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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Nasa faz sua revelação sobre Marte: planeta tem córregos 'sazonais' de água salgada


Depois de um final de semana recheado de mistérios, a Nasa finalmente fez sua revelação sobre uma descoberta impactante em Marte. E, agora, o Planeta Vermelho está mais ‘próximo’ da Terra.


Segundo o estudo divulgado nesta segunda-feira (28) pela agência espacial norte-americana, algumas montanhas em Marte possuem veios estreitos de água salgada líquida. 

As formações já aviam sido reveladas em imagens posteriores do planeta. Segundo especialistas, já se suspeitavam que elas eram possíveis origens de salmouras, mas só agora as evidências do fenômeno foram comprovadas.

As faixas estreitas, com menos de 5 metros de largura, aparecem durante as estações quentes em certas regiões marcianas. Os cientistas que as descobriram as chamaram de “linhas de encosta recorrentes”. 

“Determinar se água líquida existe na superfície marciana é central para a compreensão do ciclo hidrológico e para o potencial de existência de vida em Marte”, escreveu Lujendra Ojha, do Instituto de Tecnologia da Georgia, em estudo publicado hoje na Nature Geoscience.

Os especialistas, porém, ainda afirmam que a existência de liquido em Marte ainda não faz possível a existência de vida no planeta. Para efeito de comparação, o centro do deserto do Atacama é o único lugar parecido com essas condições onde há vida na Terra.

“Se as linhas de encosta recorrente se formam como resultado de deliqüescência [absorção de umidade] de sais percloratos, elas podem fornecer condições úmidas transitórias na superfície de Marte, apesar de a atividade de água nas soluções de perclorato ser baixa demais para sustenta a vida do tipo terrestre”, concluiu Ojha. [Fonte: Yahoo]

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Colisão entre buracos negros pode causar – ou já causou – o apocalipse

Em uma região bastante distante do nosso planeta Terra, dois buracos negros estão prestes a se chocar no que poderia ser um apocalipse; o fim da galáxia de Virgem. De acordo com astrônomos da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, esse “fim do mundo” inclusive pode ter acontecido eainda não sabemos. E ele é muito importante para entendermos o funcionamento e as interações do cosmo.

Ilustração de um quasar no centro de uma galáxia. (CC/Wikipédia)
No artigo publicado na revista Nature e replicado pelo jornal americano The New York Times, é dito que os dois buracos negros monstruosos (chamados de buracos negros supermaciços) estavam, no fim do ano passado, a 20 anos-luz de distancia. Hoje, estão a uma semana-luz e até já podem ter se chocado, dependendo do ponto de vista.
O impacto aconteceria em 100 mil anos – uma eternidade para nós, humanos, mas praticamente nada para o universo.
A energia liberada seria igual a de 100 milhões de supernovas (cada uma é considerada uma explosão de pelo menos 10 astros de massas próximas à do Sol), uma verdadeira série de “tsunamis gravitacionais” pelo espaço-tempo.
Previstos por Albert Einstein em sua teoria geral da relatividade, os buracos negros supermaciços estão em todas as galáxias, no centro delas, e são formados por imensas nuvens de gás e aglomerados de milhões de estrelas que entraram em colapso quando o universo era mais jovem e denso.
Quando em atividade, formam explosões gigantescas chamadas de quasares, distribuindo enormes ondas gravitacionais pelo espaço.
Concepção artística de um buraco negro supermaciço. (CC/Wikipédia)
Ao todo, vinte pares desses buracos já foram descobertos, e a mesma equipe monitora outros 90 objetos também podem ser.
“A detecção dessas ondas gravitacionais permite sondar os segredos da gravidade e testar a teoria de Einstein no ambiente mais extremo de nosso universo – os buracos negros”, explica Daniel D’Orazio, um dos autores da pesquisa.
Desta forma, os pesquisadores esperam, a partir de agora, entender melhor como funciona a atração entre os corpos. “A detecção de ondas gravitacionais é uma prova direta desta região e, portanto, dos segredos da gravidade”, afirmou D’Orazio ao NY Times. “E chegar lá é o ‘Santo Graal’ de nosso campo.”[Fonte: Yahoo]



Como seria se o homem vivesse em Marte?

