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sábado, 27 de novembro de 2010

Listra 'sumida' de Júpiter começa a reaparecer



Uma das características listras marrom-escuras (para alguns, vermelhas) de Júpiter – que astrônomos amadores notaram ter passado de marrom para branco – parece que está recuperando sua cor original.

Nesta quinta-feira (25), astrônomos anunciaram ter observado as primeiras imagens – como a foto desta reportagem – do reaparecimento da listra sumida.

Conhecida como Cinturão Equatorial Sul (SEB, na sigla em ingles), a listra fica na parte ao sul da linha do equador do planeta e pode ser vista por telescópios amadores. Geralmente, é marrom, mas no último outono, ela sumiu – para alguns deles, ficou branca.

No começo de novembro do ano passado, o astrônomo amador filipino Christopher Go, notou uma mancha brilhante no cinturão, que estava com uma aparência fora do comum (esbranquiçado), fenômeno que os astrônomos apelidaram de “tempestade” em Júpiter.[Fonte: Correio do Estado]

Sonda acha oxigênio em lua de Saturno

 
A sonda Cassini-Huygens, da Nasa (agência espacial dos EUA), detectou a presença de oxigênio e CO2 (dióxido de carbono) na atmosfera de Reia, a segunda maior lua de Saturno. É a primeira vez que um equipamento como esse consegue evidências diretas da presença de uma atmosfera com oxigênio em um outro astro ou planeta que não a Terra.
Pesquisadores de Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha dizem que a presença de oxigênio na atmosfera do local é consistente com imagens feitas por equipamentos como o telescópio espacial Hubble.
Reia tem apenas 1.500 km de diâmetro e está sempre coberta por uma fina cobertura de gelo. A estimativa é de que a temperatura no local seja de -180ºC. A atmosfera do satélite, que tem 70% de oxigênio e 30% de CO2, tem apenas 100 km – é tão fina que se estivesse submetida à temperatura e à pressão da Terra, caberia bem em um prédio de tamanho médio.
A descoberta vai ajudar os cientistas a entender onde mais no Universo pode haver oxigênio e a planejar futuras missões no espaço, inclusive com humanos. A sonda Cassini tem viajado em torno de Saturno desde 2004 e fez um voo rasante sobre Reia em março deste ano – o equipamento chegou a apenas 97 km da superfície, o que é pouco em termos astronômicos. [Fonte: R7]

sábado, 20 de novembro de 2010

Astrônomos descobrem primeiro planeta originário de fora da Via Láctea


Ilustração mostra como seria o planeta descoberto e sua estrela - European Southern Observatory / AFP

Nos últimos 15 anos, quase 500 planetas extrassolares — ou seja, orbitando outras estrelas, não o nosso Sol — foram encontrados, de modo que a localização de mais um não deveria atrair atenção especial. HIP13044b, porém, é diferente: trata-se, segundo os astrônomos, do primeiro planeta descoberto originário de outra galáxia.

— É uma descoberta muito excitante — comemorou Rainer Klement, cientista do Instituto de Astronomia Max Planck, com sede em Heidelberg, na Alemanha, e autor do artigo sobre o planeta, publicado quinta-feira na revista Science Express.

O planeta recém-encontrado tem uma massa pelo menos 1,25 vez superior à de Júpiter e circunda uma estrela batizada de HIP13044, um gigante perto do fim de sua vida — já consumiu a maior parte do seu estoque de hidrogêneo e expandiu em muito seu diâmetro, um destino semelhante ao que o Sol enfrentará daqui a cerca de 5 bilhões de anos.

Ano do planeta HIP13044b tem duração de apenas 16 dias.

A estrela, situada a aproximadamente 2 mil anos-luz da Terra, faz parte da chamada Corrente Helmi, um grupo de sóis que, conforme os astrônomos, pertenceu outrora a uma galáxia anã, “devorada” pela Via Láctea entre seis e nove bilhões de anos atrás.

HIP13044b orbita sua estrela a uma distância relativamente pequena — seu ano, ou seja, uma volta completa, dura apenas 16 dias, contra os pouco mais de 365 da Terra. O planeta foi encontrado graças a pequenas alterações que sua gravidade provoca no movimento do seu sol, detectadas graças a um espectógrafo conectado a um telescópio no observatório La Silla, no norte do Chile.

— Essa descoberta é parte de um estudo pelo qual estamos sistematicamente procurando exoplanetas que orbitem estrelas velhas — explicou Johny Setiawan, também do Instituto Max Planck. [Fonte: Zero Hora]

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Japoneses confirmam que sonda trouxe partículas de asteroide


A JAXA - agência espacial japonesa - confirmou nesta sexta-feira que a sonda Hayabusa coletou partículas de asteroide Itokawa.

A agência observou e analisou por meio de microscópio eletrônico as amostras que forma coletadas com uma espátula especial e chegou à conclusão de que cerca de 1,5 mil grãos de poeira são do asteroide Itokawa.

O tamanho de cada grão não chega a 10 mm, e a coleta de cada grão requer habilidades e técnicas especiais. A JAXA está desenvolvendo técnicas e preparando equipamentos para as análises inicias dessas partículas.
Em junho deste ano, a sonda retornou à Terra após uma viagem de sete anos e 5 bilhões de km. Ao entrar na atmosfera, a maior parte do equipamento se desintegrou e apenas uma pequena cápsula, que armazenava a poeira, foi resgatada. [Fonte: Terra]

Buraco negro recém-nascido foi descoberto por astrônomo amador

Se os cientistas profissionais estiverem corretos, o astrônomo amador Gus Johnson poderá se tornar uma espécie de "pai" do jovem buraco negro.[Imagem: X-ray: NASA/CXC/SAO/D.Patnaude et al, Optical: ESO/VLT, Infrared: NASA/JPL/Caltech]

Pela primeira vez, cientistas acreditam haver testemunhado o nascimento de um buraco negro. Ele começou há 30 anos quando uma estrela a 50 milhões de anos-luz de distância implodiu, colocando em movimento eventos que criaram uma região onde a gravidade é tão grande que nada consegue escapar dali, nem mesmo luz.
A observação inicial da estrela explodindo em 1979 foi feita por um astrônomo amador de Maryland Ocidental, mas cientistas de primeira linha da profissão estudaram-na intensamente com telescópios orbitais de raios X cada vez mais sofisticados.

Ao anunciar a descoberta na segunda-feira, na sede da Nasa, os pesquisadores disseram que embora as informações que coletaram sejam consistentes com o nascimento de um buraco negro bebê, eles não podem descartar outras possibilidades. No entanto, eles falaram entusiasticamente sobre o que estão aprendendo e aprenderão sobre a evolução de buracos negros.

"Nunca conhecemos anteriormente o dia de nascimento exato de um buraco negro, e agora podemos observá-lo crescer para se tornar uma criança e um adolescente", disse Kimberly Weaver, um astrofísico do Centro de Voos Espaciais Goddard da Nasa.

Os pesquisadores não só consideram isso pioneirismo científico, mas o nascimento de um buraco negro em tempo real oferece uma mensagem pouco apreciada sobre nossa galáxia e o universo: ele está em constante transformação. Estrelas parecem ser permanentes, mas elas nascem e morrem; buracos negros são criados, ficam maiores e com o tempo, também definham.

Brilho. A teoria da existência de buracos negros foi apresentada pela primeira vez por Albert Einstein e ela é agora um fato bem aceito em astronomia e cosmologia. Embora eles definam a escuridão, os buracos negros podem realmente ser muito brilhantes - ou, ao menos, o disco que rodeia o buraco e suga matéria para seu interior. Esse processo cria atrito e luz quando massas enormes de matéria são sugadas rodopiando para o que poderia ser pensado como um ralo de cozinha.

O possível nascimento de um novo buraco negro foi anunciado pela implosão da supernova 1979C, detectada pelo astrônomo amador Gus Johnson de Swanton, Maryland, quando ele viu uma estrela se tornando repentinamente brilhante. A presença da supernova foi registrada e logo depois acompanhada por astrônomos usando novos e mais potentes telescópios de raios X.

Os pesquisadores disseram que o que acreditam que seja um buraco negro tem cerca de cinco vezes a massa de nosso Sol e foi formado pela explosão de uma estrela com cerca de 20 vezes a massa do Sol. / TRADUÇÃO DE CELSO M. PACIORNIK [Fonte: Estadão]
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