sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Água, 'árvores' e 'ET': veja as melhores imagens de Marte


Programada para ser lançada rumo a Marte no sábado, a sonda Curiosity se juntará a uma série de equipamentos que registrou desde descobertas incríveis a imagens impressionantes. Veja a seguir algumas das melhores fotografias feitas durante a exploração do planeta vizinho Foto: Nasa/Divulgação


Essa imagem de 2010, colorida artificialmente, mostra água em estado sólido em uma cratera em Marte. O registro foi feito 10 anos depois da descoberta da substância no planeta. Até agora, somente a presença de gelo, e não água líquida, foi confirmada no planeta vizinho Foto: Nasa/Divulgação


Registro mostra o que seria água corrente. Os filetes escuros da fotografia seriam o primeiro indício da presença de água líquida no planeta, mas os cientistas da Nasa são cautelosos: ainda precisa confirmação, e isso vai demorar alguns anos. Veja a sequência de imagens que mostraria água fluindo em Marte Foto: Nasa/Divulgação


Os registros das sondas Viking foram os primeiros a indicar que Marte não tem vida. Contudo, estudos feitos 30 anos depois indicam que o experimento foi mal feito, já que as sondas podem ter destruído qualquer forma de vida durante o pouso Foto: Nasa/Divulgação


Uma das imagens mais famosas do planeta é o "rosto" de Marte, também registrada pela Viking 1. Várias imagens feitas da mesma região já mostraram que a face era apenas uma combinação de sombras e formas naturais - inclusive uma de 2010, feita pela Mars ReconnaissanceFoto: Nasa/Divulgação


Para muitas pessoas, o ser era um ET, uma figura humanoide e, segundo relatou a Sky News na época, para um internauta parecia até um "alien nu correndo". Contudo, para os cientistas, o "homem de Marte" não passa de uma pedra Foto: Nasa/Divulgação


Outra imagem conhecida do planeta, este registro de 2008 mostra as "árvores de Marte". Registradas pela Mars Reconnaissance Orbiter, sonda que orbita o planeta, essas marcas, segundo a Nasa, surgem quando o gelo da região polar (formado por dióxido de carbono) derrete e a areia negra escorre do topo das dunas, dando a impressão errada. Essas "cascatas" de areia negra têm cerca de 1 km e não fazem sombraFoto: Nasa/Divulgação



quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Cientistas encontram lagos sob a superfície de lua de Júpiter

Europa, uma das luas de Júpiter, que teria lagos a 3 km de profundidade
Superfície sulcada da lua de júpiter intriga cientistas há muitos anos
Cientistas americanos encontraram evidências da existência de água em estado líquido perto da superfície de uma das luas geladas de Júpiter, Europa.Análises de imagens sugerem que há colunas de água quente sob a crosta congelada do satélite. Essa água seria responsável pelo derretimento e o rompimento das camadas mais superficiais.Os resultados, publicados na revista científica Nature, indicam que os lagos estejam somente três quilômetros abaixo da superfície.Qualquer concentração de água líquida pode representar um potencial de habitat propício para a existência de formas de vida.Com base em modelos de forças magnéticas e imagens da superfície de Europa, os cientistas suspeitavam que um oceano gigante, de cerca de 160 quilômetros de profundidade, estaria em algum local entre 10 e 30 quilômetros sob a crosta de gelo.Muitos astrobiólogos, especialistas em vida no espaço, sonhavam em seguir os passos do personagem fictício David Bowman, criado pelo escritor Arthur C. Clarke, que no livro "2010: Uma Odisséia no Espaço 2" descobre formas de vida aquáticas no fundo do oceano da mesma lua de Júpiter.No entanto, fazer buracos na grossa camada de gelo de Europa sempre pareceu impossível, até a descoberta dos lagos rasos.Quente e frioSegundo os cientistas, os lagos rasos significam que as águas congeladas da superfície podem estar se misturando com as águas quentes mais profundas.Correntes geladas poderiam estar transferindo nutrientes entre a superfície da lua e as profundezas do oceano subterrâneo."Isso pode fazer com que Europa e seu oceano sejam mais habitáveis", diz a pesquisadora Britney Schmidt, da Universidade do Texas, que coordenou o estudo.Ela analisou imagens de Europa feitas pelo satélite Galileo, lançado em 1989.Glaciólogos estudam a superfície da Europa há muitos anos, tentando entender o que forma sua superfície sulcada."Observando a Antártida, onde nós vemos características similares - geleiras e plataformas de gelo - podemos inferir algo sobre os processos que estão acontecendo em Europa", disse o glaciólogo Martin Siegert, da Universidade de Edimburgo, na Escócia.Os Estados Unidos e os países europeus estão trabalhando em missões para esta e outras luas de Júpiter, que deverão ser lançadas no final desta década ou no início dos anos 2020.[Fonte: BBC Brasil]

