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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Asteroide devastador pode se chocar com a Terra em 2032 - A probabilidade de choque é de apenas 1 em 63 mil. Mas, se ele acontecer, terá a força de mais de 50 bombas nucleares

Asteroide próximo da Terra: o 2013-TV135 tem 410 metros de diâmetro

Trajetória do 2013-TV135: o asteroide passou perto da Terra em setembro e vai se aproximar novamente daqui a 19 anos

Quem gosta de divulgar previsões apocalípticas tem um novo fato para citar. Astrônomos ucranianos alertam que um asteroide com 410 metros de diâmetro pode atingir a Terra em 2032.
Chamado 2013-TV135, o asteroide foi descoberto dez dias atrás pela equipe do Observatório de Astrofísica da Criméia, na Ucrânia. Ele já passou perto da Terra há um mês e prosseguiu em direção a Júpiter em sua longa trajetória pelo sistema solar. 
Voltará a se aproximar da Terra daqui a 19 anos. Um artigo publicado ontem no site da NASA informa que a probabilidade de ele se chocar com o planeta é de apenas 1 em 63 mil. Há incerteza sobre isso porque os astrônomos determinaram a trajetória do asteroide com base em apenas uma semana de observações. 
“É uma descoberta nova. Com mais observações, espero que possamos reduzir ou até eliminar a probabilidade de impacto num futuro visível”, diz Don Yeomans, gerente do programa de monitoramento de objetos próximos à Terra da NASA. 
Yeomans inverte o cálculo da probabilidade para mostrar que quase não há razão para preocupação: “Dizendo de outra forma, a probabilidade de não haver choque em 2032 é de 99,998%”.
Caso um choque aconteça, ele será devastador. A energia liberada no impacto seria equivalente a 2.500 milhões de toneladas de TNT. É mais de 50 vezes a energia da mais potente bomba nuclear já detonada, informa a agência de notícias russa RIA Novosti. [Fonte: EXAME]

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Chuva de diamantes pode estar ocorrendo em Saturno e Júpiter

Para cientistas norte-americanos, há uma grande possibilidade de estar caindo - nos planetas de Júpiter e Saturno - uma chuva de diamantes..
Conforme conclusão apresentada por dois cientistas norte-americanos, diamantes enormes que deixariam muitas mulheres “loucas” para tê-los, estariam caindo em forma de chuva nos planetas de Júpiter e Saturno. Essa tese foi apresentada pelos cientistas no encontro anual da divisão de Ciência Planetárias da Sociedade Americana de Astronomia, que foi realizada em Denver, nos Estados Unidos.
Ainda em relação à conclusão, a mesma indica que o carbono cristalizado é abundante na atmosfera destes planetas, segundo Kevin Baines, da Universidade de Winsconsin-Madison. O estudo de Baines e Mona Delitsky, co-produtora da pesquisa, indica que fortes raios transformam o gás metano em partículas de carbono, sendo que à medida em que elas vão caindo, esse material entra em choque com a pressão atmosférica, transformando-se primeiramente em pedaços de grafite e em seguida em diamantes.
A tese ainda indica que os maiores diamantes podem ter um centímetro de diâmetro. Baines diz que “Seria um diamante grande o suficiente pra colocar em um anel”. E acrescenta: “O importante é que mil toneladas de diamantes são produzidas por ano em Saturno e as pessoas me perguntam: Como você pode ter certeza se não tem como ir pra la? Simples, tudo é uma questão de química e assim acreditamos que estamos muito certo em nossa tese”.
A conclusão dos dois cientistas ainda precisa passar por avaliação de outros acadêmicos para ser comprovada e válida, mas especialistas consultados pela agência de notícias BBC indicaram que a possibilidade de uma chuva de diamantes ocorrer nos planetas em questão, não pode ser descartada.
Para o professor Raymond Jeanloz, um dos responsáveis pela descoberta de que havia diamantes em Urânio e Netuno, diz que: “Parece válida a ideia de que há uma profunda variação dentro das atmosferas de Júpiter e ainda mais de Saturno, nas quais o carbono poderia se estabilizar como diamante”.[Fonte: OficinadaNet]


sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Sonda registra estrutura 4 vezes mais profunda que Grand Canyon em Marte


