Pesquisa Personalizada


Receba as atualizações de Astronomia Hoje por e-mail:

Ouça Temas da Bíblia Agora:

Estude a Palavra de Deus Agora!

Estude a Palavra de Deus Agora!
Cursos e Estudos Bíblicos Gratuítos

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Hubble flagra nuvem descomunal vindo rumo à Via Láctea

Se a Nuvem de Smith emitisse luz visível, é assim que nós a veríamos no céu (observe a comparação com a Lua Cheia). [Imagem: Saxton/Lockman/NRAO/AUI/NSF/Mellinger]
Nuvem de Smith
O telescópio espacial Hubble capturou novas informações sobre uma nuvem invisível que está disparada em direção à nossa galáxia a cerca de 1,12 milhão de quilômetros por hora.
Quando ela atingir a Via Láctea, os astrônomos acreditam que o fenômeno irá desencadear uma explosão espetacular de formação de estrelas, fornecendo gás suficiente para gerar 2 milhões de novos sóis.
Esta região de gás em forma de cometa tem 11.000 anos-luz de comprimento por 2.500 anos-luz de diâmetro. Se a nuvem pudesse ser vista em luz visível, ela abrangeria o céu com um diâmetro aparente 30 vezes maior do que o tamanho da Lua Cheia.
Embora centenas de nuvens de gás enormes chispem em alta velocidade em torno da nossa galáxia, esta chamada "Nuvem de Smith" é única porque sua trajetória é bem conhecida.
A nuvem foi descoberta no início dos anos 1960 pelo então estudante de astronomia Gail Smith, que detectou as ondas de rádio emitidas pelo hidrogênio em sua composição.
Hubble flagra nuvem descomunal vindo rumo à Via Láctea
Cenário mais provável para o efeito bumerangue da Nuvem de Smith. [Imagem: NASA/ESA/A. Feild (STScI)]
Efeito bumerangue
As novas observações do Hubble sugerem que essa nuvem monstruosa não tem origem extragaláctica, tendo sido mais provavelmente lançada pela própria Via Láctea, algo que teria ocorrido cerca de 70 milhões de anos atrás.
Mas parece que a velocidade de arremesso não foi tão grande, e agora, tal como um bumerangue, ela está de volta.
Os dados mostraram que a Nuvem de Smith é tão rica em enxofre quanto o disco externo da Via Láctea, uma região cerca de 40.000 anos-luz do centro da galáxia (cerca de 15.000 anos-luz mais longe do que o nosso Sol e o Sistema Solar).
Isto significa que a nuvem foi enriquecida com material de estrelas, o que não aconteceria se ela fosse constituída somente de elementos mais leves, sobretudo hidrogênio e hélio, vindos de fora da galáxia, ou se fosse o remanescente de uma galáxia que não conseguiu formar estrelas.
Assim, o cenário mais provável é que ela foi arremessada pelos braços externos da nossa galáxia, fez uma parábola e agora está de volta.
A boa notícia é que ela só deve chegar na borda da Via Láctea daqui a cerca de 30 milhões de anos. [Fonte: Inovação Tecnológica]

Bibliografia:


On the Metallicity and Origin of the Smith High-Velocity Cloud
Andrew J. Fox, Nicolas Lehner, Felix J. Lockman, Bart P. Wakker, Alex S. Hill, Fabian Heitsch, David V. Stark, Kathleen A. Barger, Kenneth R. Sembach, Mubdi Rahman
Astrophysical Journal Letters
Vol.: 816:L11
DOI: 10.3847/2041-8205/816/1/L11

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

O que são essas 'luzes misteriosas'?

Quais os mistérios escondidos no céu? Com essa pergunta em mente, uma imagem em especial tem tomado conta da internet e mexido com o imaginário das pessoas que as compartilham.
Na foto, é possível ver vários raios de luz caindo de forma encantadora do céu. Não tardou para que os teóricos da conspiração falassem em extraterrestres ou deuses chegando à Terra. Mas a imaginação fértil errou feio, errou rude.
O espetáculo de luzes que está circulando na internet nada mais é do que uma forma diferente de manifestação da aurora boreal. É conhecida entre os especialistas da área como aurora verticalis e é bastante comum.
A foto em questão, dos pilares de luz, foi tirada no Alasca e colocada na rede social Imgur. Viralizou em pouco tempo tamanha sua beleza e, claro, pelo fato de as pessoas se impressionarem com um fenômeno que, apesar de não ser novidade, dificilmente é flagrado com tanta precisão.
isso porque o surgimento da aurora verticalis está condicionado a diversos fatores de luzes e reflexões que nem sempre convergem para essa, digamos, perfeição. Por conta disso, é possível explicar o sucesso dessa imagem, vista por mais de 1,5 milhão de pessoas em poucos dias.[Fonte: Yahoo]