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Leis da Física variam ao longo do Universo



Um dos mais queridos princípios da ciência - a constância das leis da física - pode não ser verdadeiro. Um estudo publicado na mais conceituada revista de física, a Physical Review Letters, afirma que as leis da natureza podem variar ao longo do Universo. O estudo concluiu que uma das quatro forças fundamentais, o eletromagnetismo, parece variar de um lugar para outro. O eletromagnetismo é medido por meio da chamada constante de estrutura fina, simbolizada pela letra grega alfa (α). Essa constante é uma combinação de três outras constantes: a velocidade da luz (c), a carga do elétron (e) e a constante de Planck (h), onde α = e2/hc. O resultado é cerca de 1/137, um número sem dimensão, o que a torna ainda mais fundamental do que as outras constantes, como a gravidade, a velocidade da luz ou a carga do elétron. Em termos gerais, a constante alfa mede a magnitude da força eletromagnética - em outras palavras, a intensidade das interações entre a luz e a matéria.

Agora, John Webb e seus colegas das universidades de Nova Gales do Sul e Swinburne, na Austrália, e Cambridge, no Reino Unido, mediram o valor de alfa em cerca de 300 galáxias distantes, usando dados do Very Large Telescope do ESO, no Chile. “Os resultados nos deixaram estupefatos”, disse o professor Webb. “Em uma direção, a partir de nossa localização no Universo, a constante alfa vai ficando gradualmente mais fraca, e gradualmente mais forte na direção oposta.”

Isso mostra uma espécie de “eixo preferencial” para o Universo - chamado pelos cientistas de “dipolo australiano” - de certa forma coincidente com medições anteriores que deram origem à teoria do chamado Fluxo Escuro, que indica que uma parte da matéria do nosso Universo estaria vazando por uma espécie de “ralo cósmico”, sugada por alguma estrutura de um outro universo.

“A descoberta, se confirmada, terá profundas implicações para o nosso entendimento do espaço e do tempo, e viola um dos princípios fundamentais da teoria da Relatividade Geral de Einstein”, completou Webb, referindo-se ao princípio da equivalência de Einstein.

O resultado não é uma completa surpresa: as conclusões haviam sido anunciadas pela equipe em 2010. Naquele momento, porém, o estudo ainda não havia sido publicado em uma revista revisada pelos pares - tanta demora para que outros cientistas analisassem o estudo é uma indicação bem clara do impacto que os resultados podem ter sobre todo o edifício científico estabelecido.

O Dr. Webb e seus colegas vêm trabalhando no assunto há muito mais tempo. Seus primeiros resultados vieram em 1999, mas eram baseados em um número menor de galáxias, de uma região mais restrita do céu. Uma das implicações dessas “constantes inconstantes” é que o Universo pode ser infinito.

“Essas violações são de fato esperadas por algumas ‘teorias de tudo’, que tentam unificar todas as forças fundamentais. Uma alteração suave e contínua de alfa pode implicar que o Universo seja muito maior do que a parte dele que conseguimos observar, possivelmente infinito”, propõe o Dr. Victor Flambaum, coautor do estudo.

Outra possibilidade derivada dessa variação na constante alfa é a existência de multiversos, múltiplos universos que podem, de alguma forma, “tocar-se” uns aos outros. 

O professor Webb afirma que essa descoberta também pode dar uma resposta muito natural para uma questão que tem intrigado os cientistas há décadas: Por que as leis da física parecem tão bem ajustadas para a existência da vida?

“A resposta pode ser que outras regiões do Universo não são tão favoráveis à vida como nós a conhecemos, e que as leis da física que medimos em nossa parte do Universo são meramente ‘regras locais’. Nesse caso, não seria uma surpresa encontrar a vida aqui”, afirma o cientista. Isso porque basta uma pequena variação nas leis da física para que, por exemplo, as estrelas deixem de produzir carbono, o elemento básico da “vida como a conhecemos”.

Para chegar às suas conclusões, os cientistas usaram a luz de quasares muito distantes como faróis. O espectro da luz que chega até nós, vinda de cada quasar, traz consigo sinais dos átomos nas nuvens de gás que a luz atravessou em seu caminho até a Terra. Isso porque uma parte da luz é absorvida por esses átomos, em comprimentos de onda específicos que revelam a identidade desses átomos - de quais elementos eles são. Essas “assinaturas espectrais”, chamadas linhas de absorção, são então comparadas com as mesmas assinaturas encontradas em laboratório aqui na Terra para ver se a constante alfa é mesmo constante. Os resultados mostraram que não, que alfa varia ao longo de um eixo que parece atravessar o Universo, assim como um eixo magnético atravessa a Terra.

