quarta-feira, 15 de julho de 2009

Saiba o que aconteceu com os astronautas que foram à Lua

Armstrong, Aldrin e Collins ainda vivem 40 anos após jornada histórica.Biografias oficiais dos aventureiros estão disponíveis em inglês.

Embora a Nasa tivesse um total de 17 voos em seu programa Apollo, somente seis realmente pousaram na Lua. Junto com Neil A. Armstrong, que deu o primeiro passo na superfície, outros onze homens deixaram a segurança relativa de seus módulos lunares para recolher amostras de rochas e poeira e completar os objetivos de cada missão.

Da esquerda para a direita, os astronautas da Apollo 11, Michael Collins, Neil Armstrong e Buzz Aldrin junto com o presidente George W. Bush em 2004 (Foto: Nasa)

Em cada viagem, um dos três astronautas permanecia no módulo de comando e orbitava ao redor da Lua, até que os outros voltassem. Após o fim do programa Apollo, os astronautas buscaram diferentes atividades. Abaixo, uma atualização sobre os astronautas que viajaram à Lua na Apollo 11, em julho de 1969.

NEIL A. ARMSTRONG

Comandante. Nascido em 5 de agosto de 1930, em Wapakoneta, Ohio. Armstrong deixou a Nasa em 1971 para se tornar professor de engenharia aeronáutica na Universidade de Cincinnati. Depois, serviu à diretoria de várias empresas privadas. Também trabalhou na Comissão Nacional do Espaço, de 1985 e 1986, e na Comissão Presidencial do Acidente da Challenger, em 1986. Em 2005, a biografia autorizada de Armstrong, "First Man: The Life of Neil A. Armstrong", escrita por James R. Hansen, foi publicada pela Simon & Schuster. Ele hoje mora em Cincinnati.

EDWIN E. ALDRIN JR.

Piloto de módulo lunar. Nascido em 20 de janeiro de 1930, em Montclair, Nova Jersey. Aldrin, conhecido como Buzz, deixou a Nasa em julho de 1971 e Força Aérea em 1972. Ele fundou a Starcraft Boosters, empresa de projetos de foguetes, e a Fundação ShareSpace, uma organização sem fins lucrativos dedicada a promover a educação e a exploração espacial e voos espaciais acessíveis. Aldrin publicou uma autobiografia em 1973, "Return to Earth" (Random House), e outro livro de memórias neste ano, "Magnificent Desolation: The Long Journey Home from the Moon" (Harmony), no qual descreve sua batalha contra o alcoolismo e seu comprometimento contínuo com a exploração espacial. Hoje, ele mora em Los Angeles.

MICHAEL COLLINS

Piloto do módulo de comando. Nascido em 31 de outubro de 1930, em Roma. Collins deixou a Nasa em 1970 e se tornou diretor do Museu Nacional do Ar e do Espaço, do Instituto Smithsonian, em Washington. Depois, abriu sua própria empresa de consultoria. Ele é autor de "Carrying the Fire: An Astronaut’s Journeys" (Farrar, Straus & Giroux) e "Liftoff: The Story of America’s Adventure in Space" (Grove Press), bem como do livro infantil "Flying to the Moon and Other Strange Places" (Farrar, Straus & Giroux). Collins é aposentado e mora no sul da Flórida. (Fonte: G1)

Novo mapa de Vênus sugere que planeta teve continentes e oceano

Concepção artística da nave Venus Express (Foto: ESA)


Dados foram obtidos por sonda com sensores de infravermelho.Hoje planeta é estufa gigante, quente o suficiente para derreter chumbo.


Vênus pode ter sido mais parecido com a Terra, com um oceano e um sistema de placas tectônicas que deu lugar à formação de continentes, segundo o primeiro mapa do hemisfério sul desse planeta elaborado com as câmeras de infravermelho da nave Venus Express. O mapa é o resultado de mais de mil imagens obtidas entre maio de 2006 e dezembro de 2007 por equipamentos com infravermelho que permitem ver através das densas nuvens que cobrem Vênus, segundo a Agência Espacial Europeia (ESA).


