quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Gigantesca mancha no Sol desencadeia erupção solar

Uma poderosa erupção solar irrompeu na última quinta-feira, 3 de novembro, a partir de uma mancha na superfície do Sol extremamente larga, sendo uma das maiores vista em anos. A erupção foi classificada como um dos mais potentes tipos de tempestades que nossa estrela pode desencadear. A erupção desencadeou algumas interrupções nas comunicações de rádio na Terra cerca de 45 minutos mais tarde. A sonda da NASA Solar Dynamics Observatory (SDO) e uma nave espacial observaram o Sol, tiraram fotos e fizeram vídeos da erupção durante a grande tempestade solar. Uma erupção é uma poderosa liberação de energia que ilumina o sol, e é frequentemente associada com uma área de maior atividade magnética na superfície solar. Essa atividade magnética também pode inibir o fluxo de calor para a superfície em um processo chamado de convecção, que cria áreas escuras e bem mais frias do que o restante da superfície do Sol, chamadas de manchas solares.

Mais tarde em outra área do Sol, no mesmo dia da erupção, uma explosão de partículas carregadas, chamada ejeção de massa coronal, foi liberada a partir da superfície. Essa erupção veio do lado de trás do Sol e é voltada em direção ao planeta Vênus, por isso não representa nenhum risco para a Terra.

A NASA foi capaz de observar tanto a ejeção de massa coronal como a erupção solar porque tem um conjunto de sondas de observação do Sol que captam várias direções o tempo todo. E esses recentes acontecimentos no Sol fazem parte de um crescente aumento de atividades em nossa estrela ultimamente, já que seu ciclo de maior atividade acontecerá por volta de 2013. 

(Fonte: Hypescience)


Tempestades solares e cometas batendo no Sol

Cientistas da NASA estão observando, com maior riqueza de detalhes, dois fenômenos astronômicos: as tempestades solares e os cometas “kamikazes”. Basicamente, o que se entende por tempestade solar leva o nome técnico de Ejeção de Massa Coronal (EMC – Coronal Mass Injection, em inglês), e é uma maciça explosão de plasma que lança partículas solares no espaço a uma velocidade espetacular. Os cometas “kamikazes”, por sua vez, são cometas que se chocam com o Sol. O mais impressionante nessas descobertas é a coincidência. Pela segunda vez em dez dias, um cometa se chocou com o Sol durante uma ejeção de massa coronal. A primeira ocasião foi nos dias 10 e 11 de maio e a seguinte nos dias 20 e 21. Ambos são fenômenos fascinantes (e raros), mas até agora os astrônomos não puderam comprovar se algum sofre influência do outro. 


Ainda há muito que se investigar sobre o intrigante fenômeno das EMCs. A imagem da erupção solar é um espectro em forma de disco com intenso movimento em seu interior. O resultado desse feixe de luzes, na prática, é uma explosão de fogo que atira “pedaços” do Sol em direção ao espaço, em velocidades que podem ultrapassar 1,5 milhão de km/h. 


Basicamente, as EMCs têm um impacto negativo e outro positivo. O fator ruim é que tamanha força exercida pelo Sol causa distúrbios nos campos magnéticos dos corpos celestes, o que atrapalha, por exemplo, a comunicação por satélites. Por outro lado, fornece um espetáculo de luzes sem igual na astronomia moderna. 


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Asteroide passa perto da Terra

Um asteroide de 400 metros de comprimento passará perto da Terra na terça-feira (8), em uma aproximação rara que não representa risco de impacto para o planeta. Quando eles se aproximar, às 21h28 (horário de Brasília) desta terça-feira (8) ele estará a apenas 324.600 quilômetros da superfície da Terra – mais próximo que a Lua. O fenômeno representa uma ótima oportunidade para astrônomos de todo o mundo poderem estudar asteroides e sua rota.
 Foto: Nasa/JPL-Caltech
Imagens de radar captaram o asteroide 005 YU55 na segunda-feira (7) a 1,38 milhão kms da Terra
A trajetória do asteroide 2005 YU55 é bem conhecida dos cientistas e não representa nenhum problema de impacto na Terra. Até mesmo a influência gravitacional do asteroide não terá efeito detectável no planeta, não alterando as marés e muito menos nas placas tectônicas. 

