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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Lua e Marte são incluídos no Google Maps, vamos para o espaço?


Ainda é muito cedo para pensar em viagens espaciais, mas graças ao Google mais uma vez você pode viajar sem sair da frente do seu computador. Google adicionou no início da semana imagens da Lua e Marte ao Google Maps, esse novo recurso é em comemoração ao segundo ano da sonda Curiosity em Marte.
Google oferece detalhes geográficos incríveis, lembrando que alguns recursos já estavam presente no Google Earth algum tempo, mas é maravilhoso ver isso diretamente da web, para os apaixonados pelo espaço será mais fácil agora explorar o universo.
Como funciona abra o Google Maps, diminua o zoom até ver a Terra e barra inferior explorar, as opções Terra, Lua e Marte aparecerão no canto inferior esquerdo, agora só clicar e explorar, ou se preferir basta clicar nos links e ir diretamente Lua e Marte.
A sonda espacial levou nove meses para chegar a Marte, percorreu cerca de 567 milhões de quilômetros, e uma missão que tem seu orçamento avaliado em US$ 2,5 bilhões quase 5 bilhões de reais. A missão da sonda como sempre e coletar informações para saber se Marte pode ser habitado por nos humanos.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Dentro de 20 anos, humanos podem conhecer extraterrestres



A humanidade pode conhecer os extraterrestres dentro de 20 anos, disse na segunda-feira o administrador da NASA, o ex-astronauta Charles Bolden.


“Eu me arriscaria a dizer que a maioria dos meus colegas presentes hoje aqui afirmam que é improvável que na infinita vastidão do Universo existamos somente nós, os humanos”, declarou ele durante uma coletiva de imprensa em Washington.
Segundo Bolden e vários outros empregados da NASA, citados pela mídia britânica, os cientistas esperam que a futura geração de telescópios espaciais permita grandes descobertas , entre as quais um lugar predominante é dedicado aos planetas habitáveis e aos extraterrestres.
“Eu acredito que dentro dos próximos 20 anos nós iremos descobrir que nós não estamos sós no Universo”, disse o astrônomo Kevin Hand.
Em 2017, a NASA planeja lançar o satélite de pesquisa de exoplanetas (TESS, na sigla em inglês). E para 2018, a agência espacial estadunidense prevê o lançamento do telescópio espacial James Webb.
Perguntados por um internauta através das redes sociais se as autoridades iriam informar as pessoas sobre a eventual descoberta da vida extraterrestre, os organizadores responderam que “Sim, claro!”
“Isso seria tão extraordinário. Nós tentaríamos torná-la (a descoberta) pública o mais rápido possível. Nós queremos compartilhar a alegria da descoberta”, declarou Ellen Stofan, cientista-chefe da NASA. [Fonte: Voz da Rússia]


Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_07_16/Dentro-de-20-anos-humanos-podem-conhecer-extraterrestres-3320/

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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Nasa divulga vídeo completo do passeio lunar em 1969


Para comemorar o primeiro desembarque do homem na Lua, que completa 45 anos neste domingo, 20/07/14, a Nasa divulgou a versão remasterizada das imagens dos astronautas Neil Armstrong e Buzz Aldrin em solo lunar. A caminhada foi transmitida ao vivo do solo lunar em 20 de julho de 1969, mas não havia a versão integral disponível. O vídeo completo pode ser visto acima. Nas comemorações dos 40 anos da Apollo 11, trechos da remasterização foram divulgados. O material completo da caminhada foi feito com as imagens encontradas em todo o mundo. As imagens da transmissão ao vivo foram feitas com uma câmera de baixa resolução, em preto e branco, enviadas à Terra por rádio. Ao longo dos anos a Nasa apagou alguns desses cassetes. O jeito foi recuperar o material de outros locais. Colorido A Nasa também gravou o passeio lunas em filmes de 16 milímetros coloridos. Esse material também está disponível para visualização.Confira os filmes coloridos da caminhada:

 

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Novos telescópios da NASA pretendem encontrar alienígenas dentro de 20 anos; Confira


Mesmo que até o momento não haja provas concretas de que existe vida fora da Terra (embora evidências indiquem essa possibilidade sejam grandes), isso não quer dizer que a NASA vai desistir de procurá-las.

Durante um painel apresentado recentemente, a organização afirmou que pretende atingir esse objetivo em aproximadamente 20 anos — algo que vai se tornar possível graças ao uso de telescópios com novas tecnologias.

