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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Buraco Negro ou Buraco de Minhoca?



A teoria de que há um buraco negro supermassivo no centro da cada grande galáxia é bem conhecida, mas um novo estudo da Universidade Fudan (China) está desafiando esse conceito.
De acordo com os pesquisadores Zilong Li e Cosimo Bambi, ao invés de um buraco negro, pode haver um buraco de minhoca no centro da nossa galáxia. Aliás, no centro de todas as galáxias.
Esses buracos de minhoca teriam sido criados no começo da história do universo e podem (teoricamente) conectar duas regiões diferentes do nosso universo, ou dois universos diferentes (considerando o modelo de multiverso).
Um buraco de minhoca é basicamente um “atalho” através do espaço e do tempo. Embora nunca tenha sido observado, este fenômeno hipotético do espaço-tempo é previsto pela Teoria da Relatividade Geral e foi postulado pela primeira vez por Albert Einstein e seu colega Nathan Rosen. Ainda precisamos provar que buracos de minhoca existem, mas, por enquanto, a Teoria da Relatividade Geral tem acertado bastante.
Agora, o novo estudo acredita que há uma maneira de provar que esses buracos existem, e que um deles está bem no meio de nossa galáxia – através do Very Large Telescope Interferometer, um telescópio que ainda está sendo construído, no Observatório Europeu do Sul, no Chile. Um dos instrumentos deste telescópio, Gravity, pode ser capaz de detectar buracos de minhoca.
“Em poucos anos, o instrumento Gravity terá a capacidade de fazer imagens das bolhas de plasma orbitando perto da órbita circular estável mais interna do sGra*, o candidato a buraco negro supermassivo da Via Láctea. A imagem secundária de um ponto quente em órbita em torno de um buraco de minhoca é substancialmente diferente da de um ponto quente em torno de um buraco negro, porque a esfera de captura de fótons do buraco de minhoca é muito menor, e sua detecção poderia, assim, testar se o centro da nossa galáxia abriga um buraco de minhoca em vez de um buraco negro”, dizem Li e Bambi.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Nasa e MIT colocam Wi-Fi de 622 Mbps na Lua

Um grupo de cientistas mostrou que é possível transmitir sinal de internet Wi-Fi entre a Terra e a Lua. Para isso, foram usados quatro telescópios que ficam no Novo México, nos Estados Unidos.
A iniciativa é da Nasa (Agência Espacial Americana) e do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). Os cientistas usaram os quatro telescópios para enviar sinais a um receptor montado em um satélite que está na órbita da Lua.
Isso permitiu que uma conexão fosse estabelecida mesmo a 384,4 km de distância da Terra. Foi possível enviar dados a uma taxa de 19,44 Mbps e ainda dá para fazer download da Lua a 622 Mbps. De acordo com a Wired, isso é 4.000 vezes mais rápido do que as velocidades atuais de transmissão de rádio.
Em outras palavras, esses dados querem dizer que futuros astronautas poderão, teoricamente, fazer check-in no Foursquare da Lua, assistir séries e filmes no Netflix e ainda enviar suas selfies com uma velocidade muito maior do que você faz da sua casa atualmente.
Os resultados do experimento devem ser divulgados durante uma conferência no dia 9 de junho, na Califórnia, nos Estados Unidos.[Fonte: Info]

sexta-feira, 23 de maio de 2014

NASA transforma a Terra no melhor mural de selfies do mundo

No último dia 22 de abril, a NASA realizou uma campanha um tanto diferente do normal no Dia da Terra, ao menos mais divertida do que apagar as luzes e acender uma vela. Ao mesmo tempo, eles conseguiram uma aplicação muito legal às selfies, principalmente para quem não as suporta.

A proposta da NASA era simples: seus seguidores deveriam responder a pergunta “onde você está na Terra agora?”, enviando a localização acompanhada de um autorretrato. Hoje a agência espacial norte-americana divulgou o resultado final: um gigantesco mosaico de 3,2 gigapixels, composto por 36.422 fotos individuais, montado em cima de uma imagem do planeta capturada no dia 22/04 pelo satélite Suomi NPP.
É possível ampliar e conferir em detalhes cada uma das imagens enviadas pelos fãs da NASA espalhados pelos quatro cantos do mundo. Ao todo, pessoas de 113 países espalhados por todos os continentes enviaram seus selfies. Como a agência mesmo diz, “da Antártica ao Iêmen, da Groenlândia à Guatemala, da Micronésia às Ilhas
Malvinas Falklands, passando pelo Paquistão, Bolívia e Peru, e daí por diante”.
Particularmente não vejo tanta graça em selfies, mas tenho que admitir que a proposta da NASA foi muito legal e possibilita alguns momentos de diversão. Portanto se você enviou sua foto para a NASA, acesse o site e tente encontrar sua imagem. Divirta-se. [Fonte: Meio Bit]

terça-feira, 6 de maio de 2014

Nosso Lugar Neste Universo...