Antes, foram utilizados sistemas de radar para obter mapas de alta resolução da superfície de Vênus, mas esta é a primeira vez que se obtém um mapa que indica qual poderia ser a composição química das rochas. Os novos dados são compatíveis com as suspeitas de que os dois planaltos montanhosos de Vênus são antigos continentes produzidos por uma atividade vulcânica, que antes estiveram cercados por um oceano. "Não é uma prova, mas é compatível. Tudo o que podemos dizer, por enquanto, é que as rochas do planalto parecem diferentes das encontradas em outros lugares", afirma, em uma nota da ESA, o cientista alemão Nils Müller, que dirigiu os trabalhos cartográficos. Na opinião do cientista, a única maneira de ter certeza de que os dois planaltos de Vênus são continentes será enviando uma sonda a essas áreas. Embora a água de Vênus tenha desaparecido, ainda pode haver atividade vulcânica, afirma. "Vênus é um planeta grande, aquecido por elementos radioativos em seu interior. Deve ter a mesma atividade vulcânica que a Terra", afirma Müller. O mapa oferece aos astrônomos uma nova ferramenta para entender por que Vênus é tão semelhante em tamanho à Terra e, no entanto, evoluiu de forma tão diferente, afirma a ESA. A nave "Venus Express" foi lançada em 9 de novembro de 2005 e levou 155 dias para chegar à sua órbita operacional. (Fonte: G1)

quarta-feira, 3 de junho de 2009

2009: Ano Internacional da Astronomia - Clique Aqui


Clique na Imagem

terça-feira, 19 de maio de 2009

Nasa divulga imagem da silhueta da Atlantis contra o Sol

A imagem foi capturada a partir do solo usando um telescópio com filtro solar

A Agência Espacial Americana, Nasa, divulgou uma imagem da silhueta da nave Atlantis passando contra o Sol nesta terça-feira. A imagem foi capturada a partir do solo usando um telescópio com filtro solar. As informações são do jornal timesonline.

Nesta sexta-feira, a tripulação da nave Atlantis irá fazer a segunda de cinco caminhadas espaciais para reparar o Telescópio Espacial Hubble. Os astronautas concluiram nesta quinta-feira o primeira dia de trabalho para melhorar o funcionamento do telescópio, que agora já conta com uma nova e poderosa câmera para fotografar o espaço.

Após mais de sete horas de trabalho no exterior da nave, no espaço aberto, os astronautas John Grunsfeld e Andrew Feustel conseguiram substituir a velha câmera do Hubble por uma nova mais eficiente.

Eles trocaram a câmera Wide Field Planetary, de 15 anos de idade, por outra muito mais poderosa, do tamanho de um piano de parede. A Nasa deixou claro que com esse novo instrumento, o telescópio, que transmitiu imagens incríveis das profundezas do Universo, será capaz de captar fotografias maiores, mais claras e detalhadas. (Fonte: Terra)

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Construa o seu próprio Universo


Cientistas querem criar um big-bang em outra dimensão:

Deus existe? Se existir, é melhor se cuidar, pois tem cientista de olho no cargo Dele. Parece megalomania, mas é verdade: baseados em idéias da cosmologia, alguns físicos estão ousando criar o impensável dentro do laboratório: universos. Um deles é Nobuyuki Sakai, da Universidade Yamagata, no Japão, que diz ter descoberto um meio de usar aceleradores de partículas para bombear zilhões de cacos de átomos num único ponto e, com isso, causar um novo big-bang, a explosão que deu origem a tudo. Segundo o físico, é só fornecer a matéria-prima que ele faz o serviço. O problema é que muitos dos ingredientes de que Sakai precisa para brincar de Deus são um tanto excêntricos – como o monopolo, uma partícula que só existe em teoria. Mas, mesmo que o cientista encontre o material necessário para inaugurar um novo Cosmos, não conseguirá segurar o cargo de todo-poderoso por muito tempo. Isso porque, depois de criado, o novo Universo desaparecerá do nosso num piscar de olhos. E o cientista continuará sem nenhum planetinha para governar. Pois é: Deus não é funcionário público, mas tem estabilidade no emprego.