Enquanto projetos recentes como o Kepler, a busca por energia negra e o “Very Large Telescope” conseguiram detectar planetas extremamente distantes com atmosferas próprias, astrônomos esperam quebrar essa barreira em um futuro próximo. Entre as novidades que chamam a atenção nesse sentido está o “Transiting Exoplanet Surveying Sattelite” (TESS) e o Telescópio Espacial James Webb, que devem ser lançados em 2017 e 2018, respectivamente.

Feitos especificamente para o estudo de planetas, esses aparelhos vão procurar por elementos como água e gases com o dióxido de carbono — possíveis indicadores de vida. Segundo o astronauta Charles Bolden, “é muito improvável que os humanos estejam sozinhos na vastidão ilimitada do universo”.

Obviamente, há quem discorde dessa ideia e acredite que há pouca probabilidade de haver qualquer espécie de forma de vida alienígena. Muitos cientistas acreditam que as circunstâncias que levaram ao surgimento da vida na Terra são bastante raras e desafiam probabilidades que têm poucas chances de se provarem verdadeiras em outro local.[Fonte: Tecnologia]

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Novas descobertas deixaram os astrônomos confusos e a Nasa declara não ter mais certeza de como planetas se formam



Algumas décadas atrás, os astrônomos eram bastante confiantes sobre a formação de planetas no universo.
Com base em nosso próprio sistema solar, eles pensavam que planetas pequenos e rochosos se formavam perto de sua estrela-mãe e os planetas maiores e gasosos, ou cobertos de gelo, se desenvolviam em lugares um pouco mais afastados.
Nos últimos 20 anos, descobrimos planetas que nunca pensávamos que seriam possíveis de existirem. Então, quando eles começaram a encontrar esses planetas, ficaram perplexos e confusos: será que todas as teorias vigentes estariam erradas?
Por exemplo, alguns planetas foram descobertos tão perto de sua estrela que a orbitam completamente em apenas alguns dias, e ainda, avaliando sua densidade, os estudos mostram que eles seriam feitos de gelo. Outros planetas rochosos foram encontrados com um tamanho gigantesco, contrariando todos os estudos anteriores.
Pensava-se que, à medida que a estrela central gira, o material circundante se move também e é aquecido. Essa matéria, então, se une a outros materiais com alto ponto de fusão como ferro e rochas, que são formadas mais próximas do Sol. Quanto mais distante no sistema, mais frio o planeta, permitindo a formação de gelo ou o acúmulo de gás nas proximidades, tornando-se “gigantes gasosos”, como Júpiter e Saturno.
Por que, então, encontramos sistemas onde há gigantes de gás orbitando a um décimo da distância de Mercúrio em nosso próprio sistema solar? Por que alguns sistemas planetários têm "super-Terras", planetas rochosos enormes desprovidos de um exterior gasoso e que orbita nos extremos? E por que, também, que alguns planetas permanecem em órbitas elípticas descontroladamente e não em um direcionamento organizado como os do nosso sistema solar?
A resposta: nós simplesmente não sabemos. Astrônomos cogitam que o processo de formação do planeta pode ser muito mais caótico do que se pensava. “As primeiras detecções de exoplanetas revelaram corpos que eram totalmente diferentes de qualquer planeta do sistema solar”, declarou oficialmente a Nasa. “E descobertas posteriores mostraram que muitos sistemas de exoplanetas são muito diferentes do nosso”.
No entanto, isso não é necessariamente uma coisa ruim. Encontrar planetas que não estejam em conformidade com as teorias vigentes significa simplesmente que não temos muita certeza sobre como funciona a formação deles. Pode até ser que o nosso sistema solar seja bastante singular quando comparado a outros sistemas planetários. Afinal, nós não temos “super-Terras”, algo que parece ser comum em outras partes da galáxia. Esse é um questionamento interessante: por que não temos “super-Terras”? Os astrônomos estão pesquisando para que possam responder essas perguntas em um futuro próximo com novas teorias.
“Os estudos de exoplanetas estão apenas começando, e não é possível ter certeza sobre planetas ‘típicos’ entre nossas estrelas vizinhas”, diz a Nasa. “Será que a maioria dos sistemas planetários provará ser muito parecido com o nosso, ou somos excepcionais? Somente anos de estudo mais aprofundado irão dizer”.
Isso não quer dizer que não existem sistemas de exoplanetas como o nosso: a estrela 55 Cancri, a 41 anos-luz de distância da Terra, tem um sistema de cinco planetas, com uma distribuição semelhante à nossa. Porém, pode ser que nossas teorias sobre como estes planetas se formaram, em primeiro lugar, e que tipo de sistemas que habitam, talvez precisem ser revistas.
"Provavelmente, a pergunta mais interessante, e uma das mais difíceis de responder, diz respeito à singularidade da Terra," conclui a Nasa. “Há planetas semelhantes ao nosso orbitando outras estrelas, mas será que a vida existe em qualquer outro lugar além da Terra?”. [Fonte: Jornal Ciência - By: DailyMail Foto: Reprodução / NASA]