Como seria se o homem vivesse em Marte? 19 horas atrás, Originais do Yahoo Quem nunca se imaginou em Marte que atire a primeira pedra. Quais as condições de vida no 'planeta vermelho' em comparação com a Terra? Assista e descubra.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Uma galáxia com 40 bilhões de Terras



A Via Láctea, vista de cima: 
muitos outros planetas, 
além da Terra, podem 
abrigar vida(Nasa/VEJA)
Na Via Láctea não há apenas uma Terra. Há 40 bilhões delas. O Kepler-186f, planeta fora do Sistema Solar muito semelhante ao nosso, descoberto no último dia 17, provavelmente será conhecido como o primeiro dessa espécie. Em um futuro próximo, contudo, muitos planetas assim, parecidos com a Terra, serão revelados pelos astrônomos.
Com dimensões muito próximas às do mundo onde vivemos, o Kepler-186f deve ser rochoso e composto também de ferro, água e gelo, segundo cientistas. Isso significa que sua atmosfera também deve ser parecida com a nossa. Ele orbita a zona habitável de uma estrela anã - ou seja, uma faixa nem muito próxima e nem muito distante de sua fonte de calor e luminosidade, o que faz com que suas temperaturas não sejam extremas. Essa é uma das características que mais empolgou a comunidade científica: o planeta tem grandes chances de ter água na forma líquida, uma das condições fundamentais para a existência de vida sobre sua crosta.
"Essa descoberta mostra que realmente existem planetas do tamanho do nosso em zonas habitáveis", afirma a astrofísica Elisa Quintana, principal pesquisadora da Nasa responsável pela revelação do Kepler-186f. "Estamos percebendo que há muitos como ele e, por isso, as chances de existir vida em outros planetas é muito alta."
Até 2010 ainda não havia confirmações de que outros lugares no espaço poderiam reunir as mínimas condições propícias à vida - água na forma líquida, energia e algum dos seis elementos fundamentais para a existência (carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, fósforo e enxofre). No entanto, com o lançamento de missões como a Kepler, há cinco anos, e o avanço de telescópios capazes de visualizar e enxergar não só partes longínquas do cosmo, mas também pequenos planetas (do tamanho da Terra ou menores que ela), os cientistas estão percebendo que, sim, há bilhões de planetas que exibem as mesmas características do nosso. E deles, o Kepler-186f é o mais semelhante à Terra até agora. Então por que, entre inúmeras possibilidades, seríamos os únicos privilegiados com a vida?
Para a Nasa, vida é oficialmente definida como "um sistema químico auto-sustentado, capaz de sofrer evolução Darwiniana". Não significa dizer que há animais ou civilizações como as criadas pelo homem em planetas afastados. Mesmo organismos muito simples, como vírus ou colônias de bactérias, significam vida para a Nasa e para as quase 150 missões em todo o mundo que buscam planetas fora do Sistema Solar. Em conjunto, eles tentam responder à questão que inquieta astrônomos desde a Antiguidade: estamos sozinhos no universo? Ainda não chegou a confirmação categórica de que existe vida fora da Terra. Mas o conjunto de evidências, que agora ganhou reforço com a existência do Kepler-186f, indica que a resposta está cada vez mais próxima. E talvez a pergunta a ser respondida nos próximos anos seja outra: que tipo de vida nos cerca?
A descoberta de mundos - A divulgação do novo planeta mereceu a atenção de todo o mundo porque era aguardada desde a metade do século XX pelos cientistas. Foi nessa época, com o lançamento de telescópios como o Hubble, que os cientistas puderam, finalmente, ter imagens nítidas do cosmo. Com elas, perceberam que vivemos em um universo muito mais rico e cheio de planetas do que antes se imaginava. As novas informações indicaram a possibilidade da existência de diversos sistemas estelares, ou seja, que outras estrelas, além do Sol, têm planetas orbitando ao seu redor. A confirmação dessa hipótese, entretanto, só veio em 1995, quando astrônomos da Universidade de Genebra, na Suíça, identificaram um planeta feito de gás, como Júpiter, em volta de uma estrela, a 51 Pegasi. Assim, faz menos de 20 anos que sabemos que outros sistemas solares, como o nosso, podem povoar o universo.
"Nossa galáxia tem cerca de 300 bilhões de estrelas e estamos rapidamente confirmando a noção de que todas têm planetas rochosos ao seu redor", afirma o astrofísico Stephen Kane, da Universidade Estadual de São Francisco, nos Estados Unidos, coautor da pesquisa que descreveu o Kepler-186f. "Resultados da missão Kepler têm nos mostrado que, quanto menor o planeta, mais comum é sua existência. Assim, parece-nos que planetas rochosos são muito frequentes. Ainda precisamos saber quantos deles estão em zonas habitáveis, mas as primeiras estimativas já mostram que o número também deve ser incrivelmente alto."
