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quinta-feira, 10 de julho de 2008

Dois pulsares na órbita um do outro dão razão a Einstein


Aproveitando-se de uma configuração cósmica única, astrofísicos conseguiram medir os efeitos previstos pela teoria da relatividade de Einstein, observando a gravitação extrema de dois pulsares em órbita um do outro, segundo estudo divulgados pela revista americana Science.
Em outras palavras, a teoria de 93 anos do 'pai da física moderna' passou num novo teste, destacaram cientistas.
Os pulsares são pequenos objetos estelares extremamente densos e que sobrevivem após a explosão de uma estrela em supernova.
A massa desta estrela é, na maioria das vezes, maior que a do sol, mas ela é muito pequena.
Estes pulsares giram em torno deles mesmos a uma velocidade vertiginosa e geram um gigantesco campo gravitacional, emitindo fortes faíscas em ondas radio que iluminam os radiotelelescópios na Terra como faróis à beira-mar.
Mais de 1.700 pulsares foram revelados nos últimos meses em nossa galáxia, a Via Láctea, mas este duplo pulsar ou pulsar binário, descoberto em 2003, é o único conhecido.
"Um pulsar binário cria condições ideais para verificar a teoria da relatividade porque quanto maiores as massas e quanio mais elas se aproximam umas das outras, maiores os efeitos da relatividade", explicou René Breton da Universidade McGill em Montreal, um dos autores destes trabalhos.
"A teoria de Einstein prevê que, num campo gravitacional, o eixo em torno do qual o objeto gira mudará lentamente de direção quando o pulsar passar na frente de seu par", como uma espiral ligeiramente inclinada no eixo de rotação oscila, explicou Victoria Kaspi da Universidade McGill.
Os pesquisadores puderam observar que um dos dois pulsares realizam perfeitamente este movimento quando o outro passa na sua frente, confirmando esta parte da teoria de Einstein de 1915. (Fonte: Yahoo Notícias)

Cientistas descobrem sinal de água em vidro lunar

A análise de contas de vidro colorido encontradas na Lua pelas missões Apollo 15 e Apollo 17, realizadas em 1971 e 1972, revelam que o interior do satélite foi rico em água até cerca de 3 bilhões de anos atrás. A descoberta, apresentada na edição desta semana da revista científica Nature, contradiz a idéia, mais comumente aceita, de que a Lua já surgiu desidratada, e oferece uma explicação para a origem dos depósitos que gelo que parecem existir em crateras localizadas nos pólos do satélite.
"O que nossas descobertas indicam é de que ou a água não se perdeu por completo no grande impacto que formou a Lua, ou que ela voltou a se acumular por meio de material de meteoritos, nos primeiros 100 milhões de anos da formação do satélite", diz o principal autor do estudo, o argentino Alberto Saal, atualmente na Universidade Brown, nos EUA. Embora as amostras sejam antigas, a análise atual só foi possível graças a desenvolvimentos tecnológicos recentes.
A teoria mais aceita para a origem da Lua diz que o satélite surgiu após a colisão de um outro astro, do tamanho de Marte, com a Terra primitiva, há mais de 4 bilhões de anos. "A idéia é de que o material expelido pelo impacto formou um anel, que aos poucos se agregou para formar a Lua", explica Saal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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