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Brasil firma convênios para iniciação em astronomia e exploração espacial

Brincadeira de criança levada a sério em outros países, exploração espacial começa a ter projetos também no Brasi
Brasília – Um termo de cooperação técnica firmado entre a Agência Espacial Brasileira (AEB), o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e a Fundação Universidade de Brasília (FUB) com as instituições francesas Astrium SAS – BU Space Transportation,  Safran e o Isae (Instituto Superior de Aeronáutica e do Espaço) é a mair recente iniciativa para estimular a formação de brasileiros e brasileiras em áreas como astronomia e desenvolvimento de foguetes.
O objetivo é criar tutorias e desenvolvimento de projetos entre os estudantes, num programa que tende a ser estendido para outras universidades do país. Para isso, está sendo formado um comitê, composto por representantes das seis entidades parceiras, que vai elaborar nos próximos meses projetos conjuntos de pesquisa e desenvolvimento com alunos brasileiros, bem como cursos de treinamento em temas diversos e workshops no âmbito do chamado  “Projeto de Veículo Lançador” que é desenvolvido pelas empresas francesas Astrium e Safran.
“A parceria tem um significado especial, porque reúne duas questões fundamentais para que um empreendimento tenha sucesso: soma de objetivos comuns e o trabalho conjunto. Responde a um esforço de formar recursos humanos nesta área, para que possamos, com os novos profissionais, enfrentar os desafios tecnológicos impostos pelos avanços do mundo moderno”, afirmou o presidente da Agência Espacial Brasileira, José Raimundo Braga Coelho.
Ainda não há uma estimativa de quantos alunos brasileiros possam vir a ser beneficiados com a parceria, porque a elaboração do programa de trabalho começa a ser feita a partir de agora, pelo comitê a ser criado, mas a ideia é beneficiar todos os interessados em ingressar numa carreira voltada para a área espacial, conforme explicou o Físico João Lopes, professor da UnB. Para o reitor do ITA, Carlos Américo Pacheco, a cooperação vai ampliar a qualidade e intercâmbio que já são realizados entre França e Brasil, países que possuem longa trajetória de trabalhos em conjunto na área educacional.
A iniciativa também vai ao encontro de trabalho que já está sendo desenvolvido pela AEB nos estados brasileiros, em conjunto com governos estaduais, em escolas e universidades. Um dos exemplos bem sucedidos é o "AEB Escola", programa que em Sergipe auxilia o programa "Espaço&Escola" na preparação para aulas sobre satélites, sensoriamento remoto e  meteorologia para alunos secundaristas e universitários. O intuito das aulas é formar multiplicadores, dentro da concepção para o Curso Astronáutica e Ciências, do referido “Espaço”.
“Nossa proposta é incentivar os educadores a trabalharem com a temática espacial em sala de aula, enriquecendo os conteúdos diferentes das disciplinas. Queremos aproveitar para ampliar a participação dos estudantes de Sergipe na Olimpíada de Astronomia e Astronáutica que acontece todos os anos”, ressaltou o professor Marcos Silva, coordenador da Rede Sergipe de Geotecnologias e um dos idealizadores do Espaço&Escola.

Foguete recuperável

A experiência sergipana já está rendendo bons frutos. Exemplo disso é o trabalho do professor Nilson Santos, do colégio Estadual General Calazans, localizado no sertão sergipano. Ao conhecer o material didático do programa, o Santos juntou seus alunos e encarou o desenvolvimento de um projeto de foguete, cujo esboço foi apresentado no início do ano à AEB. Para a gerente do programa na Agência, Ivette Rodrigues, exemplos como este mostram a importância das parcerias que estão sendo firmadas. “Eles (professor e alunos sergipanos), com a experiência, conseguiram traduzir um exemplo de novos desafios e autosuperação da equipe”, salientou.
De acordo com o representante da Astrium, Jean Noel Hardy, é de fundamental importância atualmente, para todas as nações, o investimento na capacitação de recursos humanos, motivo pelo qual, completou ele, a parceria representa boas perspectivas tanto para o Brasil como também para a França. Já o representante da Safran, Michel Provost, enfatizou que considera esse acordo para estimular a educação espacial como um reforço no interesse que Brasil e França possuem na área educacional.
Expectativa semelhante também está sendo observada além de Sergipe e do Distrito Federal (onde fica a UnB). “Temos alunos interessados em participar de um projeto como esse na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e em pólos de ensino da Paraíba e do Amazonas. É uma oportunidade ímpar que se abre para os jovens brasileiros”, afirmou o físico Fernando Cantalice, professor da UFPE – formado pelo ITA, que há 15 anos procura o desenvolvimento de trabalhos deste tipo. [Fonte: RBA]