Quanto ao espanto causado pelos resultados, o Dr. Webb afirma que as chamadas leis da física não estão “escritas na pedra”. “O que nós entendemos por ‘leis da natureza’? A frase evoca um conjunto de regras divinas e imutáveis que transcenderiam o ‘aqui e agora’ para se aplicar em todos os lugares e em todos os tempos no Universo. A realidade não é tão grandiosa.

“Quando nos referimos às leis da natureza, estamos na verdade falando de um determinado conjunto de ideias que são marcantes na sua simplicidade, que parecem ser universais e que têm sido verificadas por experimentos. Portanto, somos nós, seres humanos, que declaramos que uma teoria científica é uma lei da natureza. E os seres humanos frequentemente estão errados”, escreveu ele em um artigo na revista Physics World.

Reação muito semelhante teve um dos pesquisadores responsáveis pelo recente experimento que teria identificado neutrinos viajando a velocidades superiores à da luz, outro achado que contraria as atuais leis da física. Ao falar sobre a controvérsia e as inúmeras tentativas de dar outras explicações para os resultados, o Dr. Sergio Bertolucci afirmou que “um experimentalista tem que provar que uma medição está certa ou está errada. Se você interpretar cada nova medição com as velhas teorias, você nunca terá uma nova teoria”.

E como os cientistas poderão ter certeza de que é hora de investir em uma nova teoria? Se há variação em uma das constantes, é de se esperar que as outras constantes fundamentais também variem. Tudo o que eles terão que fazer será projetar experimentos que possam verificar variações na gravidade, na carga do elétron ou na velocidade da luz.

Os cientistas usaram quasares, gigantescos núcleos galáctivos muito brilhantes e muito distantes da Terra, para iluminar os átomos dispersos pelo espaço. Analisando a luz que nos chega, eles concluíram que esses átomos se comportam de forma diferente dos átomos na Terra.[Imagem: Michael Murphy/Swinburne University of Technology/NASA/ESA]

Gigantesca mancha no Sol desencadeia erupção solar

Uma poderosa erupção solar irrompeu na última quinta-feira, 3 de novembro, a partir de uma mancha na superfície do Sol extremamente larga, sendo uma das maiores vista em anos. A erupção foi classificada como um dos mais potentes tipos de tempestades que nossa estrela pode desencadear. A erupção desencadeou algumas interrupções nas comunicações de rádio na Terra cerca de 45 minutos mais tarde. A sonda da NASA Solar Dynamics Observatory (SDO) e uma nave espacial observaram o Sol, tiraram fotos e fizeram vídeos da erupção durante a grande tempestade solar. Uma erupção é uma poderosa liberação de energia que ilumina o sol, e é frequentemente associada com uma área de maior atividade magnética na superfície solar. Essa atividade magnética também pode inibir o fluxo de calor para a superfície em um processo chamado de convecção, que cria áreas escuras e bem mais frias do que o restante da superfície do Sol, chamadas de manchas solares.

Mais tarde em outra área do Sol, no mesmo dia da erupção, uma explosão de partículas carregadas, chamada ejeção de massa coronal, foi liberada a partir da superfície. Essa erupção veio do lado de trás do Sol e é voltada em direção ao planeta Vênus, por isso não representa nenhum risco para a Terra.

A NASA foi capaz de observar tanto a ejeção de massa coronal como a erupção solar porque tem um conjunto de sondas de observação do Sol que captam várias direções o tempo todo. E esses recentes acontecimentos no Sol fazem parte de um crescente aumento de atividades em nossa estrela ultimamente, já que seu ciclo de maior atividade acontecerá por volta de 2013. 

(Fonte: Hypescience)


Tempestades solares e cometas batendo no Sol

Cientistas da NASA estão observando, com maior riqueza de detalhes, dois fenômenos astronômicos: as tempestades solares e os cometas “kamikazes”. Basicamente, o que se entende por tempestade solar leva o nome técnico de Ejeção de Massa Coronal (EMC – Coronal Mass Injection, em inglês), e é uma maciça explosão de plasma que lança partículas solares no espaço a uma velocidade espetacular. Os cometas “kamikazes”, por sua vez, são cometas que se chocam com o Sol. O mais impressionante nessas descobertas é a coincidência. Pela segunda vez em dez dias, um cometa se chocou com o Sol durante uma ejeção de massa coronal. A primeira ocasião foi nos dias 10 e 11 de maio e a seguinte nos dias 20 e 21. Ambos são fenômenos fascinantes (e raros), mas até agora os astrônomos não puderam comprovar se algum sofre influência do outro. 


Ainda há muito que se investigar sobre o intrigante fenômeno das EMCs. A imagem da erupção solar é um espectro em forma de disco com intenso movimento em seu interior. O resultado desse feixe de luzes, na prática, é uma explosão de fogo que atira “pedaços” do Sol em direção ao espaço, em velocidades que podem ultrapassar 1,5 milhão de km/h. 


Basicamente, as EMCs têm um impacto negativo e outro positivo. O fator ruim é que tamanha força exercida pelo Sol causa distúrbios nos campos magnéticos dos corpos celestes, o que atrapalha, por exemplo, a comunicação por satélites. Por outro lado, fornece um espetáculo de luzes sem igual na astronomia moderna. 


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Asteroide passa perto da Terra

Um asteroide de 400 metros de comprimento passará perto da Terra na terça-feira (8), em uma aproximação rara que não representa risco de impacto para o planeta. Quando eles se aproximar, às 21h28 (horário de Brasília) desta terça-feira (8) ele estará a apenas 324.600 quilômetros da superfície da Terra – mais próximo que a Lua. O fenômeno representa uma ótima oportunidade para astrônomos de todo o mundo poderem estudar asteroides e sua rota.
 Foto: Nasa/JPL-Caltech
Imagens de radar captaram o asteroide 005 YU55 na segunda-feira (7) a 1,38 milhão kms da Terra
A trajetória do asteroide 2005 YU55 é bem conhecida dos cientistas e não representa nenhum problema de impacto na Terra. Até mesmo a influência gravitacional do asteroide não terá efeito detectável no planeta, não alterando as marés e muito menos nas placas tectônicas. 

Se o tempo permitir, curiosos poderão ter a chance de ver, com o auxílio de um telescópio com lente de diâmetro de 15 cm, uma pequena mancha do asteroide no céu. A melhor visualização será no Hemisfério Norte. Poucas horas depois de passar próximo a Terra, o 2005 YU55 terá o pico de luminosidade, que é 100 vezes mais fraco que o limite da visão humana. Centros de astronomia estão recrutando astrônomos amadores para medir o brilho do asteroide durante sua passagem perto da Terra.

"É a primeira vez desde 1976 que um objeto desse tamanho passa tão perto da Terra. Isso nos dá uma grande e rara chance de estudar um objeto próximo da Terra como esse", disse o astrônomo Scott Fisher, da Fundação Nacional de Ciências dos EUA, durante conversa com jornalistas pela Internet na sexta-feira (4/11/11).[Fonte: IG]

Assista o Vídeo com as Explicações:

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Um enorme asteroide passará perto da Terra na terça-feira - 08/11/2011


O asteroide Eros visto em detalhes graças às lentes da nave Near: a aproximação do 2005 YU55 permitirá conhecer os asteroides

Um enorme asteroide passará perto da Terra na próxima terça-feira, em uma aproximação rara que não representa risco de impacto para o planeta, afirmaram esta semana cientistas dos Estados Unidos, que esperam ansiosos a oportunidade de observá-lo.

"Não é potencialmente perigoso, é apenas uma boa oportunidade para estudar um asteroide", garantiu o astrônomo da Fundação Nacional de Ciências (NSF, na sigla em inglês), Thomas Statler.

O asteróide circular, chamado 2005 YU55, tem 400 metros de largura e ficará mais perto da Terra do que a Lua, a 325.000 km de distância, informou a agência espacial americana.

Segundo previsões, o horário em que o asteroide estará mais próximo da Terra será às 21h28 de terça-feira, hora de Brasília.

A aproximação será a maior de um asteroide deste tamanho em mais de 30 anos e um evento similar não voltará a ocorrer até 2028.

No entanto, quem desejar ver o corpo celeste precisará de um telescópio.

O asteroide "será visto muito distante quando passar por aqui", afirmou Scott Fisher, diretor da Divisão de Astronomia da NSF.

"Não será perceptível a olho nu. Será preciso um telescópio com lente de mais de 15 cm para vê-lo. Para tornar a observação ainda mais complicada, se moverá muito rápido no céu quando passar", acrescentou.

"Vários radiotelescópios foram instalados na América do Norte para registrar a passagem do astro", continuou Fisher.

"O momento momento (e local) para observá-lo serão as primeiras horas da escuridão de 8 de novembro na costa leste dos Estados Unidos", emendou.

Os astrônomos que estudam este objeto, classificado como um asteroide de classe C, dizem que é muito escuro, cor de carvão, e bastante poroso.

O 2005 YU55 foi descoberto em 2005 por Robert McMillan, do projeto Spacewatch, grupo de cientistas que observa o sistema solar perto de Tucson, Arizona (sudoeste).

O objeto faz parte de um conjunto de 1.262 asteroides grandes, que giram ao redor do sol e têm mais de 150 metros de largura, que a Nasa qualifica como "potencialmente perigosos".

"Queremos estudar estes asteroides, de forma que se algum dia formos atingidos, saibamos o que fazer com ele", disse Statler.

A passagem mais próxima que um asteroide fará da Terra será em 2094, a uma distância de 269.000 km, segundo as previsões. [Fonte: Yahoo]

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