Se o tempo permitir, curiosos poderão ter a chance de ver, com o auxílio de um telescópio com lente de diâmetro de 15 cm, uma pequena mancha do asteroide no céu. A melhor visualização será no Hemisfério Norte. Poucas horas depois de passar próximo a Terra, o 2005 YU55 terá o pico de luminosidade, que é 100 vezes mais fraco que o limite da visão humana. Centros de astronomia estão recrutando astrônomos amadores para medir o brilho do asteroide durante sua passagem perto da Terra.

"É a primeira vez desde 1976 que um objeto desse tamanho passa tão perto da Terra. Isso nos dá uma grande e rara chance de estudar um objeto próximo da Terra como esse", disse o astrônomo Scott Fisher, da Fundação Nacional de Ciências dos EUA, durante conversa com jornalistas pela Internet na sexta-feira (4/11/11).[Fonte: IG]

Assista o Vídeo com as Explicações:

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Um enorme asteroide passará perto da Terra na terça-feira - 08/11/2011


O asteroide Eros visto em detalhes graças às lentes da nave Near: a aproximação do 2005 YU55 permitirá conhecer os asteroides

Um enorme asteroide passará perto da Terra na próxima terça-feira, em uma aproximação rara que não representa risco de impacto para o planeta, afirmaram esta semana cientistas dos Estados Unidos, que esperam ansiosos a oportunidade de observá-lo.

"Não é potencialmente perigoso, é apenas uma boa oportunidade para estudar um asteroide", garantiu o astrônomo da Fundação Nacional de Ciências (NSF, na sigla em inglês), Thomas Statler.

O asteróide circular, chamado 2005 YU55, tem 400 metros de largura e ficará mais perto da Terra do que a Lua, a 325.000 km de distância, informou a agência espacial americana.

Segundo previsões, o horário em que o asteroide estará mais próximo da Terra será às 21h28 de terça-feira, hora de Brasília.

A aproximação será a maior de um asteroide deste tamanho em mais de 30 anos e um evento similar não voltará a ocorrer até 2028.

No entanto, quem desejar ver o corpo celeste precisará de um telescópio.

O asteroide "será visto muito distante quando passar por aqui", afirmou Scott Fisher, diretor da Divisão de Astronomia da NSF.

"Não será perceptível a olho nu. Será preciso um telescópio com lente de mais de 15 cm para vê-lo. Para tornar a observação ainda mais complicada, se moverá muito rápido no céu quando passar", acrescentou.

"Vários radiotelescópios foram instalados na América do Norte para registrar a passagem do astro", continuou Fisher.

"O momento momento (e local) para observá-lo serão as primeiras horas da escuridão de 8 de novembro na costa leste dos Estados Unidos", emendou.

Os astrônomos que estudam este objeto, classificado como um asteroide de classe C, dizem que é muito escuro, cor de carvão, e bastante poroso.

O 2005 YU55 foi descoberto em 2005 por Robert McMillan, do projeto Spacewatch, grupo de cientistas que observa o sistema solar perto de Tucson, Arizona (sudoeste).

O objeto faz parte de um conjunto de 1.262 asteroides grandes, que giram ao redor do sol e têm mais de 150 metros de largura, que a Nasa qualifica como "potencialmente perigosos".

"Queremos estudar estes asteroides, de forma que se algum dia formos atingidos, saibamos o que fazer com ele", disse Statler.