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Oceano de lua de Saturno pode ser tão salgado quanto o mar Morto

Os pesquisadores descobriram que a crosta de gelo da Titã, que cobre um oceano muito salgado, varia de espessura em torno da lua


Ao analisar dados enviados pela sonda Cassini, da Nasa (agência espacial americana), cientistas encontraram indícios de que o oceano de Titã, a maior lua de Saturno, pode ser tão salgado quanto o mar morto.
Titã é a maior lua de Saturno e chama a atenção de cientistas por ter características semelhantes às da Terra. Ela tem uma atmosfera espessa e uma superfície moldada por ventos e chuvas.
Os pesquisadores estudaram dados enviados pela sonda nos últimos 10 anos, desde que Cassini entrou na órbita de Saturno. Os resultados foram publicados na edição semanal do jornal Icarus.
Alguns resultados comprovam indicações feitas anteriormente de que a crosta gelada da lua é rígida. Além disso, a espessura da crosta de gelo varia ligeiramente de um lugar para outro da lua.
A partir desses dados sobre as condições da crosta e sua gravidade, os cientistas descobriram uma densidade relativamente alta no oceano de Titã, que é coberto por essa crosta. O oceano é extremamente salgado para os padrões da Terra e contém sais dissolvidos compostos de enxofre, de sódio e de potássio.
A densidade faz o oceano ter um teor de sal igual ao das águas mais salgadas da Terra. Além disso, segundos os cientistas, as condições locais poderiam ter sido muito diferentes no passado. [Fonte: Info]

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Observatório apresenta imagem incrível de uma área de formação de estrelas quase desconehcida

Observatório Europeu do Sul (OES/ESO) apresentou uma imagem incrível do Gum 15, um pouco conhecido acúmulo de estrelas jovens; Assim que elas alcançarem a idade adulta, provavelmente causarão sua morte.
A imagem foi feita nas instalações do observatório em Cadeira (Chile), como parte do programa Joias Cósmicas do OES, e mostra essa nuvem estelar situada na constelação de Vela, a cerca de 3 mil anos luz da Terra.
Gum 15 é um peculiar exemplo de região HII - grandes nuvens de gás e pó que abrigam explosões de formação estelar e estrelas recém-nascidas. Além sua forma interessante, destaca-se a bifurcada mancha escura de pó visível no centro desta imagem e algumas frágeis estruturas de reflexão azul que a atravessam.
O aspecto granulado e irregular dessa nebulosa não é incomum para uma região HII e, novamente, é o resultado das estrelas que contém - jovens, maciças e muito quentes. As regiões HII têm formas diversas porque a distribuição de estrelas e gás em seu interior é muito irregular.
Segundo o OES, essas nuvens formam alguns dos objetos astronômicos mais espetaculares que se podem observar como, por exemplo, a Nebulosa da Águia - que inclui a formação apelidada "Os pilares da criação" - a grande Nebulosa de Orión e essa menos conhecida Gum 15.
Especialistas do observatório afirmam que uma região HII como essa poderia gerar milhares de estrelas ao longo de milhões de anos.
Essas são as que fazem-na brilhar, determinam sua forma e são as que, finalmente, a destruirão uma vez cheguem à idade adulta, uma etapa na qual as estrelas alcançam tal tamanho que acabarão explodindo como supernovas e dispersando os últimos restos das regiões de HII, deixando só um grupo de estrelas muito jovens.[Fonte: Galileu]

terça-feira, 1 de julho de 2014

Nasa lança veículo em forma de disco voador


O lançamento é um teste da tecnologia que pode ser usada para pousar em Marte. Foto: Reprodução

