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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

NASA registra estranho cometa em forma de X

NASA, ESA, and D. Jewitt (University of California, Los Angeles). Photo No. STScI-2010-07
A Agência Espacial Americana registrou um curioso objeto em forma de X no espaço

Chamado de P/2010 A2, ele foi descoberto em 6 de janeiro, mas somente novas imagens, tiradas entre 25 e 29 de janeiro pelo telescópio Hubble, mostraram o curioso padrão dos filamentos e estruturas.


No momento da foto, ele estava a 289 milhões de quilômetros do Sol, e 144 milhões da Terra. As imagens mostram que o núcleo teria 140 metros de diâmetro.


Por sua velocidade, e seu rastro de poeira, a NASA acredita que se trata de um cometa, fruto da colisão de dois asteróides. Esse tipo de impacto acontece a velocidades de mais de 17 mil km/h – ou cinco vezes mais rápido que um tiro.


Segundo a NASA, os cometas detectados normalmente vêm parar nas regiões centrais do sistema solar vindos de reservatórios de gelo no cinturão Kuiper e na Nuvem Oort. Conforme se aproximam do Sol, o gelo na superfície evapora e libera material do núcleo do cometa.


Esta, no entanto, não é a origem provável do P/2010 A2. Evidências como a ausência de gás na cauda poderiam ser explicadas pelo surgimento em um impacto entre dois corpos. Além disso, sua órbita é consistente com a de uma família de asteróides que se formou há 100 milhões de anos, fruto de colisões em uma região conhecida como Cinturão de Asteróides.


Acredita-se que um desses fragmentos atingiu a Terra há 65 milhões de anos, causando a extinção em massa dos dinossauros. Astrônomos também crêem que, há algum tempo, o cinturão de asteróides vendo sofrendo colisões, mas evidências de um impacto como esse nunca haviam sido registradas. [Fonte: InfoPlantão]


Na página da NASA, é possível ver a foto em alta.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Passado do universo revelado em foto

NASA, ESA, R. Windhorst, S. Cohen, and M. Mechtley (Arizona State University, Tempe), R. O´Connell (University of Virginia), P. McCarthy (Carnegie Observatories), N. Hathi (University of California, R


Imagem do telescópio Espacial Hubble, da NASA, revela mais de 12 bilhões de anos da história do universo.
A imagem panorâmica é composta de imagens tiradas em setembro e outubro do ano passado e ao longo de 2004.
Quanto mais longe na foto, mais antiga é a galáxia registrada. Isso porque esses corpos celestes estão tão longe que a luz leva bilhões de ano para chegar até nós e ser captada pela lente do telescópio.
Assim, em primeiro plano, temos galáxias mais maduras, com espirais e formas elípticas que estão a cerca de um bilhão de anos-luz. Quanto mais ao fundo na imagem, mais caóticas se tornam as formas – chegando às pequenas, opacas e irregulares galáxias a 13 bilhões de anos-luz, consideradas os blocos construtores das galáxias maiores.
Ao todo, a imagem mostra 7.500 galáxias que se estendem por quase toda a criação do universo, já que as mais antigas mostram o que aconteceu apenas 650 milhões de anos depois do Big Bang. [Fonte: Abril.com]

Galáxia dá pistas da formação do universo

[Foto: NASA]

Uma galáxia a 200 mil anos-luz de distância vem fornecendo pistas de como era o universo há bilhões de anos.
O telescópio espacial Spitzer capturou imagens da Pequena Nuvem Magellanica, galáxia próxima e relativamente grande que permite o estudo da formação de estrelas em diferentes estágios e ângulos.
Além de próxima da Terra, ela possui características que os astrônomos acreditam serem similares às das jovens galáxias existentes no início do universo. Imagens como essa ajudam a entender o ciclo de vida da poeira estelar.
As lentes infravermelhas captam o que cientistas chamam de poeira estelar reciclada – aquela que é absorvida por novos sistemas solares e expelida pelos velhos. O azul mostra as estrelas mais antigas, o verde mostra poeira orgânica e vermelho indica formações de estrela. [Fonte: Abril.com]




quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Apenas 15% dos sistemas solares são como o da Terra, segundo astrônomos

Apenas 15% dos sistemas solares existentes no universo são similares ao que vivemos, segundo as conclusões de um grupo de astrônomos após dez anos de pesquisas.
Para o astrônomo Andrew Gould, professor da Universidade de Ohio (Estados Unidos), o dado é "positivo", porque "com bilhões de estrelas, reduzir as possibilidades para 10% significa que pode haver algumas centenas de milhões de sistemas similares".
"Agora sabemos qual é nosso lugar no Universo", disse o astrônomo Scott Gaudi, da mesma universidade, para quem "os sistemas solares como o nosso não são raros, mas também não são maioria".
Gaudi apresentará os resultados do estudo hoje em Washington durante uma reunião da Sociedade Astronômica Americana. Com eles, os cientistas devem poder fazer uma estimativa aproximada das possibilidades de vida no resto do Universo.
A pesquisa é fruto de uma cooperação em nível mundial através do programa Microlensing Follow-Up Network (MicroFUN), sediada na Universidade de Ohio, que mapeia o céu na busca de planetas que se encontram fora do sistema solar.
Os astrônomos do MicroFUN utilizam o efeito de microlente gravitacional, que ocorre quando uma estrela passa diante de outra, vista desde a Terra. A estrela mais próxima amplifica a luz da mais distante, como se fosse uma lente.
Esse efeito é mais intenso se houver planetas em órbita em torno da estrela que age como lente.
As conclusões alcançadas pelos astrônomos se reduzem a uma análise estatística, diz Gould.
Nos últimos quatro anos, o programa MicroFUN descobriu apenas um sistema solar parecido com o nosso, com dois planetas gigantes de gás similares a Júpiter e Saturno.
"Só achamos este sistema, e deveríamos ter encontrado seis até agora se cada estrela tivesse um sistema solar como o da Terra", disse Gaudi, ao explicar que este reduzido número de descobertas só faz sentido com a existência de um pequeno número de sistemas - ao redor de 15% - como o nosso. EFE [Fonte:G1]

Objetos misteriosos achados por satélite intrigam cientistas


O telescópio espacial americano Kepler, lançado em março de 2009 para encontrar planetas fora do nosso Sistema Solar, encontrou dois objetos misteriosos que intrigaram os cientistas da Nasa, agência espacial americana. Os astrônomos informaram que os corpos celestes são quentes demais para serem planetas e muito pequenos para serem estrelas. As informações são da agência AP.

As formações, segundo os cientistas, orbitam em torno de estrelas e têm um tamanho semelhante ao do planeta Júpiter. Bill Borucki, chefe da missão do Kepler, explicou que os objetos são milhares de graus mais quentes do que as estrelas que orbitam, o que significa que provavelmente não são planetas. "O universo continua fazendo coisas mais estranhas do que podemos imaginar", disse Jon Morse, diretor de astrofísica da Nasa.

As novas descobertas não se encaixam em nenhuma definição de objetos astronômicos conhecidos e até agora têm classificação própria. Detalhes sobre os objetos misteriosos foram apresentados nesta segunda-feira durante uma reunião da Sociedade Astronômica Americana, em Washington.

Jason Rowe, o autor da descoberta, batizou os objetos de "companheiros quentes" pelo fato de que o calor em seu interior pode atingir 14,4 mil °C - temperatura suficiente para derreter ferro.
[Fonte: Terra Brasil]

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Hubble divulga imagem de galáxia a 13 bilhões de anos-luz

Depois da manutenção pela qual passou em maio de 2009, o Hubble, o telescópio mais antigo do espaço, ficou mais eficiente e conseguiu captar galáxias compactadas a cerca de 13 bilhões de anos-luz. Isso significa que muitas delas foram captadas mais ou menos 600 milhões de anos depois do Big Bang (que é teoricamente a origem do Universo). A nova lente do Hubble permite quase uma viagem no tempo, captando a luz de galáxias tão distantes da Terra que o que vemos é uma imagem com bilhões de anos de “delay”. De maneira sucinta, no pequeno pedaço do Universo representado na imagem abaixo, os pontos de luz mais forte que estão mais a frente são galáxias mais próximas que emitiram sua luz a cerca de 1 bilhão de anos. Já os pontos menores e avermelhados, mais distantes, lançaram sua luz a aproximadamente 13 bilhões de anos.

Crédito: NASA, ESA, R. Windhorst, S. Cohen, and M. Mechtley (Arizona State University, Tempe), R. O'Connell (University of Virginia), P. McCarthy (Carnegie Observatories), N. Hathi (University of California, Riverside), R. Ryan (University of California, Davis), and H. Yan (Ohio State University). Photo No. STScI-PRC10-01


Esta imagem foi feita pela NASA em parceria com a ESA _a Agência Espacial Européia e faz parte de uma espécie de censo das galáxias chamado GOODS (Great Observatories Origins Deep Survey), realizado por vários observatórios..Esta imagem foi feita pela NASA em parceria com a ESA _a Agência Espacial Européia e faz parte de uma espécie de censo das galáxias chamado GOODS (Great Observatories Origins Deep Survey), realizado por vários observatórios...[Fonte: Galileu]

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Tripulação da estação espacial se prepara para comemorar Natal

Com gorros natalinos, a tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS) é fotografada enquanto conversa com suas bases na Rússia, Japão e Estados Unidos. A foto foi tirada no Módulo de Serviço Zvezda (na seção russa da ISS). Na fila da frente estão o comandante de turno da ISS, o americano Jeffrey Williams (à direita) e o russo Maxim Suraev. Na fila de trás (da esquerda para a direita) estão o russo Oleg Kotov, comandante da Soyuz, o americano T.J. Creamer e o japonês Soichi Noguchi.

Tripulação da ISS se prepara para comemorar o Natal (Foto: Nasa)


O complexo espacial é habitado desde 2 de novembro de 2000. A uma velocidade de 28 mil quilômetros por hora, a estação orbita a Terra 16 vezes por dia a cerca de 400 km de altitude, monitorando 90% da superfície do planeta. A ISS é uma parceria das agências espaciais de EUA, Rússia, União Europeia, Japão e Canadá. Quando estiver concluída, em 2010, vai pesar 363 toneladas. A tripulação completa é composta por 6 astronautas/cosmonautas, com a missão de conduzir experimentos científicos e preparar futura exploração da Lua e de Marte . [Fonte: G1]

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Anéis de Saturno em Três Dimensões

Pela primeira vez em 400 anos, os anéis de Saturno foram vistos em três dimensões [Fonte: Terra - The New York Times]

Nebulosa Pelicano

A nebulosa Pelicano, também conhecida como IC 5067, está localizada na constelação Cygnus (Cisne, na tradução em inglês) - Foto: NASA

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Lua de Saturno possui sob superfície oceano salgado, diz pesquisa

Imagem de Encélado feita pela sonda Cassini (Foto: Nasa)
Encélado, uma das luas geladas de Saturno, oculta sob a superfície do polo sul um oceano salgado, de acordo com cientistas alemães e britânicos, que publicam nesta quarta (24) a descoberta na revista "Nature". O achado pode ter implicações para a busca de vida extraterrestre e para entender como são formadas as luas planetárias, afirmam. Jürgen Schmidt, da Universidade de Potsdam, e Nikolai Brilliantov, da Universidade de Leicester, chegaram a essa conclusão após estudar os gêiseres de vapor e gás e as minúsculas partículas de gelo lançados do polo sul de Encélado a centenas de quilômetros no espaço.


A sonda Cassini descobriu os jatos em 2005 durante observações de Saturno. Com a ajuda da Universidade de Heidelberg e do Instituto Max Planck de Física Nuclear, os cientistas fizeram experiências em laboratório e analisaram dados procedentes do Analisador de Poeira Cósmica da Cassini. Eles confirmaram que as partículas geladas expulsas pela Encélado contêm quantidades substanciais de sais de sódio, "o que sugere a presença de um oceano salgado a grande profundidade". O estudo indica também que a concentração de cloreto de sódio nesse oceano pode ser tão elevada quanto a dos oceanos na Terra.


Esta é a primeira prova experimental direta da existência deste oceano salgado, ao qual Schmidt e Brilliantov já se referiram em outro artigo na "Nature" em 2008, ao explicar que os jatos de vapor eram expulsos com maior força que as partículas de poeira. Essa força significa a existência de água líquida sob a superfície, e as teorias sobre a formação de satélites sugerem que quando um oceano líquido está em contato durante milhões de anos com o núcleo rochoso de uma lua se trata de um oceano salgado. Encélado é um de três únicos corpos extraterrestres no Sistema Wolar no qual ocorrem erupções de pó e vapor, e é um dos poucos lugares, além de Terra, Marte e da lua Europa, de Júpiter, onde os astrônomos têm provas diretas da presença de água. [Fonte: G1]

Nasa prova a existência de um mar em lua de Saturno

A Nasa apresentou provas de que existe um mar em Titã, a maior Lua de Saturno. Cientistas acreditam que a presença de líquido em uma Lua ou planeta pode indicar a existência de alguma forma de vida.

Astrônomos alemães descobriram em Titã um gigantesco mar, maior que o Mar Cáspio, considerado o maior mar interno da Terra. Na quinta-feira (17), o Centro Alemão Aeroespacial (DLR) anunciou que o mar de Titã, descoberto por membros do instituto de estudos planetários de Berlim do DLR, tem uma superfície de até 400 mil quilômetros quadrados.

Batizado como "Krake Mare", o mar descoberto no satélite de Saturno não é composto de água, mas de metano líquido ou de outro tipo de hidrocarboneto.

Foto: NASA/JPL/University of Arizona/DLR

Lago em Titã: imagem foi registrada em 8 de julho de 2009, no 59º sobrevoo da sonda Cassini, a 200 mil quilômetros (Foto: NASA/JPL/University of Arizona/DLR)

O mar está no polo norte de Titã e sua descoberta foi possível graças às imagens obtidas pela sonda americana Cassini. Um espectômetro de mapeamento visual e infravermelho (VIMS, na sigla em inglês) permitiu ver um brilho, similar ao reflexo do sol sobre o mar.

A novidade será apresentada amanhã na convenção anual da União Americana de Geofísica (AGU, na sigla em inglês) em San Francisco. O anúncio ocorre um ano após a descoberta de um mar de etano líquido no polo sul de Titã.

Com um diâmetro de 5,15 mil quilômetros, Titã é o segundo maior satélite de nosso sistema solar - depois de Ganimedes, que orbita em torno de Júpiter - e o único que conta com uma densa atmosfera.

Por causa de sua atmosfera carregada de nitrogênio, Titã se parece com o antigo estado da Terra. Os cientistas alemães entendem que na natureza só pode brilhar assim uma superfície líquida.

O nome do mar, "Krake Mare", tem origem em um monstro marinho das sagas nórdicas, um polvo ou lula gigante que atacava os navios e devorava os marinheiros. [Fonte: G1]

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