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Cientistas descobrem maior sistema solar do universo


Planeta: ao longo das investigações, a equipe descobriu que o planeta tem massa 12 vezes superior à de Júpiter e orbita ao redor de uma estrela anã
Um grupo de cientistas descobriu o maior sistema solar do universo conhecido, formado apenas por um planeta e uma estrela – separados por bilhões de quilômetros de distância. As informações são de fontes acadêmicas da Universidade Nacional Australiana.
“Surpreendeu-nos muito encontrar um objeto de massa baixa [o planeta] tão longe da sua estrela mãe”, comentou Simon Murphy, da Faculdade de Astronomia e Astrofísica da universidade australiana.
Esta faculdade conta com uma equipe internacional de investigadores que estudam o planeta, conhecido como 2MASS J2126-8140.
Publicidade
Ao longo das investigações, a equipe descobriu que o planeta tem massa 12 vezes superior à de Júpiter e orbita ao redor de uma estrela anã chamada TYC 9486-927-1.
Os dois corpos estão separados por uma distância equivalente a 6,9 mil unidades astronômicas, ou seja, 0,1 ano luz ou um trilhão de quilômetros, segundo um comunicado da Universidade Nacional Australiana.
Esta distância é “aproximadamente três vezes superior” à do que era considerado, até agora, o maior sistema solar existente. [Fonte: Exame]

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Como ver os cinco planetas alinhados à Lua em 5 passos infalíveis. Esse raro evento que só se repetirá em julho de 2020



Entre a última semana de janeiro e a primeira de fevereiro de 2016, cinco planetas estarão alinhados no céu e ainda contarão com a presença na lua em diferentes pontos do céu – um raro evento que só se repetirá em julho de 2020. Essas oportunidades (gratuitas e marcantes, diga-se) geralmente passam batidas por boa parte da população por simplesmente não saber como observar o céu e identificar os elementos cósmicos. Andrew Fazekas, que escreve sobre ciência e clima em várias publicações do mundo – e é até conhecido como o cara do céu noturno “@thenightskyguy” – elaborou um guia para ajudar os desavisados a não perder o evento, cujos melhores dias de observação têm início no dia 23 de janeiro.

1 – “Por que você não olha pra mim? ôô”
Primeira regra. Saiba para onde olhar. Os planetas estão bem baixos no campo visual e a sudeste, ou seja, do mesmo lado que o sol nasce – se ainda não teve uma ideia, para os litorâneos: “do lado da praia”. Não precisa estivar o pescoço para trás e se inspirar na menina do Exorcista. Basta concentração e paciência para identificar cada planeta.

2 – “Se eu perder esse trem…”
Os planetas Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno estarão alinhados nas duas semanas pela primeira vez em mais de dez anos. No céu, eles aparecem como se fossem estrelas bem brilhantes e estarão bem próximos da linha do horizonte ao amanhecer. Mercúrio é completamente ofuscado pela luz do sol rapidamente, então só poderá ser visto em um curto espaço de tempo junto aos demais planetas. Esse tempo é basicamente entre 30 e 60 minutos antes do nascer do sol.

3 – “Todo dia ela faz tudo sempre igual e levanta às QUATRO horas da manhã”
Para quem é do Recife, quebramos logo o galho. Na cidade, o sol nasce às 5h16. Ou seja, o melhor período de observação – quando se pode ver Mercúrio junto aos demais – será entre 4h16 e 4h46. Depois disso, o primeiros raios solares já dificultam. Mas como saber disso? Consultando uma tábua de marés completa. Além das marés, esses indicadores também apontam a hora do nascer e do por do sol, que muda todos os dias e de cidade para cidade. Esse informação pode ser adquirida em sites como o tabuademares.com.

4 – “Olha pro céu, meu amor. Vê como ele está lindo…”
O primeiro planeta a ser visto é Mercúrio. Será o menor e mais à esquerda. Procure pela Estrela D’Alva, a mais brilhante do céu – que, na verdade, é o planeta Vênus. Eles vão se aproximar até ficarem a apenas cinco graus de distância no dia 10 de fevereiro. Os demais planetas estão sempre numa linha ascendente à direita de Vênus. O primeiro é Saturno, que você reconhecerá pela coloração amarelada (se tiver um telescópio, mesmo amador, a oportunidade é sem igual). Mais à direita, estará Marte, em um tom alaranjado. Por fim, e bem mais ao alto, estará Júpiter (nesse caso, alguns especialistas alertam que até com binóculos será possível ver os traços de quatro das luas do planeta gigante).

5 – “A lua me traiu”
Volúvel, a lua vai dançar com cada planeta em nosso céu, passando da proximidade de um por um até se despedir do alinhamento planetário. Com Júpiter, ela estará nos dias 27 e 28 de janeiro. Com Marte, no dia 1 de fevereiro e, dois dias depois, com Saturno. Vênus recebe a lua no dia 5 de fevereiro e, no dia seguinte, é a vez de Mercúrio. Ou seja, cada dia, a foto sai com uma configuração diferente.

Bônus – “Eu só peço a Deus, um pouco de malandragem”
Vale a explicação rápida. Essa não é bem a posição de cada planeta no Sistema Solar, mas a visão que teremos será possível por conta da coincidência angular das órbitas dos planetas. Juntos, eles tomarão 110 graus de nosso céu, ou seja, quase metade do campo visual do horizonte. Para observá-los, é necessário buscar um lugar sem muitos obstáculos para observar o horizontes (aquela história do “empatando a sua vista”). Vale lembrar que a próxima oportunidade de ver um desfile de cinco planetas se repetirá em julho de 2020. [Fonte: Jornal Floripa]

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

O que são as misteriosas marcas de 'aranhas' que aparecem em Marte?


A cada primavera marciana - 1 ano, 321 dias e 7 horas terrestres -, astrônomos são testemunhas de um evento extraordinário: o surgimento de "aranhas" na superfície do planeta.
Nesta época do ano, a capa de gelo de dióxido de carbono de Marte sofre uma erosão, deixando essas incríveis marcas na superfície.
Seus padrões de linhas cruzadas fascinam - e acabam virando objeto de estudo de astrônomos amadores e profissionais.
Esse fenômeno ocorre porque o gelo de dióxido de carbono se transforma diretamente em vapor. Isso é, vai do estado sólido ao gasoso, sem passar pelo líquido.
As fendas formadas por esse processo ficam parecendo aranhas - daí o nome.

Gás e poeira

As marcas parecem prolongamentos de neurônios, devido aos "canais que vão se diversificando tantas vezes que vão se afastando do centro", de acordo com a Nasa.
Os cientistas acreditam que essas depressões aparecem quando o gás flui sob o gelo e acaba escapando pelas aberturas, levando consigo a poeira da superfície que está abaixo.
Essa poeira logo cai e se deposita na superfície gelada em forma de leques.
Segundo a Nasa, a foto foi tirada pela sonda Reconnaissance, às 4h56 da hora marciana. [Fonte: BBC Brasil] 

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Astrônomos descobrem aglomerado de galáxias 'gordo' e distante