A passagem mais próxima que um asteroide fará da Terra será em 2094, a uma distância de 269.000 km, segundo as previsões. [Fonte: Yahoo]

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Nasa divulga imagens da primeira supernova já documentada




A agência espacial americana (Nasa) divulgou nesta terça-feira (25/10/11) uma imagem da primeira supernova documentada da história, observada por astrônomos chineses há quase dois mil anos. A foto é uma reconstrução do evento. Supernovas são explosões cósmicas de intensidades extremas que ocorrem quando uma estrela morre.
Para fazer a nova imagem, a Nasa combinou dados de quatro telescópios espaciais diferentes. Conhecida como RCW 86, a supernova é a mais antiga que consta dos registros de astronomia. Os astrônomos chineses foram testemunhas do evento que aconteceu no ano 185 d. C., quando descobriram uma estrela muito luminosa que permaneceu no céu durante oito meses.


As imagens de raios X do observatório XMM-Newton da Agência Espacial Europeia (ESA) e do Observatório de Chandra, da Nasa, foram combinadas para formar cores azul e verde na imagem. Essas tonalidades mostram que o gás interestelar se aqueceu a milhões de graus devido à onda expansiva da supernova.


Os dados infravermelhos do Telescópio Espacial Spitzer, da Nasa, e da sonda Wise (Wide-field Infrared Survey Explorer), que são vistos em amarelo e vermelho, revelam o pó que chega a várias centenas de graus abaixo de zero, cálido em comparação com o pó cósmico habitual na Via Láctea, segundo afirmou a agência espacial.




Mediante o estudo dos raios X e dos dados infravermelhos, os astrônomos foram capazes de determinar que a causa daquela misteriosa explosão no céu foi uma supernova de tipo “Ia”, que se produz depois da violenta explosão de uma estrela anã branca.

A supernova RCW 86 está a aproximadamente oito mil anos luz de distância. Tem 85 anos luz de diâmetro e ocupa uma região do céu na constelação austral de Circinus que, segundo a Nasa, é ligeiramente maior que a lua cheia. [Fonte: Época]

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Nasa celebra aniversários com desenhos em plantações



Para dar continuidade às comemorações do 50º aniversário do primeiro americano no espaço, do 30º aniversário da primeira missão do ônibus espacial e do 20º aniversário da implantação do telescópio Hubble, a Nasa - agência espacial americana - lançou o projetoSpace Farm 7. A ideia é inspirada nos desenhos realizados nas plantações, que muitos acreditam que são obras dos alienígenas.
Sete fazendas participaram do projeto, plantando labirintos de milhos que celebram as conquistas da Nasa e o progresso no espaço. Os locais estão abertos a visitação e jogos e atividades nos labirintos reforçam o caráter educativo do programa. Materiais educativos online também estão disponíveis no www.spacefarm7.com
[Fonte: Terra]

Nasa e Japão lançam 2ª versão do mais completo mapa topográfico


A Nasa - agência espacial americana - e o Japão lançaram a nova versão do mais completo mapa topográfico do mundo. Ele pode ajudar profissionais a planejar a construção de estradas, hidrelétricas, a buscar por recursos naturais e a planejar a construção de cidades e de projetos ambientais.
O mapa chamado ASTER GDEM 2, que usa como base imagens registradas a bordo da espaçonave Terra, é gratuito, está disponível online e conta com maior precisão espacial que a versão anterior, lançada em 2009. Além disso, a nova versão do mapa tem gráficos mais realistas.
Segundo Mike Abrams, membro da Nasa, o mapa dá aos usuários as informações topográficas globais com a mais alta resolução disponível hoje. Um dispositivo presente no Terra chamado Aster - sigla para Advanced Spaceborne Thermal Emission and Reflection Radiometer - capturou todas as imagens da nova versão.
A tecnologia foi criada inteiramente pelo Japão, segundo informações do Mashable. Tanto o Aster como o mapa são resultados de uma parceria entre a Nasa e o Ministério da Economia do Japão. As informações vindas do Aster cobrem 99% da superfície terrestre.
O mapa está disponível para downloads no atalho http://goo.gl/li1do
[Fonte: Terra]

MAIS BLOGS: