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terça-feira, 2 de setembro de 2014

Observatórios registam em detalhe novas explosões solares

A NASA recolheu imagens de um conjunto de explosões solares de intensidade média, que podem agora ser observadas num vídeo.

As imagens foram recolhidas pelo Solar Dynamics Observatory e pelo Solar Helospheric Observatory, que junta atividades da NASA e da Agência Espacial Europeia. 


As estruturas documentam um conjunto de erupções de um dos lados do Sol, classificadas como de intensidade média. As duas explosões mais fortes foram M5, as seguintes tiveram uma intensidade menor. A maioria realizou-se entre 25 e 26 de agosto mas a atividade manteve-se nos dias seguintes.

Embora sejam poderosas fontes de radiação, as explosões solares não têm a capacidade de penetrar a atmosfera terrestre e afetar quem circula pela Terra, embora as mais poderosas possam chegar ao nível onde atuam sistemas de posicionamento geográfico como o GPS, produzindo interferências. No início deste ano registou-se uma das maiores e mais poderosas erupções solares registadas nos últimos anos. Já em junho o fenómeno voltou a ser registado. As explosões registadas em fevereiro já tinham sido referidas aqui no TeK e pode agora revê-las na galeria em baixo.

Erupção Solar X4.9


Erupção Solar X4.9

Erupção Solar X4.9


sexta-feira, 12 de julho de 2013

'Tsunami' varre superfície solar a 400 km por segundo

Dois satélites registraram um "tsunami" se espalhando pela superfície do Sol depois de uma descarga de matéria chamada Ejeção de Massa Coronal - erupções de gás em alta temperatura.
Esse "tsunami" é gerado após a erupção solar e caracteriza-se por um campo magnético em suspensão e gás ionizado em alta temperatura, que varre a superfície solar a uma velocidade de 400 km por segundo.
A análise deste fenômeno permitirá aos cientistas prever qual o impacto das ejeções de massa coronal para a Terra.
Se direcionadas a nosso planeta, as partículas geradas na erupção solar podem afetar sistemas de comunicação, redes de transmissão de energia e gerar intensas auroras no céu.
Estes lançamentos enormes de energia magnética - conhecidos como "super flares" (super chamas, na tradução literal) - podem danificar a atmosfera de um planeta em órbita nas proximidades, colocando em risco as formas de vida que eventualmente residam ali.
Felizmente as "super flares" são muito menos frequentes em estrelas de baixa rotação, como nosso Sol. [Fonte: Terra]

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