Brasileiros poderão ver chuva de meteoros nesta madrugada

Na madrugada desta terça-feira, o céu deve ficar mais iluminado. Isso porque está prevista a chuva de meteoros Eta Aquarídeas, um fenômeno celeste que poderá ser visto, inclusive, por quem estiver no Brasil. As informações são do Huffington Post
Segundo a Nasa, o melhor horário para ver as faíscas de luz cortando o céu será às 4h da manhã. No entanto, a agência avisa que é mais fácil visualizar o fenômeno em áreas afastadas de cidades e de luzes urbanas. 
Os meteoros Eta Aquarídeas são originados do rastro deixado pelo cometa Halley no espaço. Há pouco tempo, o cometa cruzou o mesmo trecho do Sistema Solar pelo qual a Terra passa agora e o que veremos serão os resquícios do que passou. Cerca de 45 meteoros devem entrar na atmosfera terrestre a cada hora.
Ainda de acordo com a Nasa, o hemisfério sul será a melhor parte do planeta para ver o fenômeno. Além disso, enquanto os meteoros estiverem visíveis, eles estarão se deslocando a uma velocidade próxima a 254 mil quilômetros por hora.[Fonte: Jornal do Brasil]

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Nasa investe em roupas para missões de humanos a Marte em 2030

Protótipo de traje espacial de 'série Z' simula condições de ambiente do planeta vermelho
A NASA apresentou o que será o próximo protótipo de roupas para missões em Marte. O protótipo, chamado de Z-2, oferece melhor mobilidade e foi desenhado especialmente para lidar com as condições de ambiente do planeta vermelho.
A escolha do nome foi resultado da votação que a agência espacial realizou com internautas em um website dedicado ao projeto. As opções fornecidas aos visitantes da página baseavam-se em três conceitos – tecnologia, tendências da sociedade e biomética.
Todos os três projetos foram criados pelo fabricante de roupas ILC e pela Universidade de Filadélfia, nos Estados Unidos. A primeira opção consistia em roupa que emulava características de bioluminescência de animais aquáticos, enquanto a segunda simulava como as roupas de hoje poderiam se parecer no futuro. No entanto, a opção vencedora foi a de biomimética, que ganhou 233.431 mil votos.
O Z -2 é o mais recente protótipo do projeto de roupas espaciais da NASA, chamado de série Z. Ele baseia-se no protótipo anterior, o Z- 1. É o primeira “roupa de mobilidade planetária específica para superfície” a ser testada em um vácuo completo, além de usar varreduras a laser humano 3D e hardware 3D-impresso, afirma a NASA. A vestimenta também possui estruturas resistentes ao impacto.
Outra grande diferença entre os dois protótipos é o material do qual que é feito. Enquanto o Z-1 tinha a parte superior do tronco macia, o Z-2 tem a parte superior do tronco feita de um material rígido. A Nasa explicou que esse detalhe oferece a durabilidade que as roupas para atividades planetárias extraveicular requerem. Os desenhos do ombro e do quadril também são diferentes. O Z- 2 tem várias melhorias que levam em conta o movimento complexo das articulações.
Os materiais utilizados no Z-2 foram escolhidos para lidar com um ambiente de vácuo completo. A Nasa está planejando uma campanha de testes abrangentes para ver como a vestimenta espacial se comporta em um ambiente que imita a falta de atmosfera encontrada no espaço. A ação será testada no Laboratório de Flutuação Neutra, uma piscina interna que a Nasa usa para treinar astronautas para caminhar no espaço. A agência vai realizar mais testes em um local que simula a superfície rochosa de Marte, localizado no Centro Espacial Johnson, para avaliar o desempenho da roupa.
A versão final da Z-2 deve ficar pronta para testes em novembro. As lições aprendidas serão usadas para projetar o Z-3.
A Nasa estabeleceu uma meta ambiciosa de enviar seres humanos a Marte em 2030 e, por isso, o desenvolvimento de um traje espacial para missões está na lista de prioridades da agência. No entanto, o protótipo da série Z ainda está pronto para fases de teste em voo, o que significa que não pode ser usado em uma viagem ao espaço ainda. [Fonte: itweb]

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