Aglomerados globulares como estes podem ser o local certo para procurar vida alienígena? (Foto: NASA/ESA/Hubble Heritage (STScI/AURA)-ESA/Hubble Collaboration via AP)
Aglomerados antigos e repletos de estrelas encontrados em um canto da Via Láctea são uma boa aposta na busca por vida extraterrestre inteligente (Seti, na sigla em inglês), de acordo com uma pesquisa apresentada no encontro da Sociedade de Astronomia americana.
Devido à abundância de estrelas, esses "aglomerados globulares" sempre foram um dos queridinhos do campo.
Mas tentativas recentes de esmiuçar o espaço em busca de planetas orbitando estrelas não tiveram sucesso em aglomerados globulares.
Agora, porém, dois astrônomos dizem que há bons motivos para continuar a busca.
Rosanne Di Stefano, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, nos Estados Unidos, e Alak Ray, do Instituto de Pesquisa Fundamental, na Índia, descreveram o que chamaram de "oportunidade do aglomerado globular".
Com uma idade média de 10 bilhões de anos (muito superior à do Sol, com 4 bilhões), aglomerados globulares não têm muitas estrelas jovens, ricas em elementos metálicos necessários para fazer planetas.
Mas durante participação no 227º encontro da Sociedade de Astronomia americana, Di Stefano disse que pesquisas recentes haviam descoberto exoplanetas (planetas que orbitam outras estrelas que não o Sol) - especialmente os pequenos e rochosos, parecidos à Terra - em torno de estrelas muito menos ricas em metal que nosso Sol.
E se isso aconteceu uma vez...
"Quando as pesquisas sobre vida alienígena começaram, nos anos 1950 e 1960, ainda nem sabíamos se havia exoplanetas" disse ela.
"Agora podemos usar a informação que reunimos de outras descobertas de planetas - e há mais de 2 mil planetas conhecidos hoje - para perguntar se é provável que eles estejam em aglomerados globulares."
Di Stefano usou o exemplo do PSR B1620-26 b, às vezes chamada de "Methuselah". É o único exoplaneta identificado até o momento que orbita uma estrela - ou, no caso, duas - em um aglomerado globular.
"Acho que a maior parte de nós diria que a descoberta desse planeta indica que deve haver outros planetas naquele aglomerado", disse.
Além disso, Di Stefano e Ray identificaram um "ponto ideal" nas dimensões de aglomerados globulares.
Como a maioria das estrelas são velhas, anãs vermelhas e frias, qualquer planeta habitável teria que orbitar muito perto delas para manter água líquida.
Se manter molhado, porém, não é o único desafio para um planeta em que a vida seja viável em um aglomerado globular. Uma bola com um milhão de estrelas a apenas 100 anos-luz de distância é um forte tumulto de forças gravitacionais que poderiam desintegrar o Sistema Solar.
Mas há uma região nesses aglomerados, segundo Di Stefano, onde as estrelas não estão tão grudadas a ponto de planetas rochosos e pequenos serem arrancados de suas estrelas - mas que, apesar disso, as estrelas estão perto o suficiente para que uma civilização alienígena possa conseguir ir de uma estrela para outra.
Especulação divertida
"Nessa grande região (...) sistemas planetários podem sobreviver, e ela ainda é densa o suficiente para facilitar viagens interestelares."

Ela acrescentou que esses planetas - se eles existirem - podem durar até mais do que a idade atual do Universo, deixando tempo suficiente para que florescessem vida inteligente e uma ambição interestelar.
Outros pesquisadores na conferência concordaram que essas são observações interessantes, mesmo se a noção de civilizações antigas saltando de estrela em estrela tenha sido, obviamente, uma especulação provocativa.
"(A tese) se sustenta", disse Jessie Christiansen, do Instituto Científico de Exoplanetas da Nasa, na Universidade Caltech. "É muito especulativa, mas eu gosto da ideia de que como aglomerados globulares são antigos, eles tiveram mais tempo."
"Formas de vida simples e unicelulares podem se desenvolver rápido, mas formas de vida complexas - isso para não falar de vida inteligente - parece levar muito tempo", acrescentou, citando a história natural da Terra como um exemplo limitado. "Então talvez sejam necessários dezenas de bilhões de anos."
Alan Penny, astrônomo da Universidade de St Andrews, na Escócia, e coordenador da rede de pesquisas sobre vida inteligente alienígena do Reino Unido, disse acreditar que a pesquisa "dá esperanças sobre os aglomerados globulares, na busca por alvos onde procurar".
Mas eles continuam sendo alvos muito difíceis, acrescenta.
"Eles ainda estão muito, muito longe. O aglomerado globular mais próximo está a milhares de anos-luz." [Fonte: G1]

Por que a Nasa quer levar batatas para Marte


Para pesquisadores, batatas poderiam alimentar uma futura colônia humana em Marte (Foto: CIP/BBC)
Pouco sabemos sobre os detalhes da viagem que, em algum momento do futuro, levará o primeiro explorador humano a Marte. Porém, é bem possível que a batata peruana figure na dieta desse astronauta pioneiro.
Nasa (agência especial americana), em conjunto com o Centro Internacional da Batata (CIP, na sigla em espanhol), com sede no Peru, está fazendo experimentos para descobrir como se desenvolveriam os tubérculos peruanos em solo marciano.
Para isso, deram início a um cultivo experimental de batata em condições que simulam as do planeta vermelho.
Segundo as instituições, na Terra há poucos lugares para o teste melhores que o deserto de Pampas de la Joya, no Peru, na fronteira com o Chile.
"São solos vulcânicos que não contêm nenhuma forma de vida, assim como em Marte", afirmou à BBC Mundo, serviço em espanhol da BBC, Joel Ranck, chefe de comunicações do CIP.
Dieta para todos
Além das paisagens "marcianas", há outro motivo que torna o Peru o local ideal para fazer experimentos com batatas.

"Aqui temos 4,5 mil variedades de batata. Por isso, o Peru é um lugar muito bom para descobrir qual delas melhor se ajustaria às condições de Marte", afirma o porta-voz da CIP, instituição que faz parte de uma rede internacional de centros de investigação agrícola.
Na primeira fase do experimento, Julio Valdivia, um cientista peruano afiliado à Nasa, colherá amostras do solo desértico e entregará aos laboratórios da CIP, onde até nove tipos de batata serão testados nessas condições severas.
A partir daí, será usada uma tecnologia desenvolvida pela Nasa para replicar também as condições atmosféricas de Marte, e ver que efeitos elas teriam sobre as plantas.
A ideia é deixar os astronautas com uma boa ideia do quão viável seria a colonização agrícola do planeta com esse tipo de cultivo.
Laboratórios da CIP têm amostras de mais de 4 mil tipos de batata  (Foto: CIP/BBC)Laboratórios da CIP têm amostras de mais de 4 mil tipos de batata (Foto: CIP/BBC)
Hollywood
Trata-se de uma ideia que, de alguma maneira, está na moda graças a Hollywood.

É exatamente isso que faz o personagem de Matt Damon, um astronauta abandonado no planeta vermelho, no recente filme Perdido em Marte.
Para sobreviver nos meses que antecedem a chegada de uma missão de resgate, ele semeia o tubérculo em solo marciano, e assim consegue se alimentar.
"As batatas são uma excelente fonte de vitamina C, ferro e zinco", lembra Ranck.
"Não acreditamos que ninguém deva depender exclusivamente de um só alimento, mas a batata é muito nutritiva. Uma só, fervida, entrega a vitamina C que um adulto precisa para um dia", explica.
Segundo ele, não há dúvidas de que a batata seria uma parte importante da dieta variada e balanceada da qual necessitariam os astronautas para levar adiante suas tarefas a 225 milhões de quilômetros da Terra.
Batata congelada
Uma das variáveis que preocupam os pesquisadores é que as batatas comecem a germinar antes do tempo.

"Estimamos que a viagem a Marte leve nove meses", conta o porta-voz da CIP.
E como já sabe qualquer um que tenha armazenado batatas em casa, depois de um tempo os tubérculos começam a germinar. Por isso, a ideia seria congelá-las durante a travessia espacial.
Os experimentos que buscam responder a essas questões serão realizados na sede da CIP, em Lima, e em outras localidades, incluindo o deserto.
Eventualmente também se integrarão ao time de pesquisadores especialistas e estudantes de universidades de vários países, que ajudariam a reunir os dados necessários para o estudo.
O conhecimento a ser obtido, aliás, não se limitará à aplicação em viagens interplanetárias.
"A batata é o terceiro cultivo mais importante do mundo, e é parte da dieta de quase todas as culturas humanas", explica Ranck.
Com o aquecimento global e a desertificação, fica cada vez mais importante encontrar variedades mais resistentes a condições de seca, lembra.[Fonte: G1]

sábado, 19 de dezembro de 2015

Astrônomos descobrem novo planeta 'atrás' de Plutão, o Planeta X


A chegada de sondas a Plutão pode ter sido muito mais impressionante do que julgamos até agora. Isso porque mais do que saber mais sobre o planeta anão, podemos ter descoberto que o Sistema Solar tem mais planetas do que acreditamos.
A partir de observações feitas no radiotelescópio ALMA, que fica no Chile, especialistas dizem ter descoberto um novo planeta. E com duas condições especiais: muito parecido com a Terra e também “próximo” dela.
Ainda em 2015, uma descoberta semelhante havia sido feita. A questão era a distância: milhões de anos-luz do nosso planeta. Com essa nova descoberta, especialistas passam a considerar que podemos estar diante de uma descoberta realmente histórica.
Isso porque, atualmente, o planeta mais próximo da Terra em distância e estruturação seria Marte — que, mesmo assim, não abrigaria vida terrestre. Já o Gna, como foi batizado por um grupo sueco, poderia atender essas necessidades de maneira, digamos, mais adequada.
Os especialistas, agora, querem saber mais sobre o Planeta X, como ele também é conhecido. Isso porque os dados são tão preliminares que todas as afirmações feitas a respeito dele são completamente intuitivas. Os estudos deverão seguir no decorrer dos próximos meses, com base nas informações obtidas pelo ALMA.
As teorias da conspiração, é claro, já apareceram. Para esses teóricos, o Planeta X é na verdade o mundo alienígena Nibiru, que irá se colidir com a Terra causando o apocalipse ainda em dezembro de 2015. Os especialistas, é claro, negam tais informações.[Fonte: Yahoo]

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Após 38 anos, Natal de 2015 será presenteado com Lua Cheia


O céu de Natal deste ano será presenteado com uma bela Lua Cheia, o que não acontece há 38 anos - desde 1977 - e que só voltará a ocorrer em 2034.
Segundo o astrofísico italiano Gianluca Masi, responsável pelo Virtual Telescope, o evento definitivamente não é muito frequente, considerando que de 1900 até 2099 existirão apenas oito noites de Natal com Lua Cheia.
Ele afirma que "esse será um acontecimento sugestivo e uma coincidência curiosa, mas, do ponto de vista científico, não terá uma importância significativa". O fenômeno - que, por ser a Lua Cheia de dezembro, a última do ano, é chamado de Lua Cheia Fria - começará a ser visto ainda no fim da véspera de Natal e atingirá seu pico às 6h11 do dia 25 no horário de Nova York (9h11 em Brasília), de acordo com informações da Agência Espacial Norte-Americana (Nasa).

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Nasa flagra algo saindo de buraco negro pela primeira vez na História


Buracos negros são extremamente intrigantes para a humanidade — sejam leigos ou especialistas. As formações sempre intrigaram a humanidade no sentido do que podem fazer, sempre com teorias que dizem respeita a “passagens” entre dimensões por meio deles.

E, agora, a curiosidade humana ganha mais um capítulo: pela primeira vez na história a Nasa avistou algo saindo de um buraco negro. Não se sabe o que é  e nem os efeitos dessa movimentação, mas a exploração em torno do buraco-negro superlativo Margarina 335 já chama atenção.

O flagra feito pela agência espacial norte-americana aconteceu através do conjunto do telescópio espectroscópico nuclear da Nasa. O momento foi considerado por muitos especialistas que trabalham no projeto como um verdadeiro milagre, já que nunca havia acontecido tal registro.

“Essa é a primeira vez que conseguimos conectar o lançamento do halo de uma labareda. Isso vai nos ajudar a entender como os buracos negros superlativos alimentam alguns dos objetos mais brilhantes do Universo”, explica Dan Wilkins, envolvido no projeto e pesquisador da Universidade de Saint Mary.

A principal questão dos pesquisadores agora é descobrir o que é o “algo” que eles flagraram saindo do buraco negro. Se descobrirem, acreditam que darão passo importante nos estudos sobre esse tipo de fenômeno, chegando, por exemplo, a conclusões sobre tamanho, dimensões e funções dos buracos. [Fonte: Yahoo]

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Superburaco negro põe em xeque teoria da evolução galática


 Um superburaco negro em uma galáxia descoberta recentemente está intrigando os astrônomos: ele é 350 milhões de vezes maior que o Sol. Esse tamanho colossal gera dúvidas sobre as teorias aceitas atualmente para explicar a evolução das galáxias, segundo a Sociedade Astronômica Real. O buraco negro não se encaixa nas teorias atuais porque tem uma massa muito maior do que a galáxia em que está situado comportaria - de acordo com as teorias aceitas atualmente. Segundo os astrônomos, o superburaco negro é 30 vezes maior do que se esperaria para a galáxia SAGE0536AGN. "Galáxias têm uma massa grande, assim como seus buracos negros. Mas este é realmente grande demais - não deveria ser possível que fosse desse tamanho", diz Jacco van Loon, astrofísico da Universidade Keele e autor do estudo. A galáxia tem cerca de 9 bilhões de anos de idade e fica a 2 bilhões de anos-luz da Terra. Ela foi descoberta recentemente por meio de um telescópio espacial da Nasa. Como a galáxia foi descoberta sem querer, ainda precisa ser estudada em detalhes, explica a Sociedade Astronômica Real. Isso permitirá concluir se a SAGE0536AGN é um fenômeno excepcional ou uma nova classe de galáxias.[Fonte: BBCBrasil]

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Pesquisa personalizada

Livro Gratuito em PDF - Baixe Agora!