Crescei-vos

Pegue tudo o que existe num raio de 50 metros e coloque no pingo deste i. Essa é a densidade de um núcleo atômico. Agora repita o processo 1 060 vezes e comprima tudo no ponto. Difícil? Os cientistas também acham. Então inventaram um atalho para isso: bombardear um monopolo (1) – um tipo de partícula superdensa – com pedaços de átomos até que ele obtenha essa concentração de matéria.

Espalhai-vos

Desse jeito, o ponto ficaria tão denso que o "peso" dele abriria um rombo no espaço-tempo – a parede invisível que envolve o nosso Universo. Na prática, nasce um pequeno buraco negro (2). Alguns cientistas acham que os buracos dão origem a novos universos do lado de fora do espaço-tempo. Então pronto: ao criar um corpo assim no laboratório, você detonaria um big-bang em outra dimensão (3).

Multiplicai-vos

O buraquinho negro se desconecta do nosso Universo em um trilionésimo de segundo (4). Ou seja, se você conseguir virar Deus, nem terá tempo de contemplar sua obra (5). Mais: os eventuais habitantes de lá nunca saberão o que os criou. A menos que eles descubram como fazer universos... Mas, ei: quem garante que alguém em outro Universo não tenha aprendido isso há 13,5 bilhões de anos? (Fonte: Super Arquivo)

sexta-feira, 17 de abril de 2009

"Mão Cósmica"...


Novas fotografias liberadas pela Nasa mostram uma “mão cósmica”, muito parecida com uma mão humana, enorme, procurando tocar o espaço como se estivesse tentando alcança-lo. A imagem foi capturada pelo telescópio da Nasa localizado no observatório de Chandra, e mostra uma nebulosa de 150 anos-luz de comprimento, ou seja, 142.000.000.000.000.000 km, ou seja, a maior mão do universo. Os dedos fantasmagóricos e azuis são, de acordo com a agência, causados por um “pulsar”, uma estrela muito rápida, que libera energia e matéria pelo espaço, causando formações como essa mão. O nome dessa pulsar em particular é PSR B1509-58.

(Fonte: Hypescience)

Astrônomos encontram nebulosa em forma de DNA

Astrônomos usando o telescópio espacial Spitzer observaram uma nebulosa surpreendente que tem o formato de uma hélice dupla, próxima ao centro da Via Láctea. Eles estimam que a nebulosa tenha cerca de 80 anos-luz de comprimento e esteja situada a 300 anos-luz do grande buraco negro que fica no meio da galáxia.

A nebulosa em forma de DNA impressionou os astrônomos envolvidos. "Nós nunca vimos nada como isso no domínio cósmico. A maioria das nebulosas são galáxias em espiral cheias de estrelas ou conglomerados amorfos de poeira e gás. O que nós vemos indica um alto grau de ordem", disse Mark Morris, professor de astronomia da UCLA e autor do estudo.

Morris acha que o campo magnético do centro da Via Láctea seja o responsável pelo intrigante formato da nebulosa. Esse campo - que é cerca de mil vezes mais fraco que o do Sol - ocupa um volume tão grande de espaço que possui muito mais energia que o campo magnético do Sol. Morris acredita que todas as galáxias que têm um centro galáctico bastante concentrado também devem ter um forte campo magnético.

O que exatamente criou a onda de torção ainda é um mistério, mas Morris não acredita que o grande buraco negro no centro da galáxia seja o culpado. Orbitando o buraco negro, a muitos anos luz de distância, está um disco massivo de gás que Morris levantou a hipótese de estar ancorando as linhas de campo magnético. O disco passa pela órbita do buraco negro aproximadamente uma vez a cada dez mil anos. "Uma vez a cada dez mil anos é exatamente o que precisamos para explicar a torção das linhas de campo magnético que vemos da nebulosa", disse Morris.

O artigo de Morris foi publicado na revista Nature.

(Fonte: Estadão)

MAIS BLOGS: