de imagens tiradas em setembro e outubro do ano passado e ao longo de 2004.
Quanto mais longe na foto, mais antiga é a galáxia registrada. Isso porque esses corpos celestes estão tão longe que a luz leva bilhões de ano para chegar até nós e ser captada pela lente do telescópio.
Assim, em primeiro plano, temos galáxias mais maduras, com espirais e formas elípticas que estão a cerca de um bilhão de anos-luz. Quanto mais ao fundo na imagem, mais caóticas se tornam as formas – chegando às pequenas, opacas e irregulares galáxias a 13 bilhões de anos-luz, consideradas os blocos construtores das galáxias maiores.
Ao todo, a imagem mostra 7.500 galáxias que se estendem por quase toda a criação do universo, já que as mais antigas mostram o que aconteceu apenas 650 milhões de anos depois do Big Bang. [Fonte: Abril.com]

Galáxia dá pistas da formação do universo

[Foto: NASA]

Uma galáxia a 200 mil anos-luz de distância vem fornecendo pistas de como era o universo há bilhões de anos.
O telescópio espacial Spitzer capturou imagens da Pequena Nuvem Magellanica, galáxia próxima e relativamente grande que permite o estudo da formação de estrelas em diferentes estágios e ângulos.
Além de próxima da Terra, ela possui características que os astrônomos acreditam serem similares às das jovens galáxias existentes no início do universo. Imagens como essa ajudam a entender o ciclo de vida da poeira estelar.
As lentes infravermelhas captam o que cientistas chamam de poeira estelar reciclada – aquela que é absorvida por novos sistemas solares e expelida pelos velhos. O azul mostra as estrelas mais antigas, o verde mostra poeira orgânica e vermelho indica formações de estrela. [Fonte: Abril.com]




quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Apenas 15% dos sistemas solares são como o da Terra, segundo astrônomos

Apenas 15% dos sistemas solares existentes no universo são similares ao que vivemos, segundo as conclusões de um grupo de astrônomos após dez anos de pesquisas.
Para o astrônomo Andrew Gould, professor da Universidade de Ohio (Estados Unidos), o dado é "positivo", porque "com bilhões de estrelas, reduzir as possibilidades para 10% significa que pode haver algumas centenas de milhões de sistemas similares".
"Agora sabemos qual é nosso lugar no Universo", disse o astrônomo Scott Gaudi, da mesma universidade, para quem "os sistemas solares como o nosso não são raros, mas também não são maioria".
Gaudi apresentará os resultados do estudo hoje em Washington durante uma reunião da Sociedade Astronômica Americana. Com eles, os cientistas devem poder fazer uma estimativa aproximada das possibilidades de vida no resto do Universo.
A pesquisa é fruto de uma cooperação em nível mundial através do programa Microlensing Follow-Up Network (MicroFUN), sediada na Universidade de Ohio, que mapeia o céu na busca de planetas que se encontram fora do sistema solar.
Os astrônomos do MicroFUN utilizam o efeito de microlente gravitacional, que ocorre quando uma estrela passa diante de outra, vista desde a Terra. A estrela mais próxima amplifica a luz da mais distante, como se fosse uma lente.
Esse efeito é mais intenso se houver planetas em órbita em torno da estrela que age como lente.
As conclusões alcançadas pelos astrônomos se reduzem a uma análise estatística, diz Gould.
Nos últimos quatro anos, o programa MicroFUN descobriu apenas um sistema solar parecido com o nosso, com dois planetas gigantes de gás similares a Júpiter e Saturno.
"Só achamos este sistema, e deveríamos ter encontrado seis até agora se cada estrela tivesse um sistema solar como o da Terra", disse Gaudi, ao explicar que este reduzido número de descobertas só faz sentido com a existência de um pequeno número de sistemas - ao redor de 15% - como o nosso. EFE [Fonte:G1]

Objetos misteriosos achados por satélite intrigam cientistas


O telescópio espacial americano Kepler, lançado em março de 2009 para encontrar planetas fora do nosso Sistema Solar, encontrou dois objetos misteriosos que intrigaram os cientistas da Nasa, agência espacial americana. Os astrônomos informaram que os corpos celestes são quentes demais para serem planetas e muito pequenos para serem estrelas. As informações são da agência AP.

As formações, segundo os cientistas, orbitam em torno de estrelas e têm um tamanho semelhante ao do planeta Júpiter. Bill Borucki, chefe da missão do Kepler, explicou que os objetos são milhares de graus mais quentes do que as estrelas que orbitam, o que significa que provavelmente não são planetas. "O universo continua fazendo coisas mais estranhas do que podemos imaginar", disse Jon Morse, diretor de astrofísica da Nasa.

As novas descobertas não se encaixam em nenhuma definição de objetos astronômicos conhecidos e até agora têm classificação própria. Detalhes sobre os objetos misteriosos foram apresentados nesta segunda-feira durante uma reunião da Sociedade Astronômica Americana, em Washington.

Jason Rowe, o autor da descoberta, batizou os objetos de "companheiros quentes" pelo fato de que o calor em seu interior pode atingir 14,4 mil °C - temperatura suficiente para derreter ferro.
[Fonte: Terra Brasil]

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Hubble divulga imagem de galáxia a 13 bilhões de anos-luz

Depois da manutenção pela qual passou em maio de 2009, o Hubble, o telescópio mais antigo do espaço, ficou mais eficiente e conseguiu captar galáxias compactadas a cerca de 13 bilhões de anos-luz. Isso significa que muitas delas foram captadas mais ou menos 600 milhões de anos depois do Big Bang (que é teoricamente a origem do Universo). A nova lente do Hubble permite quase uma viagem no tempo, captando a luz de galáxias tão distantes da Terra que o que vemos é uma imagem com bilhões de anos de “delay”. De maneira sucinta, no pequeno pedaço do Universo representado na imagem abaixo, os pontos de luz mais forte que estão mais a frente são galáxias mais próximas que emitiram sua luz a cerca de 1 bilhão de anos. Já os pontos menores e avermelhados, mais distantes, lançaram sua luz a aproximadamente 13 bilhões de anos.

Crédito: NASA, ESA, R. Windhorst, S. Cohen, and M. Mechtley (Arizona State University, Tempe), R. O'Connell (University of Virginia), P. McCarthy (Carnegie Observatories), N. Hathi (University of California, Riverside), R. Ryan (University of California, Davis), and H. Yan (Ohio State University). Photo No. STScI-PRC10-01


Esta imagem foi feita pela NASA em parceria com a ESA _a Agência Espacial Européia e faz parte de uma espécie de censo das galáxias chamado GOODS (Great Observatories Origins Deep Survey), realizado por vários observatórios..Esta imagem foi feita pela NASA em parceria com a ESA _a Agência Espacial Européia e faz parte de uma espécie de censo das galáxias chamado GOODS (Great Observatories Origins Deep Survey), realizado por vários observatórios...[Fonte: Galileu]

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