Depois de vários atrasos por conta do clima, a Nasa lançou neste sábado na atmosfera da Terra um veículo em formado de disco voador carregado por um balão de hélio. O lançamento é um teste da tecnologia que pode ser usada para pousar em Marte.
Desde que um par de sondas espaciais do programa Viking pousou no planeta vermelho em 1976, a Nasa vinha trabalhando com o mesmo design. O voo experimental de US$ 150 milhões testa um novo veículo e uma espécie de "paraquedas gigante" desenhado para permitir o pouso de veículos espaciais mais pesados e, eventualmente, transportar astronautas.
Espectadores pelo mundo puderam acompanhar partes da missão por meio de uma transmissão por internet em tempo real. Câmeras a bordo do veículo fazem imagens em baixa resolução.
Depois da decolagem as 11h40 da manhã na ilha havaiana de Kauai, o balão impulsionou o veículo em forma de disco para a região do Pacífico. O motor de foguete deve então ser acionado, carregando o veículo para 55 quilômetros de altura em velocidade supersônica.
O ambiente a esta altura é similar ao da fina atmosfera marciana. Conforme o veículo se prepara para voltar para a Terra um tubo ao redor dele deve expandir para desacelerá-lo. Então o paraquedas deve entrar em ação e guiar o veículo para um pouso no oceano.
O teste havia sido adiado seis vezes por conta de ventos fortes. Ventos precisam estar calmos para que o balão não seja carregado para zonas em que voos não são permitidos.
Engenheiros planejam analisar as informações e conduzir vários outros voos antes de decidir levar a tecnologia para uma missão a Marte. "Queremos testá-los aqui onde é mais barato antes de enviá-los a Marte para termos certeza de que eles funcionarão lá", disse o gerente do projeto, Mark Adler, durante uma coletiva de imprensa em junho. Fonte: Associated Press]

Astrônomos encontram novo planeta potencialmente habitável

Criação artística mostrando o planeta Gliese 832 c
Um novo planeta potencialmente habitável foi descoberto por astrônomos. Apelidado de Gliese 832 c, ele está a 16 anos-luz de distância daqui da Terra.
Astrônomos usam um índice de similaridade com o nosso planeta. O Gliese 832 c marcou 0,81 (em uma escala de 0 a 1) de similaridade. Nesse índice entram informações como temperatura e densidade do planeta.
A massa do planeta é de pelo menos cinco vezes a massa da Terra. Ele leva 16 dias para orbitar a estrela anã vermelha que serve de centro para ele.
O planeta foi detalhado em um artigo publicado noAstrophysical Journal. O grupo de astrônomos era multinacional, mas liderados por australianos da Universidade de Nova Gales do Sul (UNSW).
Usando como base o índice de similaridade, ele fica em terceiro no ranking de planetas mais parecido com a Terra. Em um comunicado no site da UNSW, o professor Chris Tinney detalha o achado.
“Dada a grande massa do planeta, é provável que ele possua uma atmosfera massiva, que pode fazer do planeta inabitável. Uma atmosfera mais densa manteria o calor preso e faria com que ele fosse quente demais para vida”, afirmou.
O artigo sobre o planeta, no entanto, levanta outra hipótese. “É natural perguntar se o planeta poderia ter um satélite gigante que possa ser habitável”, escrevem os cientistas. Encontrar esse satélite, infelizmente, está além dos meios dos pesquisadores.
O planeta já encontrado mais parecido com a Terra é o Gliese 667C c, com uma escala de 0,84. Ele fica a 23 anos-luz da Terra.
Em seguida, está o Kepler-62, com um índice de similaridade de 0,83. Ele, no entanto, fica longe demais daqui, a 1.200 anos-luz de distância.
A descoberta usou telescópios localizados no Chile. O time de cientistas reúne pesquisadores da Austrália, Reino Unido, Finlândia, Estados Unidos, Itália e Chile. [Fonte: Exame]

Cometa emite dois copos de água por segundo ao espaço


Uma sonda da Agência Espacial Europeia (ESA) descobriu um cometa que “emite” água para o espaço numa quantidade equivalente a dois pequenos copos a cada segundo, mesmo estando à distância congelante de 583 milhões de quilômetros do sol - quase quatro vezes a distância da Terra ao astro.
A esse ritmo, o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko poderia encher uma piscina olímpica em cerca de 100 dias, segundo a ESA.
As primeiras observações sobre a emissão de vapor de água foram realizadas com ajuda de um instrumento de microondas da sonda Rosetta, o MIRO, no dia 6 de junho, quando a sonda estava a cerca de 350 mil quilômetros do cometa.
"Nós sempre soubemos que veríamos o vapor de água proveniente do cometa, mas ficamos surpresos ao detectá-lo tão rápido", diz o cientista Sam Gulkis, pesquisador encarregado do MIRO no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA em Pasadena, Califórnia, EUA.
A água é um dos principais componentes voláteis de cometas, juntamente com o monóxido de carbono, metanol e amoníaco.
Determinar as alterações na taxa de produção de vapor de água e outros gases, e como este corpo gelado se move ao redor do sol, é importante para a ciência que investiga cometas.
Mas também é vital para o planejamento da missão, porque quando a sonda Rosetta se aproxima do cometa, a emissão de gás pode alterar o seu próprio caminho. [Fonte: Exame]
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