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quarta-feira, 18 de julho de 2007

NEBULOSSA HELIX - NGC 7293


Nebulosa Helix ou NGC 7293 que fica longe pra Dedéu daqui! Entre 450 e 650 anos-luz do nosso Sistema!

quinta-feira, 12 de julho de 2007

LOCALIZADO PLANETA COM ÁGUA


Localizado planeta com água fora do Sistema Solar:

Ao analisar a luz de uma estrela, depois de filtrada pela atmosfera de um planeta 64 anos-luz distante do Sol, uma equipe internacional de cientistas concluiu que o planeta HD 189733b, um gigante gasoso semelhante a Júpiter, tem água.



Ao analisar a luz de uma estrela, depois de filtrada pela atmosfera de um planeta 64 anos-luz distante do Sol, uma equipe internacional de cientistas concluiu que o planeta HD 189733b, um gigante gasoso semelhante a Júpiter, tem água. A aparente ausência do líquido nos corpos localizados fora do Sistema Solar vinha intrigando cientistas há tempos. A detecção da substância em HD 189733b é a primeira considerada conclusiva. As observações mais recentes, descritas na edição desta semana da revista Nature, foram conduzidas por uma equipe liderada por Giovanna Tinetti, da Agência Espacial Européia (ESA). HD 189733b orbita uma estrela na constelação de Vulpecula ("pequena raposa", em latim), a 64 anos-luz do Sol. O planeta tem a propriedade de passar diretamente entre sua estrela e a Terra, o que permitiu aos cientistas analisar a luz estelar que atravessa as bordas de sua atmosfera. Eles descobriram que o planeta projeta uma "sombra" maior quando observado em uma faixa de luz específica, e concluíram que esse efeito é produzido pela absorção dessa faixa de luz pela água presente na atmosfera. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

CIÊNCIA X RELIGIÃO

Fato ocorrido em 1892:

Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário, que lia o seu livro de ciências. O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia, e estava aberta no livro de Marcos. Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:
_ O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?
_ Sim. Mas não é um livro de crendices é a Palavra de Deus. Estou errado?
_ Claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a história geral. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus criou o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os cientistas dizem sobre isso.
_ É mesmo? E o que dizem os cientistas sobre a Bíblia?
_ Bem, respondeu o universitário, vou descer na próxima estação, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio.
O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó, e deu o cartão ao universitário. Quando o jovem leu o que estava escrito saiu cabisbaixo se sentindo pior que uma ameba. O cartão dizia: "Louis Pasteur, Diretor do Instituto de Pesquisas Científicas da École Normale de Paris".
"Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima." (Louis Pasteur)

quarta-feira, 11 de julho de 2007

PHOENIX BUSCARÁ VIDA EM MARTE


Sonda Phoenix buscará vida no permafrost marciano:


Ilustração de artista da Nasa mostra a sonda Phoenix em solo marciano. A Phoenix, última sonda americana para exploxar Marte, está pronta para o lançamento no início de agosto para estudar, pela primeira vez, o permafrost do Planeta Vermelho e detectar possíveis formas de vidas passadas e presentes em suas planícies árticas. Foto:/AFP




A Phoenix, última sonda americana para explorar Marte, está pronta para o lançamento no início de agosto para estudar, pela primeira vez, o permafrost do Planeta Vermelho e detectar possíveis formas de vidas passadas e presentes em suas planícies árticas.

"Nossa estratégia de pesquisa da água em Marte deu lugar a uma série de descobertas extraordinárias nesses últimos anos sobre a história hidrográfica deste planeta", explicou na segunda-feira o diretor do Programa de Exploração de Marte na Nasa, Doug McCuistion. "Phoenix vai completar nossa estratégia de exploração marciana, tentando, pela primeira vez, tocar e analisar a água de Marte sob forma de gelo no solo", completou, em uma apresentação à imprensa.