Um acidente geográfico conhecido como "mesa" se ergue até um nível semelhante ao das planícies circundantes no centro do Hebes Chasma, uma isolada estrutura em Marte. A Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) divulgou um mosaico com oito imagens que mostram a área em mais detalhes do que quaisquer outros registros feitos até então

Água encontrada em asteroide indica existência de exoplanetas habitáveis

Astrônomos anunciaram a descoberta da primeira evidência de água em um corpo celeste rochoso vindo de fora do Sistema Solar. Através dos destroços de um asteroide que orbitava uma estrela exaurida – ou anã branca –, os cientistas determinaram que a estrela GD 61 e seu sistema planetário, localizado a aproximadamente 150 anos-luz do nosso planeta e em seus últimos momentos de vida, têm o potencial de abrigar exoplanetas semelhantes à Terra. 
Essa é a primeira vez que tanto água quanto uma superfície rochosa – dois aspectos considerados fundamentais para a existência de planetas habitáveis e, portanto, vida – foram encontrados juntos além do nosso sistema solar.

Impressão artística mostra asteroide rico em pedras e água sendo despedaçado pela forte gravidade da estrela anã branca GD 61: essa é a primeira vez que água é encontrada além do Sistema Solar
Impressão artística mostra asteroide rico em pedras e água sendo despedaçado pela forte gravidade da estrela anã branca GD 61: essa é a primeira vez que água é encontrada além do Sistema Solar

A Terra é essencialmente um planeta "seco", com apenas 0.02% de sua massa contendo água de superfície, o que significa que oceanos surgiram depois que o planeta tinha se formado: provavelmente quando asteroides cheios de água vindos do Sistema Solar colidiram contra o nosso planeta. Pesquisadores das universidades de Cambridge e Warwick que publicaram o estudo na revista Science acreditam que o mesmo "sistema de entrega" de água possa ter ocorrido no distante sistema solar dessa estrela.
Evidências obtidas com base em análises do telescópio espacial Hubble e do observatório astronômico Keck, no Havaí, sugerem que esse sistema continha um tipo similar de asteroide rico em água – o mesmo que teria trazido o elemento pela primeira vez à Terra. O corpo celeste analisado é composto por 26% de água em sua massa, quantidade bastante parecida à de Ceres, outrora considerado o maior asteróide do Sistema Solar e hoje um planeta anão.[Fonte: JB]

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Marte pode ter abrigado vulcões gigantes, segundo cientistas

Marte pôde abrigar vulcões gigantes no princípio de sua formação, segundo uma investigação publicada nesta quarta-feira na revista britânica "Nature", que pode ajudar a entender a evolução climática do planeta vermelho.

O estudo, dirigido por Joseph Michalski, do Instituto de Ciência Planetária de Tucson, nos Estados Unidos, indica que crateras de formato irregular localizadas na Arábia Terra, uma região elevada de Marte, são uma província vulcânica não reconhecida até agora.

Michalski e outros pesquisadores do instituto estudaram a topografia do planeta a partir de dados obticos com a ferramenta laser conhecida como Mars Orbiter Laser Altimeter (MOLA), posta em órbita a bordo da nave Mars Global Surveyer, e também com informação coletada pela nave espacial Mars Express.
Segundo a interpretação dos cientistas, estas crateras corresponderiam a vulcões similares aos supervulcões que se produziram na Terra, como é o caso do Yellowstone National Park, no oeste dos EUA.


Yellowstone ocupa uma área de 8.900 quilômetros quadrados formada por lagos, cânions, rios e montanhas, e constitui a área de maior altitude da América do Norte e a maior caldeira de supervulcão.
Michalski disse a Agência Efe que o descobrimento foi há dois anos e desde então trabalha para avaliar melhor a geologia da zona de Arábia Terra.
Segundo o cientista, estes vulcões gigantes "provavelmente se formaram no primeiro bilhão de anos da história de Marte, que tem 4,5 bilhões de anos, como a Terra".
As características das crateras da Arábia Terra indicam que provavelmente se formaram devido a uma erupção de enormes proporções, como no caso dos supervulcões terrestres, afirmam os especialistas.
Além disso, os materiais vulcânicos achados na região poderiam ter origem nessas gigantescas erupções, que teriam modificado o clima marciano, ressalta o estudo.
A atividade vulcânica já era sugerida como fonte de alguns depósitos detectados em Marte, mas até agora não havia uma fonte vulcânica identificável.
Michalski explicou que os cientistas já sabiam da formação de vulcões em Marte, mas este estudo se refere a outro tipo de atividade vulcânica. "São vulcões muito explosivos, que estão entre os mais antigos de Marte", indicou.
Os cientistas consideram que estes novos estudos podem ajudar a entender a atividade vulcânica em Marte e seu clima. EFE

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Pela primeira vez, componente do plástico é encontrado fora da Terra

Titã, lua de Saturno: propileno, um dos componentes do plástico, foi encontrado pela primeira vez fora da Terra(Reprodução)
A sonda Cassini encontrou propileno, substância utilizada para fazer diversos produtos de plástico, em Titã, uma das luas de Saturno. Esta descoberta marca a primeira vez que um componente do plástico é encontrado em outra lua ou planeta, que não a Terra. Uma pequena quantidade do gás foi identificada na atmosfera baixa de Titã pelo Espectrômetro Composto Infravermelho (Cirs, na sigla em inglês) presente na sonda Cassini, que explora o sistema de Saturno.
CONHEÇA A PESQUISA


Onde foi divulgada: periódico Astrophysical Journal Letters

Quem fez: C. A. Nixon, D. E. Jennings, B. Bézard, S. Vinatier, N. A. Teanby, K. Sung, T. M. Ansty, P. G. J. Irwin, N. Gorius, V. Cottini, A. Coustenis e F. M. Flasar

Instituição: Centro de Voos Espaciais Goddard, Nasa, nos EUA, e outras

Resultado: A sonda Cassini encontrou propileno, substância utilizada para fazer diversos produtos de plástico, na atmosfera de Titã, uma das luas de Saturno
“O propileno substância está ao nosso redor cotidianamente, em longas cadeias que formam um plástico chamado polipropileno”, explica Conor Nixon, cientista da Nasa e principal autor do estudo, publicado nesta segunda-feira, no periódico Astrophysical Journal Letters.
Esta foi a primeira molécula descoberta em Titã com uso do Cirs, instrumento que mede o calor da radiação emitida por Saturno e suas luas, de forma parecida com a qual as nossas mãos sentem o calor de uma fogueira ao se aproximar dela. Assim, ele identifica um gás em particular através de sua assinatura térmica. O maior desafio, porém, é isolar essa assinatura dos sinais de outros gases ao seu redor.
Quebra-cabeças — A identificação do propileno preenche uma lacuna nas observações de Titã, desde quando a sonda Voyager 1 se aproximou desta lua pela primeira vez, em 1980. A sonda descobriu que muitos gases na atmosfera de Titã eram hidrocarbonetos, substâncias que formam o petróleo e outros combustíveis fósseis da Terra.
Os hidrocarbonetos se formam em Titã quando os raios solares quebram as moléculas de metano e elas se recombinam, formando cadeias com um ou mais carbonos. A sonda Voyager identificou todos os membros das famílias com um e dois carbonos na atmosfera, mas da família de três carbonos foram encontrados apenas os compostos mais leves, como o metilacetileno, e os mais pesados, como o propano. Já os intermediários, como o propileno, estavam faltando — até serem encontrados pelo Cirs.
“Essa descoberta foi muito difícil porque o propileno tem um sinal fraco, perto de muitos compostos parecidos com sinais bem mais fortes. Este sucesso aumenta nossa confiança de que vamos encontrar mais compostos químicos que estão ocultos há muito tempo na atmosfera de Titã”, afirma Michael Flasar, principal pesquisador do Cirs.[Fonte: Veja.Com]
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