A última conta feita pelos cientistas, publicada em novembro de 2013 na revista Pnas, mostra que uma em cada cinco estrelas como o Sol tem pelo menos um planeta do tamanho da Terra em sua zona habitável. Isso significa que só na Via Láctea podem existir 11 bilhões de planetas como o nosso. Se na conta entrarem os planetas ao redor de estrelas anãs, o número sobre para 40 bilhões. De acordo com os autores do estudo - entre eles Geoffrey Marcy, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos,um dos "caçadores de planetas" mais bem-sucedidos da astronomia moderna - o mais próximo pode estar a 12 anos-luz de distância (cada ano-luz equivale a 9,46 trilhões de quilômetros).
Ou seja, os astrônomos imaginavam que planetas como o Kepler-186f existiam aos bilhões, mas ainda não tinham visto nenhum. A cerca de 500 anos-luz do Sol, o novo planeta orbita uma estrela anã, o tipo mais comum em nossa galáxia - elas são mais de 70% das centenas de bilhões de estrelas.
"Há pelo menos um século tínhamos ideias sobre os planetas fora do sistema solar e há mais de cinquenta anos desenvolvemos o conceito de zona habitável. Ainda não contávamos, no entanto, com telescópios potentes para fazer os experimentos e ter as confirmações que precisávamos sobre eles. Agora finalmente possuímos essa tecnologia", afirma Kane. "Nos próximos anos, muitas descobertas devem ser feitas. Só nos dados da missão Kepler há várias, aguardando para serem reveladas."
Missões do futuro - A sonda Kepler, que forneceu os dados para a revelação do novo planeta, foi a grande alavanca para a explosão de novos planetas encontrados pelos cientistas nos últimos anos. Lançada em março 2009 pela agência espacial americana, ela tinha o objetivo principal de procurar planetas parecidos com o nosso, durante quatro anos. Seu telescópio e um sistema de imagens em alta definição são capazes de identificar mesmo planetas considerados pequenos, como a Terra. Em relação ao Hubble, a Kepler tem duas vantagens: capta mais estrelas em detalhes e faz imagens mais nítidas por possuir um filtro que diminui as interferências luminosas e detecta diferentes cores.
Até agora, a maior parte dos planetas revelados por ela tem um tamanho intermediário entre a Terra e Netuno, quatro vezes maior que a Terra. A análise das informações dos três primeiros anos da missão já identificou 3 845 possíveis candidatos a planetas. Desses, 962 foram confirmados.
Como outras missões de busca, a Kepler tem mais facilidade em identificar grandes planetas. Eles são mais visíveis e facilmente monitorados pelos telescópios em regiões longínquas do cosmo. Por isso, grande parte das descobertas são de super-Terras, planetas mais pesados e maiores que Terra, ou gigantes gasosos, bolas de gás como Júpiter, planeta de hidrogênio com massa equivalente à de 317 terras. Lugares assim, no entanto, exibem condições menos propícias à vida - os gigantes gasosos costumam ter uma atmosfera maciça, causando uma grande pressão que praticamente inviabiliza a existência de seres complexos, enquanto as super-Terras têm menor probabilidade de reunir as condições atmosféricas necessárias para garantir a presença de vida.
Por isso, programas espaciais em todo o mundo investem maciçamente em telescópios potentes, capazes de captar planetas menores. Dados e imagens ainda mais precisos que os da missão Kepler - que encerrou a primeira fase de seu programa em 2013 e, no início da segunda fase, chamada K2, teve um problema com o sistema que "mira" o telescópio, mas continua em atividade - virão de programas como aquele que será lançado pela Nasa em 2017, com uma nova geração de telescópios. Nessa data, irá para o espaço o Transiting Exoplanet Survey Satellite (Tess) e o telescópio James Webb, substituto do Hubble. O Tess vai monitorar planetas ao redor de estrelas anãs, enquanto o James Webb pretende examinar a atmosfera desses planetas e procurar substâncias que só poderiam ser geradas por organismos vivos, como os seis elementos essenciais à vida (carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, fósforo e enxofre).
Possibilidade de vida - Quanto mais planetas são descobertos, maior é a probabilidade de achar planetas semelhantes ao nosso e, assim, os astrônomos acreditam que aumente também as chances de encontrar vida em outros lugares do universo. A definição de vida, porém, é algo complexo, que está longe de ser consenso entre os cientistas. O estudo da vida terráquea - o único tipo conhecido até hoje - mostrou que, apesar da grande biodiversidade terrestre, todos os seres são similares: são feitos de células ou, como os vírus, dependem delas; usam ácidos nucleicos como o DNA para armazenar e transmitir informação genética; e possuem um metabolismo similar.
Mas não é impossível a existência de outros tipos de vida espalhados pelo universo. Afinal, mesmo a Terra guarda muitos organismos que ainda são enigmas para os cientistas. Em 2010, pesquisadores da Nasa encontraram uma bactéria em um lago da Califórnia, nos Estados Unidos, que se comporta como um ser extraterrestre: não usava nenhum dos seis elementos fundamentais à existência, mas sobrevivia a partir de arsênio, um elemento altamente tóxico.
"Sabemos que para surgir vida é necessária uma complexidade química mínima, ou seja, moléculas orgânicas e razoavelmente complexas, formadas a partir de elementos básicos. Mas sua origem pode exigir algumas condições especiais. Ainda estamos aprendendo como todos esses elementos se juntam para formar um sistema químico autossustentado, capaz de se reproduzir e evoluir", explica Douglas Galante, pesquisador do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, em Campinas, e do Núcleo de Pesquisa em Astrobiologia da Universidade de São Paulo (USP).
Por isso, os cientistas ainda procuram corpos vivos no espaço de uma maneira "Terrocêntrica", buscando as condições que proporcionaram o surgimento dos seres por aqui: presença de água líquida ou moléculas orgânicas complexas.
"Mesmo a vida que conhecemos tem uma flexibilidade imensa a diferentes situações. Não é impossível imaginar um universo com muitos planetas, alguns mais quentes, outros frios, porém todos com organismos capazes de lidar com essas condições. Talvez em muitos desses planetas que estamos descobrindo as condições sejam extremas demais para atingir a multicelularidade, ou chegar a uma civilização tecnológica como a nossa. Mas, ainda assim, isso mostraria que a Terra não é privilegiada em ter vida", afirma o cientista.
Um cosmo próspero? - Quando se fala da existência de seres animados no espaço, normalmente os cientistas imaginam formas microscópicas, como as primeiras que provavelmente habitaram a Terra em sua origem.
"Se houver vida, como ela funciona? Podemos estar próximo a um momento de descobrir sistemas vivos completamente novos, novas biosferas para conhecer e explorar. É quase como se estivéssemos no papel do naturalista inglês Charles Darwin, em 1800, a bordo do navio Beagle explorando novas terras e toda a sua riqueza", diz Galante.
Para a maior parte dos astrônomos envolvidos com a busca de planetas fora do Sistema Solar, é muito improvável que, em um universo tão cheio de constelações, planetas e sistemas estelares com condições próximas a nossa, a Terra seja o único lugar a ter desenvolvido organismos vivos. "Sabemos agora que planetas semelhantes à Terra são comuns na Via Láctea. Para nosso planeta ser o único com vida na galáxia, isso significa que a vida é algo incrivelmente raro - uma ocorrência em 40 bilhões. Mas, mesmo que a probabilidade seja apenas de 1 em 1 milhão de possibilidades, isso já significaria muita vida só nessa galáxia", afirma o astrofísico Erik Petigura, pesquisador da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.
Se essas hipóteses forem confirmadas nos próximos anos pelos cientistas, esses alienígenas, que podem estar na iminência de serem encontrados, causariam uma grande revolução científica, semelhante à provocada pelo astrônomo Nicolau Copérnico, quando ele formulou, no século XVI, a teoria de que o Sol é o centro do Sistema Solar. Teríamos de aprender que somos apenas mais um planeta - e minúsculo - cercado de bilhões de outros com seres diferentes.
"Uma descoberta como essa teria impactos profundos. Até o momento, o conhecimento que temos parte da hipótese de que a Terra é o único lugar do cosmo onde a vida apareceu e evoluiu. Se for provado que a vida é uma consequência natural da formação de planetas nas zonas habitáveis, assim como foi provado que a formação de planetas é uma consequência natural da formação de estrelas, então isso significa que o universo é, literalmente, fértil em vida", diz o astrofísico Stephen Kane. "O único desafio que permanecerá depois disso será descobrir como atravessar as vastas distância que nos separam desses outros seres." [Fonte: Veja.Com]

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Maior Lua de Saturno pode abrigar forma de vida que "não envelhece"



Passamos tanto tempo procurando vida em outros planetas e, no final das contas, poderemos encontrá-la no satélite natural de um de nossos “vizinhos” de Sistema Solar. Isso porque, para especialistas, a lula Titã, a maior de Saturno, pode abrigar vida.

Em artigo publicado na revista Life, especialistas apontam que há a possibilidade de o satélite abrigar micro-organismos vivos, enormes e muito antigos. Para isso, eles estão examinando formas químicas e físicas de vida possíveis em locais com características diferentes da Terra.

Dentro desse estudo, chegaram à conclusão de que em Marte, por exemplo, os organismos que poderiam existir teriam o peróxido de hidrogênio como líquido intracelular. Já em Titã, a lua em questão, essas formas de vida seriam baseadas quase que pura e simplesmente na química dos hidrocarbonetos.

Por conta disso, os cientistas alertam que as formas de vida em questão em nada lembrariam o que vemos aqui na Terra. Para começar, Titã tem uma superfície com temperatura média de -180ºC, o que já mudaria bastante as composições. Além disso, o satélite não apresenta indícios da existência de água ou de dióxido de carbono.

A ausência da água como nós conhecemos, porém, pode não ser o impeditivo crucial para a existência de vida. De acordo com esse novo estudo, o metano e o etano em estado líquido cumprem em Titã essa função que a água tem na Terra. 

Os especialistas ainda concluíram que essa suposta forma de vida teria células muito maiores e um metabolismo bastante lento, retardando, por exemplo, o processo de envelhecimento. Isso por conta da condições climáticas extremamente frias do local. Para os autores do estudo, a confirmação de sua tese seria “a maior conquista do ser humano até agora”.
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