Peter Smith, da Universidade do Arizona (sudoeste), um dos cientistas envolvidos no projeto, explicou que "a Phoenix foi concebida para examinar a história do gelo do permafrost, para medir como a água líquida modificou a química e mineralogia do solo". Com suas duas antenas solares desdobradas, a sonda Phoenix mede 5 metros de largura por 1,52 metro de comprimento e tem um braço robótico de 2,34 metros de extensão, que cavará o solo para atingir a camada de gelo que, segundo os pesquisadores, fica a pelo menos dez centímetros de profundidade.

Uma câmera e uma sonda acoplados ao braço vão examinar o solo e o gelo. A Phoenix também terá uma estação meteorológica com a medição a laser da água e da poeira em suspensão na atmosfera. Esses instrumentos vão ser acionados ao longo dos três meses dessa missão. Segundo a Nasa, a Phoenix deve completar sua missão enfrentando temperaturas de entre -73°C e -33°C. A janela do lançamento, previsto para 3 de agosto, será de 21 dias, da base do Cabo Cañaveral (Flórida, sudeste). Lançada por um foguete Delta 2, a sonda deve chegar a Marte em maio de 2008, após uma viagem de 680 milhões de quilômetros.

NOVAS GALÁXIAS DESCOBERTAS

Cientistas descobrem três antigas galáxias no fundo do universo:

PARIS (AFP) - Uma nova população de galáxias, até então desconhecida, pode existir nos confins do universo, a uma distância tal que a luz teria levado mais de 13 bilhões de anos para chegar até nós, revelou um estudo publicado no "Astrophysical Journal" de quarta-feira. Se existir realmente, significará que estas três antigas galáxias se formaram na tenra juventude do Universo, então com apenas 500 milhões de anos, ou seja, menos de 4% de sua idade atual, declarou a equipe internacional de astrônomos, que conta com a participação do francês Jean-Paul Kneib, do Laboratório de Astrofísica de Marselha (CNRS). Segundo eles, 300 mil anos após o Big-Bang, o universo em expansão se tornou transparente à irradiação luminosa, mas nenhuma estrela brilhava ainda - motivo pelo qual essa época é chamada de "idade das sombras". A descoberta das primeiras estrelas e galáxias que brilharam é um dos grandes objetivos dos cientistas, mas como os atuais telescópios não permitem isto, recorrem a técnicas que se baseiam em fenômenos naturais e nas leis fundamentais da física. Uma destas técnicas, que permitiu a possível descoberta das três galáxias, utiliza um efeito conhecido por miragem cósmica, segundo o qual a luz procedente de um objeto é desviada por um campo gravitacional. Por meio desta técnica, a equipe identificou, após três anos de observações com o telescópio Keck, situado no Havaí, as galáxias a 13 bilhões de anos-luz da Terra.

sexta-feira, 6 de julho de 2007

NOVAS TECNOLOGIAS PARA ESTUDAR ESTRELAS E GALÁXIAS

Instituto do Milênio gera novas tecnologias para estudo de estrelas e galáxias:

A astrofísica é considerada uma ciência de fronteira pelas pesquisas científicas que ampliam sem cessar os limites do universo conhecido e pelo desenvolvimento de instrumentação de ponta necessário às freqüentes descobertas, dois aspectos importantes para o avanço da ciência do Século XXI. O Instituto do Milênio para Evolução de Estrelas e Galáxias na era dos Grandes Telescópios, projeto apoiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT), é centrado na montagem e no uso dos novos telescópios SOAR e Gemini, colocados à disposição dos cientistas brasileiros.
Os projetos SOAR e Gemini são consórcios internacionais dos quais o Brasil é membro participante e contribuiu com mais de US$ 20 milhões, a maior parte repassada pelo CNPq. O país ingressou no Projeto Gemini em 1993 e no projeto do Southern Astrophysical Research (SOAR) em 1995.
O Projeto Gemini é composto por dois telescópios com espelhos de 8 metros de diâmetro. O Gemini-Norte, localizado no Havaí, foi inaugurado em 1999, enquanto o Gemini-Sul, no Chile, começou a funcionar em 2002. É um projeto de US$ 180 milhões em consórcio com EUA, Inglaterra, Canadá, Austrália e Argentina.
Já o SOAR entrou em operação experimental em 2004 e consiste de um telescópio com espelho de 4,3 metros de diâmetro, localizado em Cerro Pachon, Chile, na mesma montanha onde se encontra o telescópio Gemini-Sul. Também é um consórcio entre o Brasil, National Optical Astronomical Observatory (NOAO), University of North Carolina e a Michigan State University. A Fapesp também apoiou a construção e a parte científica brasileira dos trabalhos é coordenada pelo Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA/MCT). O custo do telescópio foi de US$ 28 milhões.
O balanço da produção científica do Instituto do Milênio entre 2001 e 2004 resultou em 350 artigos em revistas de primeira linha. Os artigos dos projetos instrumentais só serão produzidos após a finalização dos instrumentos e outros testes, o que deve acontecer a partir de 2008. Mais informações sobre a produção podem ser encontradas em www.astro.iag.usp.br/~imilenio/.
Divulgação científica nas escolas
Dez mil cópias de CD-ROM com hipertexto de Astronomia e Astrofísica com imagens e animações, para PC, MAC e Linux, produzido por Kepler de Oliveira e Fátima de Oliveira, foram feitos dentro do Instituto do Milênio. Os CD-ROMs foram distribuídos a escolas em todo o país, dentro das Olimpíadas Brasileiras de Astronomia (OBA).
O Projeto Telescópios na Escola (TnE) - originalmente denominado Educação em Ciências Com Observatórios Virtuais - foi montado com recursos da Fundação Vitae e, posteriormente, vem recebendo apoio da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da USP, FAPESP e CNPq. Seu objetivo é estimular o ensino de ciências por meio da astronomia. Quatro observatórios estão operacionais e trabalhando com escolas de nível fundamental e médio em Florianópolis, Valinhos, São José dos Campos e Rio de Janeiro.
Instrumentos desenvolvidos dentro do Instituto do Milênio
O principal objetivo foi o desenvolvimento de instrumentos astronômicos altamente complexos e precisos para o SOAR e o Gemini. Foram feitos projetos de engenharia para mais de 1500 peças: espectrógrafo SIFS, de campo integral, o espectrógrafo STELES, de alta resolução espectral, e o imageador no infravermelho SPARTAN.
Espectrógrafo SIFS
É um espectrógrafo de campo integral, cuja imagem é feita por grande quantidade de fibras ópticas. No caso do SIFS são 1300 fibras, que cobrem uma pequena área no céu. Para a região observada são obtidos 1.300 espectros ao longo da superfície do objeto. Esse tipo de instrumento é também chamado espectro-imageador. Na figura abaixo é mostrado o instrumento instalado no SOAR, que deve ser concluído em um ano.
Espectrógrafo de alta resolução STELES
A alta resolução espectral permite obter “abundâncias químicas” com grande precisão. No Instituto do Milênio foram desenvolvidos os desenho óptico, o desenho mecânico preliminar e foram comprados os detectores CCD, projeto de segunda geração para o SOAR.
Câmera imageadora no infravermelho SPARTAN
Teve participação brasileira importante, embora fosse de responsabilidade da Michigan State University, outro parceiro do SOAR. O Instituto do Milênio contribuiu com um dos quatro detectores infravermelhos, além do envolvimento de um astrônomo e um engenheiro óptico do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Abaixo o espectrógrafo completo, que segue para o Chile ainda em 2007.
Confira abaixo os instrumentos desenvolvidos dentro do Instituto do Milênio:

Espectrógrafo de alta resolução STELES para o SOAR

Câmera imageadora no infra-vermelho SPARTAN

Laboratório de Instrumentação


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